2023/12/07

EEE - Níveis de Ensino: Ensino Escolar


 

(Imagem de três crianças junto de uma professora. Um dos alunos tem na mão papel e um lápis, outro observa um microscópio e o último tem na mão um tablet. Imagem retirada do site do EEE)

A Comissão Europeia apoia este nível de ensino no âmbito nacional através da colaboração com os responsáveis políticos para desenvolver políticas e sistemas de ensino escolar e também através do programa Erasmus+.

As áreas prioritárias identificadas para o ensino escolar foram as seguintes:

- desenvolvimento de competências essenciais para a aprendizagem ao longo da vida;

- generalização de uma aprendizagem de elevada qualidade;

- apoio a alunos com necessidades educativas especiais, migrantes e redução do abandono escolar,

- apoio aos professores e dirigentes escolares

- ensino escolar equitativo e eficiente.

É imprescindível garantir o acesso de todos a uma educação inclusiva de qualidade de modo a promover o potencial de jovens e crianças, contribuindo para o desenvolvimento de competências essenciais. O domínio de áreas como a leitura, a matemática e as ciências são fundamentais para a progressão académica.

Atualmente os dados de que a União Europeia dispõe permite afirmar que um em cada 5 jovens de 15 anos de idade não possui competências suficientes de leitura, matemática e ciências. 10% dos jovens abandonaram precocemente a educação e apenas 84.3% dos jovens entre os 20 e os 24 anos de idade concluíram o ensino secundário. As causas desta situação apontam para os contextos socio económicos e culturais. Para além disso, o bem-estar dos alunos e o sentimento de pertença à escola estão a diminuir.

A União Europeia criou a iniciativa Percursos para o Sucesso Escolar no intuito de fazer face a estes desafios. As recomendações do Conselho do Espaço Europeu da Educação focam-se nos seguintes aspetos:

- gestão e governação das escolas, incluindo as questões relativas à garantia da qualidade;

- modalidades de aprendizagem — currículos e programas de estudos, métodos de avaliação, apoios e meios pedagógicos específicos, transição entre níveis de ensino;

- apoio aos alunos, ambiente de aprendizagem propício ao bem-estar dos alunos e interação positiva respeitadora da diversidade e promotora do bem-estar dos alunos na escola;

- reforço do papel dos professores na eliminação das desvantagens que afetam o desempenho escolar;

- participação dos pais e famílias na tomada de decisões e nas atividades escolares;

- colaboração dentro das escolas e fora das escolas com as partes interessadas e a comunidade em geral.

Foi igualmente criado o Prémio Europeu do Ensino Inovador que tem como objetivos celebrar os êxitos dos professores e das escolas e valorizar o seu trabalho; promover práticas de ensino e aprendizagem excecionais; proporcionar meios para a aprendizagem mútua; e salientar o valor do Programa Erasmus+ para a colaboração dos professores europeus e a criação do Espaço Europeu da Educação.

 

Fonte: https://education.ec.europa.eu/pt-pt


MJS


 

2023/12/04

EEE - Níveis de Ensino: Educação e Acolhimento na Primeira Infância



(Imagem de duas crianças a brincar retirada do site do EEE)


Este nível de ensino refere-se a crianças desde o nascimento até ao primeiro ano do ensino básico, cuja idade pode variar em cada Estado Membro.

As iniciativas neste nível de ensino incluem centros de dia e o ensino pré-escolar. Um elevado nível da educação nesta fase da vida da criança é um garante do sucesso educativo, bem-estar, empregabilidade e integração social. Como tal, é especialmente importante em casos de crianças que provêm de meios mais desfavorecidos.

A Comissão Europeia apoia os diversos estados e facilita a cooperação entre todos fornecendo dados e análises sobre esta área que está identificada como prioritária.

O Conselho da União Europeia identificou 5 componentes chave para um ensino de qualidade:

- acesso à educação e acolhimento na primeira infância;

- formação de profissionais especializados; 

definição de currículos apropriados

- administração e financiamento;

- monitorização e avaliação dos sistemas.

O objetivo é conseguir que pelo menos 96% das crianças entre os 3 anos e a idade de início do ensino básico tenham acesso à educação na primeira infância.


