2024/01/25

Níveis de Ensino: Recursos e ferramentas de aprendizagem – recursos de aprendizagem em linha

 

(Imagem de várias figuras humanas, de mãos dadas, fazendo um círculo à volta da bandeira da União Europeia. Imagem retirada da Internet)


As ferramentas em linha, como muitas ferramentas digitais (em linha e fora de linha), podem ter diferentes objetivos educativos:

- estabelecer a ligação entre educadores e alunos que não se encontram no mesmo local;

- dar acesso a informações e ambientes que normalmente não estão disponíveis em todas as casas ou instituições;

- apoiar o desenvolvimento profissional contínuo dos educadores de uma forma flexível.

A fim de assegurar a continuidade das atividades de educação e formação, é disponibilizada uma vasta gama de material de aprendizagem em linha para professores:

- School Education Gateway - catálogo em linha de materiais didáticos e oportunidades de formação para professores e partes interessadas no ensino escolar europeu, disponível em 23 línguas europeias

- Publicações, tutoriais e materiais didáticos

- Cursos em linha gratuitos

- Webinars

- Últimas notícias e recursos sobre as políticas e as práticas educativas na Europa

- Boletim informativo 

- eTwinning - plataforma colaborativa europeia para professores que está disponível em 30 línguas e facilita a comunicação, o intercâmbio de recursos, a participação em ações de desenvolvimento profissional e a criação conjunta de projetos

- Espaço de aprendizagem - acesso a materiais didáticos, incluindo jogos em linha, para ajudar os alunos de todos as idades a descobrir a UE.

- Jogos

- Concursos

- Material didático

- Rede de Centros de Recursos SALTO para a Juventude - ferramentas de formação que promovem e apoiam o trabalho com jovens.

- Plataforma eletrónica para a educação de adultos na Europa (EPALE) - comunidade em linha, de adesão livre e multilingue, que estabelece a ligação entre profissionais da educação de adultos em toda a Europa a fim de fomentar a qualidade e a diversidade das oportunidades de educação de adultos.

- Intercâmbio Virtual Erasmus+

- Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (EIT)

- Semana Europeia da Programação – o objetivo é tornar a codificação, a programação, o pensamento computacional e a literacia digital acessíveis a todos de forma divertida e atraente (disponível em 29 línguas)

O Plano de Ação para a Educação Digital estabelece medidas para ajudar os Estados-Membros da UE a fazer face aos desafios e a aproveitar as oportunidades no domínio da educação na era digital: Hackathon da Educação Digital - os prémios internacionais Hackathon da Educação Digital fomentam a criação de soluções para os desafios no domínio da educação na era digital.


Fonte: https://education.ec.europa.eu/pt-pt


MJS


 

2024/01/22

EEE - Níveis de Ensino: Educação de Adultos

 

(Imagem de um adulto que segura um lápis e retira apontamentos sentado numa secretaria. Imagem retirada do site do EEE)

 

A educação de adultos contribui para melhorar a coesão social e promover a cidadania ativa, reforçando a competitividade das empresas e das economias europeias. Os motivos que levam um adulto a decidir voltar a estudar ou fazer uma formação são variados:

- melhorar as suas perspetivas de emprego;

- desenvolver-se pessoal ou profissionalmente;

- adquirir competências transferíveis, como o pensamento crítico.

A recuperação da pandemia de COVID-19 e as transições digital e ecológica aceleraram as mudanças na forma como vivemos, aprendemos e trabalhamos. Os cidadãos necessitam de atualizar os seus conhecimentos, aptidões e competências para colmatarem o fosso entre a formação que possuem e as exigências de um mercado de trabalho em rápida evolução.

A educação de adultos foi identificada como um tema prioritário do Espaço Europeu da Educação para o período de 2021-2030. Desta forma, 60 % de todos os adultos devem participar anualmente em ações de formação até 2030.

