2024/04/15

Peça do mês de abril/2024

 



Mimeógrafo

 

Trata-se de uma máquina de reprodução de documentos. A matriz obtém-se a partir de químico hectográfico e papel couché, mediante a utilização de álcool etílico.

O mimeógrafo teve larga utilização como meio barato de reprodução de cópias de textos, sobretudo nas escolas. Estas máquinas, inventadas no início do século XX, funcionavam inicialmente pela força motriz manual, passando, posteriormente, a funcionar a eletricidade.

Está inventariado com o número ME/401092/139 e pertence ao espólio museológico da Escola Secundária de Campos Melo.


 MJS

2024/04/11

Instalações para o ensino (1968 a 1972) - Ministério das Obras Públicas - Escolas Comerciais e Artísticas: Escola Industrial e Comercial da Guarda

- Escola Industrial e Comercial da Guarda -

O Ministério das Obras Públicas concluiu 42 edifícios, no período decorrente de 1968 a 1972, destinados a estabelecimentos dos cursos preparatório, secundário e médio. A título de divulgação, neste post, daremos a conhecer - a Escola Industrial e Comercial da Guarda.

  


Ministério das Obras Públicas (1973). Novas Instalações para o ensino construídas entre 1968 e 1972. Lisboa: Direcção-Geral das Construções Escolares.


P. M. 



2024/04/08

Instalações para o ensino (1968 a 1972) - Ministério das Obras Públicas - Escolas Comerciais e Artísticas: Escola Industrial e Comercial de Gouveia

 

-  Escola Industrial e Comercial de Gouveia -

O Ministério das Obras Públicas concluiu 42 edifícios, no período decorrente de 1968 a 1972, destinados a estabelecimentos dos cursos preparatório, secundário e médio. A título de divulgação, neste post, daremos a conhecer - a Escola Industrial e Comercial de Gouveia.



Ministério das Obras Públicas (1973). Novas Instalações para o ensino construídas entre 1968 e 1972. Lisboa: Direcção-Geral das Construções Escolares.


P. M. 


2024/04/04

Instalações para o ensino (1968 a 1972) - Ministério das Obras Públicas - Escolas Comerciais e Artísticas: Escola Industrial e Comercial de Évora

 

- Escola Industrial e Comercial de Évora -

O Ministério das Obras Públicas concluiu 42 edifícios, no período decorrente de 1968 a 1972, destinados a estabelecimentos dos cursos preparatório, secundário e médio. A título de divulgação, neste post, daremos a conhecer - a Escola Industrial e Comercial de Évora.


Ministério das Obras Públicas (1973). Novas Instalações para o ensino construídas entre 1968 e 1972. Lisboa: Direcção-Geral das Construções Escolares.


P. M. 


2024/04/01

Instalações para o ensino (1968 a 1972) - Ministério das Obras Públicas - Escolas Comerciais e Artísticas: Escola Industrial e Comercial de Espinho

 

- Escola Industrial e Comercial de Espinho -

O Ministério das Obras Públicas concluiu 42 edifícios, no período decorrente de 1968 a 1972, destinados a estabelecimentos dos cursos preparatório, secundário e médio. A título de divulgação, neste post, daremos a conhecer - a Escola Industrial e Comercial de Espinho.


Ministério das Obras Públicas (1973). Novas Instalações para o ensino construídas entre 1968 e 1972. Lisboa: Direcção-Geral das Construções Escolares.


P. M. 


2024/03/28

Instalações para o ensino (1968 a 1972) - Ministério das Obras Públicas - Escolas Comerciais e Artísticas: Escola de Artes Decorativas de António Arroio, Lisboa


- Escola de Artes Decorativas de António Arroio -

O Ministério das Obras Públicas concluiu 42 edifícios, no período decorrente de 1968 a 1972, destinados a estabelecimentos dos cursos preparatório, secundário e médio. A título de divulgação, neste post, daremos a conhecer - a Escola de Artes Decorativas de António Arroio, Lisboa.


Ministério das Obras Públicas (1973). Novas Instalações para o ensino construídas entre 1968 e 1972. Lisboa: Direcção-Geral das Construções Escolares.


P. M. 



2024/03/25

Instituto Histórico da Educação - objetivos e ações

 

Tendo em conta o Decreto-lei 206/98, de 13 de junho (Diário da República n.º 159/1998, Série I-A de 1998-07-13), desde há muito que se fazia sentir a necessidade de uma entidade vocacionada para a salvaguarda e divulgação da memória da educação. Justificou-se, assim, a criação do Instituto Histórico da Educação, com o objetivo de:

a) Salvaguardar e valorizar, de forma sistemática e integrada, o património gerado pelas diversas entidades do Ministério da Educação, bem como por outras entidades do sistema educativo, entendendo-se por património não só o de natureza arquivística e bibliográfica, mas também o de carácter museológico e arquitetónico;

b) promover e ampliar a exploração do património arquivístico pelas respetivas entidades produtoras, para além de uma utilização para fins primários ou administrativos, no sentido de apoiar a definição de políticas, o planeamento e controlo das atividades técnicas, a ação pedagógica, a investigação científica e a divulgação cultural.

O Instituto Histórico da Educação nasceu com a tripla função de conservar, investigar e divulgar os testemunhos da memória educativa. A esta inovação, de concatenar práticas culturais e científicas, por norma assumidas por diferentes entidades, corresponde também a agregação de materiais que é usual verem-se pulverizados em organismos culturais clássicos, tais como os arquivos, as bibliotecas, os museus e as universidades.

Esta vocação integradora não tem subjacente nenhuma perspetiva centralizadora, sendo necessário respeitar a esfera de competência própria de cada uma das instâncias educativas. O Instituto Histórico da Educação assumir-se-á como uma entidade de apoio a iniciativas e projetos locais, com origens e responsabilidades diferenciadas, procurando ir além do espaço institucional e projetando a sua ação junto do conjunto dos atores com intervenção educativa.

A ação do Instituto Histórico da Educação esteve diretamente relacionada com o trabalho de investigação. Não se tratou de reproduzir uma lógica de investigação académica, mas antes de criar as dinâmicas necessárias ao tratamento, à divulgação e à utilização dos fundos documentais e museológicos.






P. M.