Fonte: https://education.ec.europa.eu/pt-pt


MJS


  

2023/11/30

Temas centrais do EEE: Diálogo Político


(Imagem de quatro estudantes num corredor retirada do site do EEE)

A União Europeia organizou uma série de fóruns de diálogo sobre a política em matéria de ensino superior, com vários países e regiões fora da Europa.

Parceria Oriental - iniciativa política conjunta que visa aprofundar e reforçar as relações entre a União Europeia e os seus Estados-Membros, por um lado, e seis países parceiros do Leste, por outro: a Arménia, o Azerbaijão, a Bielorrússia, a Geórgia, a República da Moldávia e a Ucrânia. 

São debatidas questões políticas em quatro plataformas temáticas:

 - Reforço das instituições e boa governação;

- Desenvolvimento económico e oportunidades de mercado;

- Conectividade, eficiência energética, ambiente e alterações climáticas;

- Mobilidade e contactos entre as pessoas.

São privilegiadas as seguintes prioridades:

- Apoiar e capacitar os jovens, contribuindo para a elaboração de uma política de juventude inclusiva e baseada em dados concretos; 

- Apoiar a educação, a formação e a transição dos jovens para o mundo do trabalho através de um diálogo entre pares sobre as políticas e as instituições.

 

Cooperação UE-Sul do Mediterrâneo - A Comissão Europeia está empenhada em:

- Apoiar a modernização dos sistemas de ensino superior;

- Reforçar o apoio ao ensino e à mobilidade para fins de aprendizagem de estudantes, professores, pessoal universitário e jovens dos países do Sul do Mediterrâneo.

São vários os Programas que a União Europeia disponibiliza: Erasmus+, Ações Marie Skłodowska Curie ou a Fundação Europeia para a Formação.

 

Plataforma dos Balcãs Ocidentais para a Educação e a Formação - Esta cooperação inclui a Albânia, a Bósnia e Herzegovina, a Macedónia do Norte, o Kosovo, o Montenegro e a Sérvia.

O objetivo de longo prazo deste diálogo consiste em prestar assistência aos Balcãs Ocidentais com os seus esforços de reforma e prepará-los para as responsabilidades decorrentes da futura adesão à União Europeia, incluindo a plena participação nos programas da UE no setor do ensino.

 

África - A Parceria Estratégica África- UE, que envolve 107 universidades em 41 países africanos, bem como organismos regionais e estudantes. O diálogo resultou nas seguintes iniciativas: Tuning Africa (processo de colaboração que passa em revista as competências e aptidões necessárias para uma determinada disciplina) e a Harmonização dos sistemas de garantia da qualidade e de acreditação do ensino superior em África (HAQAA) que apoia o quadro pan-africano de garantia da qualidade e de acreditação.

África participa também ativamente no programa Erasmus+ e os investigadores africanos beneficiam de apoio através das Ações Marie Skłodowska Curie. O Programa de Mobilidade Académica Intra-África financia parcerias e ações de mobilidade entre universidades africanas.

 

Brasil - A UE e o Brasil assinaram uma Declaração conjunta sobre a cooperação no domínio da educação e da formação. A Comissão e as autoridades brasileiras responsáveis pela educação e a formação realizaram dois diálogos políticos a nível governamental e um simpósio.

 

Japão - O Acordo de Parceria Estratégica entre a UE e o Japão inclui uma série de diálogos políticos sobre educação, cultura e desporto. A cooperação com o Japão no âmbito de programas da UE, principalmente o Erasmus+, é bem reconhecida e as partes chegaram a acordo sobre uma nova cooperação para a mobilidade dos investigadores.

 

China - Na última década, a União Europeia e a China cooperaram estreitamente nos domínios da educação e formação, da cultura, do multilinguismo e da juventude. A cooperação consistiu em diálogos políticos regulares a nível governamental, bem como em realizações concretas em termos de projetos e eventos conjuntos. O HPPD é o mecanismo abrangente que congrega todas as iniciativas conjuntas UE-China no domínio dos intercâmbios entre pessoas. Estas iniciativas decorrem das conclusões dos diálogos entre dirigentes e altos funcionários, nas quais se definem os objetivos a longo prazo, se trocam boas práticas e se exploram os eventuais domínios da futura cooperação. O HPPD visa contribuir para reforçar a confiança mútua e para consolidar a compreensão intercultural entre a UE e a China.