Uma resolução adotada pelo Conselho da União Europeia em 29 de novembro de 2021 sobre uma nova agenda europeia para a educação de adultos salienta a necessidade de aumentar significativamente a participação dos adultos na aprendizagem formal, não formal e informal:

- governação da educação de adultos — com uma forte ênfase nas estratégias nacionais de governação e nas parcerias entre as partes interessadas;

- oferta e aproveitamento de oportunidades de aprendizagem ao longo da vida com financiamento sustentável;

- acessibilidade e flexibilidade — adaptação às necessidades dos adultos;

- qualidade, equidade, inclusão e sucesso na educação de adultos — ênfase no desenvolvimento profissional do pessoal de educação de adultos, na mobilidade dos aprendentes e do pessoal, na garantia da qualidade e no apoio ativo aos grupos desfavorecidos;

- transições ecológica e digital e necessidades de competências conexas.

A orientação profissional descreve os serviços que ajudam as pessoas de qualquer idade a gerir a sua carreira e a fazer escolhas úteis em matéria de estudos, formação e carreira. A Comissão Europeia trabalha em conjunto com a rede CareersNet do Centro Europeu para o Desenvolvimento da Formação Profissional (CEDEFOP) no sentido de apoiar a orientação profissional nos Estados-Membros.

Existe ainda uma rede de coordenadores nacionais para a educação de adultos que é responsável por promover a educação de adultos nos diferentes países da UE, prestar aconselhamento e apoio estratégicos às autoridades nacionais e recolher e divulgar boas práticas.


Fonte: https://education.ec.europa.eu/pt-pt


MJS


 

2024/01/18

EEE - Níveis de Ensino: Ensino e Formação Profissionais

 

(Imagem de três adultos em formação na área da gastronomia. Imagem retirada do site do EEE)


O ensino e a formação profissionais (EFP) proporcionam competências essenciais que promovem o desenvolvimento pessoal, reforçam a empregabilidade e incentivam a cidadania ativa. O EFP impulsiona o desempenho das empresas, a competitividade e a investigação e inovação.

Na Europa, os sistemas de EFP contam com o apoio de uma rede bem desenvolvida que inclui as partes interessadas deste domínio. Estas redes são dirigidas em cooperação com os parceiros sociais (empregadores, sindicatos, etc.) no âmbito de diversos organismos (câmaras, comissões, conselhos, etc.).

O ensino e formação profissionais iniciais são, regra geral, ministrados no ensino secundário e no ensino pós-secundário, em contexto escolar ou laboral (centros de formação e empresas), antes de os jovens entrarem na vida ativa. As taxas de participação dos jovens variam entre 15% e mais de 70%, o que demonstra diferenças geográficas significativas.

No que respeita ao ensino e formação profissionais contínuos (EFP-C), tem início após a formação inicial ou o início da vida ativa. O seu objetivo é melhorar os conhecimentos dos trabalhadores e de os ajudar a adquirir novas competências, a fazer uma reconversão profissional e a prosseguir o seu desenvolvimento pessoal e profissional.

O ensino e a formação profissionais foram identificados como um domínio prioritário de cooperação no âmbito da iniciativa Espaço Europeu da Educação para o período de 2021-2030. Uma das metas a atingir até 2025, é pelo menos 60 % dos recém-diplomados do EFP beneficiarem da exposição à aprendizagem em contexto laboral durante o seu ensino e formação profissionais.

O ensino e a formação profissionais devem adaptar-se rapidamente às necessidades do mercado de trabalho e proporcionar oportunidades de aprendizagem de qualidade, tanto para os jovens como para os adultos.

A Declaração de Osnabrück de 2020 estabeleceu novas ações políticas para o período de 2021-2025 em prol da competitividade sustentável, da justiça social e da resiliência:

- promover a resiliência e a excelência através de um EFP de qualidade, inclusivo e flexível;

- estabelecer uma nova cultura de aprendizagem ao longo da vida, realçando a importância do EFP-C e da digitalização;

- promover a sustentabilidade do EFP;

- desenvolver um espaço europeu da educação e da formação, bem como o EFP a nível internacional.


