2023/01/02

Invenções que mudaram o mundo: a vacina

 


(Imagem de uma seringa retirada da internet)

A vacina é uma preparação biológica utilizada como terapêutica preventiva para uma determinada doença. Uma vacina contém um agente patogénico semelhante à doença e ao ser introduzida no organismo estimula a resposta imunitária contra esse agente. O corpo humano retém uma memória imunológica para que possa reconhecer e destruir os microrganismos que provocam a doença. A vacinação é o método mais eficaz para prevenir a disseminação infeciosas e produzir imunidade generalizada.

Pensa-se que terá sido na China e na Índia que se fizeram as primeiras tentativas de imunização contra a varíola. Esta doença proliferou na Europa matando cerca de 30% dos infetados. Manifestava-se através de febre e vómitos, seguido de pústulas que se estendiam a todo o corpo. Os doentes que sobreviviam ficavam desfigurados e muitos cegavam.

O método utilizado para prevenir esta doença era a variolação: obtinha-se uma amostra de varíola que era injetada no indivíduo através de uma agulha ou apenas esfregada na pele. Não se sabia porque é que isto sucedia, mas era notório o resultado.

Durante o século XVIII, o médico Thomas Dimsdale dedicou-se ao estudo desta doença e ao método de variolação. Verificou que as pessoas inoculadas se tornavam, na sua maior parte, imunes à doença. Este médico foi chamado pela Imperatriz Catarina da Rússia para proceder à sua inoculação e do príncipe herdeiro, que foi um sucesso.

Edward Jenner, médico inglês, após anos de estudo e observação chegou à seguinte conclusão: quando ocorriam surtos de varíola, os indivíduos que ordenhavam as vacas não contraiam a doença. No entanto, eram portadores da doença chamada cowpox, ou varíola das vacas. Para testar a sua teoria, realizou uma experiência em 1769, inoculando o filho do seu jardineiro com o vírus da varíola das vacas, tendo tido sucesso. Apesar de não ter conhecimentos de imunologia, o médico propôs a disseminação da vacina.

Em 1799 foi criado um instituto de vacinação em Londres e em 1800, a Marinha Britânica adotou a vacinação. A partir do século XIX foram enormes os esforços para levar a vacina a toda a população. Em 1959, a Organização Mundial de saúde levou a cabo uma campanha de erradicação da doença que terminou em 1980.

A outra vacina que também merece destaque é a vacina da raiva, criada por Louis Pasteur através de um método científico. Pasteur conseguiu descrever o papel dos micro-organismos na transmissão de infeções. A raiva era causada pelo Lyssavirus, instalando-se no sistema nervoso e nas glândulas salivares, de forma que os humanos que fossem mordidos por cães com a doença acabavam por a contrair.


(Imagem de Pasteur no seu laboratório retirada da internet)

Em 1885, o investigador conseguiu isolar extratos da medula de um animal infetado que inoculou numa criança de oito anos mordida por um cão, Joseph Meister, que se tornou o primeiro sobrevivente da doença.

Em 1879, descobriu o Bacillusanthracis e em 1881, juntamente com Charles Chamberland, criaram uma vacina contra o carbúnculo.

Em 1887, Pasteur fundou o seu próprio Instituto, com o objetivo de proceder à investigação científica da patologia e transmissão de doenças e produção de vacinas. O trabalho aqui desenvolvido permitiu controlar doenças como a difteria, o tétano, a tuberculose, a poliomielite, a gripe ou a febre amarela. Em 1983 foi aqui isolado pela primeira vez o vírus do HIV.

Ao longo de todo o século XIX e XX foram feitos enormes progressos na área da vacinação, bem como na identificação de bacilos que mudaram a saúde da população mundial para sempre.

Em Portugal, Manuel Joaquim Henriques de Paiva publicou em 1801 uma obra sobre a vacina da varíola. Só em 1880 obra de Edward Jenner seria traduzida para português.

Em 1812 foi criada a Instituição vacínica na Academia Real das Ciências de Lisboa, com o incentivo de Bernardino António Gomes. A vacinação foi amplamente divulgada e a população estava consciente das suas vantagens. A esperança média de vida aumenta e a mortalidade diminui. 

As descobertas de Pasteur tiveram eco em Portugal levando à criação de um gabinete de Microbiologia na Faculdade de Medicina de Coimbra em 1882. Em 1899 com instalações próprias, desenvolveu-se o Real Instituto Bacteriológico de Câmara Pestana. A sua função era a preparação de soros para tratamento de doenças e de vacinas.