 

Índia - A União Europeia e a Índia cooperam numa série de questões no domínio da educação, nomeadamente:

- A modernização do ensino superior;

- A excelência académica;

- A mobilidade dos docentes e dos estudantes;

- O ensino e a formação profissionais;

- A aprendizagem ao longo da vida;

- A transparência;

- A qualidade e a equidade na educação;

- O reconhecimento mútuo das qualificações.

 

México - Desde 2010, a Comissão Europeia e as autoridades mexicanas responsáveis pela educação e a formação realizaram dois diálogos políticos a nível governamental. O objetivo destes diálogos consistiu em debater, a alto nível, temas de interesse comum, a fim de proceder ao intercâmbio de boas práticas e de identificar áreas concretas para futura cooperação.

 

África do Sul - a União Europeia e a República da África do Sul reconheceram o contributo fundamental da educação e da formação para o desenvolvimento das sociedades e economias baseadas no conhecimento, bem como o papel crucial que desempenham na promoção do crescimento e do emprego.

 

Coreia do Sul - A União Europeia (UE) e a República da Coreia (RC) cooperam, em especial no domínio do ensino superior, reconhecendo ambas o contributo fundamental deste domínio para o desenvolvimento de uma economia globalmente competitiva e baseada no conhecimento, promovendo assim o crescimento económico e o emprego.

 

Estados Unidos da América - A cooperação com os Estados Unidos da América é apoiada através de programas da União Europeia para a cooperação universitária abertos a todo o mundo, sendo fomentada por outras iniciativas complementares, incluindo uma vertente bilateral do Programa Fulbright-Schuman que financia licenciaturas e pós-graduações, bem como investigação e conferências no domínio das relações UE-EUA. O Seminário de jovens dirigentes da UE e dos EUA é uma plataforma que visa promover os contactos interpessoais entre a UE e os Estados Unidos.


Fonte: https://education.ec.europa.eu/pt-pt

 

 MJS


2023/11/27

Temas centrais do EEE: o Espaço Europeu da Educação no mundo



(Imagem de duas crianças sentadas numa mesa com papeis e lápis de cor, observando um tablet. Imagem retirada do site do EEE)


A cooperação internacional ao nível da educação é fundamental para solucionar os desafios globais existentes e emergentes. A partilha de conhecimentos, políticas e práticas nestes domínios ajuda também a atingir as prioridades geopolíticas da União Europeia.

Para solucionar estes desafios, a União Europeia está a tomar as seguintes medidas:

- expandir a dimensão internacional do Programa Erasmus+ (2021-2027), através de projetos de cooperação e de intercâmbio de pessoas;

- promover a atratividade do ensino superior europeu através do projeto Study in Europe;

- participar em diálogos políticos sobre educação e outros temas conexos com inúmeros países e regiões do mundo inteiro.

No que respeita às instituições de ensino superior é necessário estabelecer relações com o mundo exterior além-fronteiras, para realizar o seu objetivo de dotar os profissionais e os decisores do futuro das competências relevantes. Dar uma dimensão internacional às políticas de ensino superior da UE contribui para a realização dos objetivos políticos internos da UE em matéria de educação e formação. A cooperação internacional neste domínio apoia igualmente a inovação e a criação de emprego na UE através da mobilidade de competências entre países. Um período de estudo ou de ensino no estrangeiro é reconhecido por todos como um fator que melhora a empregabilidade individual.

Para além disso, é uma ferramenta eficaz para apoiar os esforços da diplomacia pública da UE em todo o mundo, incentivando o apoio às políticas da União Europeia além das suas fronteiras. Muitos projetos de cooperação no domínio do ensino superior estão a desenvolver competências que são necessárias para realizar progressos efetivos também relativamente a outros objetivos, por exemplo, para melhorar a eficiência energética, proteger o ambiente marinho ou garantir a segurança alimentar.

O programa Erasmus+ apoia a modernização dos programas de ensino, contribui para melhorar a qualidade do ensino e da educação, apoia uma governação mais transparente da educação e a cooperação entre os setores público e privado neste domínio.