Fonte: https://education.ec.europa.eu/pt-pt


MJS


 

2024/01/15

Peça do mês de janeiro/2024

 


Micrótomo

 

Equipamento utilizado em contexto das práticas pedagógicas de Ciências Naturais para a realização de experiências. Trata-se de um micrótomo de corrediça, instrumento que permite efetuar cortes finos para preparações microscópicas, em materiais biológicos frágeis.

Está inventariado com o número ME/401109/164 e pertence ao espólio museológico da Escola Secundária de Camões.


MJS


2024/01/11

EEE - Níveis de Ensino: Ensino Superior – Rede Europeia de Instituições de Ensino Superior Inovadoras (ENIHEI)

 

(Logotipo do Heinnovate retirado do site)

Esta rede de instituições de ensino superior desenvolve uma reflexão coletiva inovadora sobre a forma como o ensino superior pode impulsionar a inovação. A rede foi anunciada pela primeira vez na primeira Cimeira Europeia da Educação e da Inovação, em junho de 2022.

Os membros da ENIHEI constituem um fórum para o intercâmbio de conhecimentos, ideias e experiências sobre a forma como o ensino superior pode promover uma cultura de inovação e viabilizar a criatividade, o empreendedorismo e o talento. As suas atribuições são:

- ajudar o sistema de ensino superior europeu a enfrentar o desafio de estabelecer a Europa como líder mundial na próxima vaga de inovação;

- desenvolver ideias e formular recomendações sobre a forma de fazer avançar as ações relevantes em matéria de inovação, quer no âmbito da estratégia europeia para as universidades, quer no âmbito do pilar «talentos» da Nova Agenda Europeia de Inovação;

- elaborar um relatório de recomendações a apresentar na Cimeira da Educação de dezembro de 2022, que servirá de base para a prossecução dos trabalhos da Comissão Europeia, dos Estados-Membros da UE e de outras partes.

As instituições de ensino, como as escolas e as universidades, têm de saber evoluir e adaptar-se para poderem cumprir a sua missão principal: educar os jovens para serem bem-sucedidos num mundo complexo e interligado, confrontado com mudanças tecnológicas, culturais, económicas e demográficas que se sucedem a um ritmo acelerado.

A Comissão apoia a inovação na educação através das seguintes iniciativas:

- Cooperação entre universidades e empresas e Fórum Europeu para o Diálogo Universidades-Empresas

- HEInnovate

- Apoio ao empreendedorismo e à inovação no ensino superior; 

- Relatórios HEInnovate;

- Alianças do Conhecimento;

- Projeto HESS (Ensino Superior para a Especialização Inteligente):

- Plano de Ação para a Educação Digital;

- Grupo de trabalho sobre educação digital: aprendizagem, ensino e avaliação;

- Educação para o empreendedorismo;

- Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (EIT) criado para apoiar a inovação a nível sistémico, da educação ao mercado. Reúne organizações que trabalham no domínio da educação, investigação e inovação (o chamado triângulo do conhecimento) para formar parcerias transfronteiras dinâmicas e criar ambientes que promovam a inovação.

O Instituto promove e apoia uma nova geração de empresários e incentiva a criação de empresas inovadoras, nomeadamente pequenas e médias empresas (PME).

A inovação passa também por uma cooperação mais estreita entre as universidades e as empresas, o que permite:

- incentivar o intercâmbio e a partilha de conhecimentos;

- criar parcerias e oportunidades a longo prazo;

- impulsionar a inovação, o empreendedorismo e a criatividade.


Fonte: https://education.ec.europa.eu/pt-pt


MJS


2024/01/08

EEE - Níveis de Ensino: Ensino Superior – Reconhecimento Mútuo Automático de Qualificações de Ensino

 



(Imagem de vários jovens a estudar sentados numa mesa retirada do site do EEE)


É fundamental promover o reconhecimento mútuo automático de qualificações de ensino superior, de ensino e formação secundários, e de resultados obtidos durante períodos de aprendizagem no estrangeiro. Com a recomendação do Conselho, os Estados-Membros da UE assumem um compromisso político no sentido de tomar medidas para introduzir o reconhecimento automático até 2025.