Em 1965 Portugal iniciou um Programa Nacional de Vacinação, apesar de algumas vacinas já serem obrigatórias. Também neste ano surgiu o Boletim Individual de saúde, onde se registavam as vacinas e as datas.


MJS

2022/12/29

Invenções que mudaram o mundo: a televisão

 

Televisão

ME/401122/66

Escola Secundária Carlos Amarante

Televisão utilizada para visualização de filmes. Trata-se de um sistema de receção de imagens e som, a partir da análise e conversão da luz e do som em ondas eletromagnéticas. Estas são reconvertidas e podem ser visualizadas/ouvidas através deste aparelho. É constituído por uma caixa paralelepipédica, com ecrã de cantos arredondados.


A televisão é um sistema de transmissão de imagem e som através de ondas eletromagnéticas ou de cabos. As câmaras e microfones captam a imagem e o som que são difundidos através de ondas eletromagnéticas ou cabos até ao aparelho recetor, a televisão, que reconverte essas ondas em imagem e em som.

A grande evolução nas áreas da física, química e matemática permitiram a criação deste aparelho. Em 1842, Alexander Bain conseguiu transmitir telegraficamente uma imagem. Em 1873, Willoughby Smith descobriu que o selénio era um elemento química capaz de converter energia luminosa em energia elétrica. Em 1884, Paul Niokow desenvolveu um disco com orifícios que fracionavam uma imagem que podia ser reorganizada para transmissão.

Em 1920 John Logie Baird empregou os conhecimentos adquiridos e construiu um modelo de televisão, melhorando a nitidez e o som. A demonstração do aparelho na Academia Britânica deu-se em 1926. Este modelo foi adotado pela BBC até 1937.

Em 1924, Wladimir Zworykin inventou o iconoscópio, uma espécie de tubo de imagem, aproveitado pela companhia americana RCA.

Philo Taylor Farnsworth utilizou os conhecimentos da altura, nomeadamente o tubo de raios catódicos inventado por Karl Braun para conseguir a transmissão de imagens por via eletrónica. Em 1927 testou com êxito a sua invenção e em 1938 criou a sua companhia de televisões e rádios.

Ernst Alexanderson pesquisou sobre a transmissão de imagem sem necessidade de cabos e fez uma demonstração pública da sua televisão em 1928.

Antes da década de 30, a televisão era um objeto extremamente dispendioso e o seu uso estava restrito a famílias com capacidade financeira elevada. Em 1934, a empresa Telefuken fabricou os primeiros aparelhos utilizando o tubo de raios catódicos, interrompido pela Segunda Guerra Mundial. Posteriormente, o produto tornou-se bastante mais acessível e começou a entrar na casa de um maior número de habitantes.


(Imagem de uma televisão retirada da internet)

Existiam normas de definição e codificação de cores que dificultaram as transmissões internacionais. Na década de 60, a utilização do satélite permitiu não só as ligações internacionais, mas também intercontinentais. Iniciam-se as transmissões a cores com o sistema NTSC em 1953 e diversificam-se as produções e os programas de entretenimento. A televisão expande-se rapidamente a todo o mundo provocando uma transformação nos meios de comunicação de massas.

Em Portugal a primeira emissão televisiva ocorreu em 1956, a preto e branco, passando a emissões regulares a partir de 1957 apenas na região de Lisboa. Estendeu-se a todo o Portugal Continental e Insular e em 1968 estreou-se o segundo canal da RTP. Após o 25 de abril de 1974 a empresa foi nacionalizada.

Em 1992 e 1993 iniciaram-se as emissões da SIC (Sociedade Independente de Comunicação) e da TVI (Televisão Independente). A transmissão por cabo teve inicio em 1994.

A televisão foi o agente de uma enorme revolução cultural, como veículo de informação e entretenimento, transmitindo crenças e valores.


MJS

2022/12/26

Invenções que mudaram o mundo: o telescópio

 

Luneta

ME/401109/260

Escola Secundária de Camões

Instrumento utilizado em contexto das práticas pedagógicas nas aulas de Física ou Astronomia. Trata-se de uma luneta terrestre formada por um tubo de latão que contêm objetivas utilizadas para a observação de objetos terrestres durante o dia. Encontra-se montada numa base de madeira.


O telescópio é um instrumento que permite a observação de objetos a longa distância. Os telescópios óticos são os mais comuns, constituídos por uma objetiva e uma ocular. Existem igualmente outros que captam a radiação eletromagnética, radiação infravermelha, radiofrequência ou micro-ondas.