É importante promover o ensino superior europeu a estudantes e investigadores de países que não pertencem à União Europeia. A iniciativa da Comissão Estudar na Europa disponibiliza uma plataforma que permite promover e facultar informações sobre os sistemas e as instituições de ensino superior dos países europeus. A plataforma e as suas atividades nas redes sociais ajudam os estudantes a fazer uma escolha fundamentada sobre destinos e programas de estudo na Europa, informando-os também sobre aqueles que podem ser menos conhecidos no estrangeiro.


Fonte: https://education.ec.europa.eu/pt-pt


MJS


 

2023/11/23

Temas centrais do EEE: Educação Ecológica

 

(Imagem de três crianças a observar uma planta com uma lupa, junto de um professor. Imagem retirada do site do EEE)


A União Europeia pretende encorajar o ensino a contribuir para a transição ecológica e para a sustentabilidade. Os estudantes de todas as idades têm de ser capazes de desenvolver os conhecimentos, as competências e as atitudes para viver de forma mais sustentável, mudar os padrões de consumo e contribuir para um futuro mais ecológico. A educação e a formação são essenciais para ajudar as pessoas a passar da tomada de consciência à ação individual e coletiva em favor do ambiente.

No entanto, apesar de existirem cada vez mais iniciativas, a educação para a sustentabilidade ambiental ainda não faz parte das práticas educativas na UE.

A Comissão Europeia está a combater estes problemas através de um conjunto de ações:

- a Educação ao Serviço da Proteção do Clima, uma comunidade em crescimento de estudantes e professores que tomam uma posição ativa em questões relacionadas com as alterações climáticas e a sustentabilidade;

- uma proposta de recomendação do Conselho sobre a aprendizagem direcionada para os objetivos da sustentabilidade ambiental;

- o novo Quadro Europeu de Competências em Matéria de Sustentabilidade estabelece conhecimentos, competências e atitudes que todos os estudantes necessitarão para a transição ecológica;

- a iniciativa Investigadores nas Escolas dá aos jovens investigadores a oportunidade de dialogarem com professores e estudantes sobre as alterações climáticas e o desenvolvimento sustentável;

- colaboração com o Banco Europeu de Investimento (BEI), que permite aos Estados-Membros acederem ao financiamento para infraestruturas educativas sustentáveis e o desenvolvimento de capacidades e pedagogias

- os programas Erasmus+ (2021-2027) e Corpo Europeu de Solidariedade tornaram-se mais verdes e mais digitais.

Os europeus consideram as alterações climáticas um dos problemas mais graves com que o mundo se depara nos dias de hoje. O setor da educação e formação, como todos os setores, deve tomar medidas para dar resposta a esta crise planetária:

- dotar os discentes e os educadores dos conhecimentos, competências e atitudes necessárias para uma economia e uma sociedade mais ecológicas e sustentáveis;

- ajudar as instituições de ensino e formação a integrar a sustentabilidade no ensino e na aprendizagem e em todos os aspetos do seu funcionamento;

- criar um entendimento comum sobre as mudanças profundas e transformadoras necessárias na educação e na formação para a sustentabilidade e a transição ecológica.

O Conselho da União Europeia adotou uma Recomendação sobre a aprendizagem em prol da transição ecológica e o desenvolvimento sustentável que pode ser integrada em todos os aspetos da educação e da formação. Apela aos Estados-Membros que:

- tornem a aprendizagem para a transição ecológica e o desenvolvimento sustentável uma prioridade nas políticas e nos programas de educação e formação;

- proporcionem a todos os alunos oportunidades para estudar a crise climática e a sustentabilidade no ensino formal e no não formal;

- mobilizem fundos nacionais e da UE para investir em equipamentos, infraestruturas e recursos ecológicos e sustentáveis;

- apoiem os educadores para que estes desenvolvam os conhecimentos e as competências necessárias para dar aulas sobre a crise climática e a sustentabilidade e para aprender a lidar com a eco ansiedade dos seus alunos

- criem ambientes de aprendizagem propícios à sustentabilidade que abranjam todas as atividades e áreas de funcionamento de um estabelecimento de ensino e permitam um ensino e uma aprendizagem práticos, interdisciplinares e pertinentes para os contextos locais;

- envolvam ativamente os estudantes e o pessoal, as autoridades locais, as organizações de juventude e a comunidade de investigação e inovação na aprendizagem para a sustentabilidade.