O Processo de Bolonha procura conferir mais coerência aos sistemas de ensino superior em toda a Europa. Estabeleceu o Espaço Europeu do Ensino Superior para facilitar a mobilidade dos estudantes e do pessoal, fazer com que o ensino superior seja mais inclusivo e acessível e tornar o ensino superior na Europa mais atrativo e competitivo a nível mundial.

No âmbito do Espaço Europeu do Ensino Superior, todos os países participantes se comprometeram a:

- introduzir um sistema de ensino superior de três ciclos, que consiste em estudos de licenciatura, mestrado e doutoramento;

- assegurar o reconhecimento mútuo das qualificações e dos períodos de aprendizagem no estrangeiro concluídos noutras universidades;

- aplicar um sistema de garantia da qualidade, a fim de reforçar a qualidade e a relevância da aprendizagem e do ensino.

A reforma de Bolonha é fundamental para criar a confiança necessária para a mobilidade para fins de aprendizagem bem sucedida, a cooperação académica transfronteiras e o reconhecimento mútuo dos períodos de estudo e das qualificações adquiridas no estrangeiro. Reforçar a qualidade e a relevância da aprendizagem e do ensino é também uma missão fundamental do Processo de Bolonha.

A Comissão, juntamente com as autoridades nacionais, as instituições de ensino superior, os estudantes e outras partes interessadas, desencadeou uma cooperação mais intensa e estruturada entre as instituições de ensino superior europeias. O Processo de Bolonha, foi a resposta dos governos nacionais aos desafios decorrentes da mobilidade dos estudantes e licenciados europeus.

Os Ministros da Educação adotaram também o Comunicado de Paris, cuja visão preconiza:

- uma abordagem inclusiva e inovadora da aprendizagem e do ensino;

- uma cooperação transnacional integrada no domínio do ensino superior, da investigação e da inovação;

- a garantia de um futuro sustentável através do ensino superior.

O Sistema Europeu de Transferência e Acumulação de Créditos (ECTS) é um instrumento do Espaço Europeu do Ensino Superior para tornar os estudos e os cursos mais transparentes. O ECTS ajuda os estudantes a deslocar-se entre países e a obter o reconhecimento das suas qualificações académicas e dos períodos de estudo no estrangeiro.

O sistema permite que os créditos adquiridos numa instituição de ensino superior sejam contabilizados para a obtenção de uma qualificação noutro estabelecimento. Os créditos ECTS representam uma aprendizagem com base em resultados de aprendizagem concretos e no respetivo volume de trabalho. 

A Comissão também financia projetos e divulga boas práticas no domínio da educação para migrantes e refugiados. Entre as numerosas iniciativas que coordena, os aspetos das competências linguísticas e do reconhecimento das qualificações, nomeadamente das qualificações obtidas fora da UE, são fundamentais.


Fonte: https://education.ec.europa.eu/pt-pt


MJS


2024/01/04

EEE - Níveis de Ensino: Ensino Superior – Inclusão e Ligação à Sociedade

 

(Imagem de três jovens sentados a estudar retirada do site do EEE)

 

Para garantir sistemas de ensino superior inclusivos e com ligação à sociedade são necessárias as condições certas para que os estudantes possam ter êxito independentemente do meio de que são oriundos. Isto não se resume à questão de oferecer apoio financeiro aos grupos desfavorecidos. Para assegurar que o corpo estudantil que é admitido e termina os estudos nas instituições europeias de ensino superior reflete a diversidade da população europeia, é necessário melhorar as taxas de acesso e de conclusão dos estudos por estudantes de grupos desfavorecidos e sub-representados. Para o efeito, as autoridades nacionais e as instituições de ensino superior devem:

- adotar uma perspetiva global da forma como são organizados a admissão, o ensino e a avaliação;

- pôr em prática sistemas de mentoria dos estudantes;

- dispensar apoio académico e não académico.