Isto quer dizer que os telescópios podem ser divididos em dois tipos de categorias, ou seja, refratores e refletores. Os refratores são constituídos por lentes, uma objetiva e uma ocular, ampliando um determinado objeto. Os refletores possuem um espelho côncavo que capta a luz e a foca num determinado ponto. Com a evolução no campo da astrofísica, percebeu-se que os corpos celestes emitiam ondas de rádio, tendo sido criados os radiotelescópios.

O telescópio foi inventado em 1608 por Hans Lippershey que construiu este instrumento para a observação de objetos a longa distância. O seu objetivo era militar e não astronómico.

Em 1609, Galileu aperfeiçoou o telescópio com polimento do vidro para observações astronómicas. Com este microscópio foram descobertos vários fenómenos como as manchas solares, as crateras lunares, as fases do planeta Vénus, os satélites de Júpiter e várias estrelas e constelações. As conclusões de Galileu contribuíram em muito para o reforço do sistema heliocêntrico de Copérnico.

Pouco tempo depois, Johannes Kepler melhora o telescópio através da introdução de duas lentes convexas. A ótica das lentes foi estudada por este cientista que publicou duas obras dedicadas ao tema.

Cerca de 1655 Christiaan Huygens construiu o maior telescópio visto até então, com cerca de 3, 7 metros. Isto permitiu observações mais precisas, incluindo os anéis de Saturno.

Isaac Newton, após alguns anos de estudo, concluiu que os telescópios com duas lentes criam um efeito de aberração cromática que altera a luz. Cria um novo modelo que usa espelhos e que se tornou bastante popular por ser mais simples e mais barato.


Telescópio astronómico

ME/404408/250

Escola Secundária Rainha D. Amélia

Telescópio de 50mm utilizado nas aulas de Ciências Naturais e Geografia que permite observar os astros. Encontra-se sobre um tripé.


A evolução deste instrumento estagnou até cerca de 1897, quando Charles Yerkes financiou o Observatório Yerkes em Wisconsin nos Estados Unidos da América. George Ellery Hale foi o responsável pela construção de um telescópio com lentes de 102 centímetros de diâmetro. Carl Sagan foi um dos cientistas que também passou por esta fundação.

Após a Primeira Guerra, cerca de 1930, Karl Guthe Jansky, construiu o telescópio a rádio que conseguia receber sinais de rádio. Sir Bernard Lovell, após a Segunda Guerra Mundial construiu um enorme telescópio para observação espacial. Em Cheshire, no Reino Unido, foi inaugurado o Observatório Jodrell Bank, equipado com um telescópio de 76 metros.

A NASA, após vários anos de estudo lançou o telescópio Hubble para o espaço. Este possuía um espelho de 2, 4 metros captando imagens de alta definição. Atualmente a NASA, a ESA (European Space Agency) e a CSA (Canadian Space Agency) construíram o James Webb Space Telescoppe com 18 espelhos hexagonais perfazendo um diâmetro de 6, 5 metros, lançado em dezembro de 2021.


MJS

2022/12/22

Invenções que mudaram o mundo: o telefone

 

Telefone

ME/401109/177

Escola Secundária de Camões

Instrumento utilizado em contexto das práticas pedagógicas de Física para exemplificar a comunicação a longa distância. Trata-se de um telefone constituído por uma caixa em madeira assente numa base retangular, também em madeira, para fixação vertical. No centro da tampa da caixa situa-se o microfone, com um bocal cónico. Do lado direito da caixa sai um gancho metálico fixo ao mecanismo de alavanca, suportando exteriormente um auscultador, que conforme este esteja apoiado ou não no gancho regula os mecanismos de receção ou emissão. O auscultador contém a respetiva bobine indutora eletromagnética e membrana vibratória. Na parte superior da caixa existe ainda uma campainha.


O telefone é um sistema de comunicação que permite transmitir um som, a voz humana, a longa distância através de sinais elétricos. Este aparelho transforma energia acústica em energia elétrica no ponto emissor e energia elétrica em acústica no ponto recetor.

O aparelho é constituído por um microfone, um auscultador e uma unidade de marcação de dígitos. Os telefones têm de estar ligados a uma central telefónica para que possa funcionar.

Em 1876 Alexander Graham Bell inventou o telefone, depois de várias experiências com Thomas Watson: através da ligação ente eletroímanes verificaram que falando junto à membrana do emissor era produzida uma vibração elétrica transmitida ao aparelho recetor. Estas experiências precisaram de vários aperfeiçoamentos até ao aparelho final. No ao seguinte foi criada a primeira empresa telefónica do mundo, a Bell Telephone Company.