A Comissão Europeia apoia a aplicação da recomendação através de um grupo de trabalho específico sobre a sustentabilidade na educação, Aprendizagem para a Sustentabilidade. O grupo publicou uma série de documentos informativos e mensagens políticas fundamentais sobre temas como a sustentabilidade de toda a escola, os planos curriculares e as competências, a conceção de políticas eficazes e a formação de professores.

O Quadro Europeu de Competências em matéria de Sustentabilidade («GreenComp»), foi publicado em janeiro de 2022 e pode ser utilizado em programas e políticas de educação e formação em contextos formais, não formais e informais. O quadro define os quatro grupos de competências relacionados com a sustentabilidade que devem ser adquiridos pelos aprendentes de todas as idades. Cada competência tem três subpartes, a saber:

1. Incorporar valores de sustentabilidade

    - valorizar a sustentabilidade;

    - apoiar a equidade;

    - promover a natureza.

2. Integrar a complexidade na sustentabilidade

    - pensamento sistémico;

    - pensamento crítico;

    - enquadramento de problemas.

3. Agir em prol da sustentabilidade

    - agência política;

    - ação coletiva;

    - iniciativa individual.

4. Prever futuros sustentáveis

    - literacia sobre o futuro;

    - adaptabilidade;

    - pensamento exploratório.

5. Financiamento

Três das academias, iniciadas em 2022 e com uma duração de três anos, centram-se especificamente na sustentabilidade:

- A EduSTA (Academy for Sustainable Future Educators) criará percursos de aprendizagem em que os professores possam desenvolver e demonstrar as suas competências em matéria de educação para a sustentabilidade através de emblemas digitais. 

- O projeto TAP-TS (Teacher Academy Projects) produzirá, testará e validará pacotes de recursos relacionados com a sustentabilidade destinados às escolas e à formação de professores. 

- A CLIMADEMY centra-se em ajudar os professores a compreender melhor as causas, o impacto e as possibilidades de atenuação das alterações climáticas e criará uma rede de professores com formação no domínio das alterações climáticas. 


Fonte: https://education.ec.europa.eu/pt-pt


MJS


2023/11/20

Temas centrais do EEE: Educação Digital


 

(Imagem de vários adultos sentados numa secretária a trabalhar num computador portátil. Imagem retirada do site do EEE)


As competências digitais são fundamentais, garantindo que cada cidadão tem acesso a um emprego. Num futuro próximo, o ensino e o acesso ao emprego estarão condicionados a um nível de competências digitais. As mudanças tecnológicas implicam o desenvolvimento de competências ao longo da vida de forma a garantir a competitividade económica e a participação na vida social.

O Plano de Ação de Educação Digital fornece ferramentas de autorreflexão gratuitas:

SELFIE(Self-Reflection on Effective Learning by Fostering the Use of Innovative Educational Tecnologies). Trata-se de uma ferramenta personalizável, fácil de utilizar e gratuita para ajudar as escolas a avaliar a sua situação em termos da aprendizagem na era digital.

SELFIE para Aprendizagem em Contexto Laboral (WBL) é uma ferramenta em linha gratuita para as escolas e empresas do ensino e formação profissionais (EFP). Ajuda-as a tirar o máximo partido das tecnologias digitais no ensino, na aprendizagem e na formação. A SELFIE WBL ajuda igualmente as escolas e as empresas a prepararem-se para a era digital.

SELFIE For Teachers cujo objetivo é apoiar e desenvolver as competências digitais dos docentes.

 

 Fonte: https://education.ec.europa.eu/pt-pt


MJS

 


2023/11/16

Peça do mês de novembro/2023

 


Rosa do Deserto

 

Espécime utilizado para observação nas matérias de Geologia. Integra uma grande coleção da Escola, com espécimes maioritariamente recolhidos pelos alunos e professores. Encontra-se acondicionado numa caixa sem tampa.

A peça está inventariada com o número ME/400208/327 e pertence ao espólio museológico da Escola Secundária de Francisco Rodrigues Lobo.


MJS