Os grupos sociais menos representados no ensino superior são aqueles que mais probabilidades têm de não dispor de competências de base (literacia, numeracia e competências digitais), de experiência de aprendizagem autónoma e de uma ideia clara do que é o ensino superior. Além disso, as pessoas oriundas de contextos socioeconomicamente desfavorecidos e da migração continuam a ter muito menos probabilidades de começar e terminar estudos superiores. A segregação entre homens e mulheres em função da área de estudos continua ainda a ser uma realidade.

A Comissão comprometeu-se a:

- disponibilizar apoio direto através do programa Erasmus+ para ajudar as instituições de ensino superior a desenvolverem e adotarem estratégias institucionais integradas para fomentar a inclusão, a igualdade de género e o sucesso académico, do momento da admissão até à obtenção do diploma;

- promover o desenvolvimento de programas de estudo flexíveis e modulares que incentivem o acesso ao ensino superior, através da definição de prioridades específicas para as parcerias estratégicas no âmbito do Erasmus+;

- apoiar as instituições de ensino superior que pretendam atribuir créditos do Sistema Europeu de Transferência e Acumulação de Créditos (ECTS) aos estudantes por atividades voluntárias e comunitárias, com base em exemplos positivos existentes;

- apoiar o reconhecimento das qualificações dos refugiados para facilitar o seu acesso ao ensino superior.

Para obter dados sobre a dimensão social do ensino superior, a Comissão cofinancia o projeto Eurostudent que documenta as condições sociais e económicas da vida estudantil na Europa, graças à realização de inquéritos regulares.

Para que as políticas de reforço da inclusão assentem em dados concretos, são necessários investimentos na identificação de grupos-alvo e desfavorecidos, na medição dos progressos no cumprimento das metas, na monitorização dos efeitos intencionais e não intencionais destas políticas e na análise da complexidade dos fatores subjacentes. É também necessário um maior investimento na formação do pessoal do ensino superior para melhorar e adaptar as práticas de aprendizagem e de ensino a estudantes de grupos desfavorecidos.

Para ajudar os estudantes a escolher os estabelecimentos de ensino superior e os programas de estudo, devem ser melhoradas as informações sobre o ensino superior, o leque de escolhas, bem como os sistemas de aconselhamento e orientação disponíveis. A Comissão apoia a U-Multirank, uma ferramenta de comparação de universidades que dá resposta às necessidades do utilizador,

Para que as instituições de ensino selecionem os seus candidatos de forma mais equitativa devem-se desenvolver abordagens mais abrangentes para as políticas de inclusão do ensino superior, com compromissos a longo prazo e um plano de ação que inclua prioridades e metas políticas:

- ligar a política de admissão à procura dos estudantes e do mercado de trabalho. criando um sistema de acompanhamento dos percursos dos diplomados que lhes forneça dados sobre a relevância dos sistemas nacionais de ensino superior;

- incentivar os esforços de inclusão social das instituições de ensino superior através de sistemas de financiamento;

- utilizar as ferramentas desenvolvidas no âmbito do Processo de Bolonha para facilitar a transição para o ensino superior;

- disponibilizar apoio ao pessoal docente e administrativo das instituições de ensino superior para melhorar a qualidade da aprendizagem e do ensino.

Desta forma, é igualmente fundamental promover o reconhecimento mútuo automático de qualificações de ensino superior, de ensino e formação secundários, e de resultados obtidos durante períodos de aprendizagem no estrangeiro. Com a recomendação do Conselho, os Estados-Membros da UE assumem um compromisso político no sentido de tomar medidas para introduzir o reconhecimento automático até 2025.


Fonte: https://education.ec.europa.eu/pt-pt


MJS