Apesar da descoberta ser atribuída a Bell, sabe-se que cerca de 1860, Antonio Meucci, um italiano a viver em Nova Iorque, inventou o “telégrafo falante”. Ete telefone permitia a Meucci comunicar com a sua esposa que se encontrava doente enquanto ele trabalhava.

Estes primeiros telefones funcionavam através da ligação a uma central, operada por uma telefonista que fazia a conexão ao número desejado. Era necessário girar uma manivela no aparelho para que esta ligação fosse efetuada.

A primeira experiência telefónica em Portugal ocorreu em 1877, entre Carcavelos e Lisboa. Em 1882 a rede telefónica foi inaugurada e pertencia à Edison Gower Bell Telephone Company of Europe Ltd. Entre 1887 e 1968 passou para a The Anglo Portuguese Telephone Company. Em 1930, surgiram as primeiras centrais automáticas.

Estas centrais automáticas utilizavam discos para enviar a sinalização e permaneceram em funcionamento até à década de 60 com o aparecimento dos telefones de teclado eletrónico.

Em 1950 desenvolveu-se o modelo clássico do telefone com um círculo com números para girar. Em 1970 surgiu o telefone fixo com botões e em 1980 foi criado o telefone sem fios, um verdadeiro avanço tecnológico.


Telefone

ME/ESAD/285

Escola Secundária Afonso Domingues

Instrumento utilizado pela administração ou secretariado da escola. Trata-se de um telefone, um aparelho de comunicação que transmite sons através de sinais elétricos. É constituído por uma base, na qual se encaixa um auscultador. Este modelo possui um disco numerado na zona frontal, que permite a ligação telefónica.


A década de 90 caracterizou-se pelo aparecimento dos primeiros telefones móveis com écran a preto e branco onde se podiam observar os números marcados no teclado. Em 2000, os telemóveis voltam a evoluir com um écran colorido e design personalizado. Em 2002 introduz-se uma máquina fotográfica digital. Em 2005 os telemóveis têm capacidade para armazenamento de dados de arquivo de música.

Em 2007 a Apple lança o iPhone com touchsreen: é o primeiro smartphone.


MJS

2022/12/19

Invenções que mudaram o mundo: o satélite

 

(Imagem de um satélite retirada da internet)


Um satélite artificial é qualquer tipo de engenho criado pelo ser humano e colocado em órbita ao redor de qualquer planeta, com uma função específica. Atualmente existem vários tipos de satélites, com funções específicas; satélites de comunicação, meteorológicos, astronómicos, militares e ainda as estações espaciais.

Os primeiros estudos sobre a colocação de objetos em órbita surgiram com Isaac Newton. Vários escritores de ficção científica lançaram a ideia de um satélite em órbita, como é o caso de Júlio Verne ou Edward Everett Hale.

Em 1923 Herman Oberth acentuou a importância da existência de estações espaciais à volta da Terra. Cerca de 1930, Konstantin Tsiolkovsky realizou vários cálculos que permitiriam perceber a velocidade necessária para colocar objetos em órbita.

No âmbito do Ano Internacional da Geofísica, cerca de 1957/58, pretendeu-se lançar vários satélites com o objetivo de aprofundar o conhecimento da superfície terrestre. O governo norte-americano iniciou estudos nesse sentido, mas a União Soviética a 4 de outubro de1957 lançou o primeiro satélite artificial, o Sputnik 1, com 58 centímetros de diâmetro e 83, 6 quilogramas. Foi o início da corrida espacial: a 3 de novembro do mesmo ano foi lançado o Sputnik 2 com o primeiro ser vivo, a cadela Laika. Como resposta, os Estados Unidos colocaram em órbita o seu primeiro satélite a 31 de janeiro de 1958, o Explorer I.

A época da Guerra fria levou à criação de vários programas militares de satélites: o Discoverer, o SAMOS (Sistema de Observação de satélites e Mísseis) e o MIDAS (Sistema de Alarme de Defesa contra Mísseis). Em 1962 terminou o programa Discoverer e iniciou-se um outro com as mesmas funções, ou seja, obter imagens dos países inimigos, o Corona. O programa SAMOS tinha a mesma função do Discoverer: a única diferença era a forma de transmissão dos dados e, como tal, teve uma curta duração. Através do sistema MIDAS foram detetados vários mísseis soviéticos, mas terminou em 1966.

Para além do fator militar, os satélites constituíam um importante instrumento de comunicação. Em 1958, os Estados Unidos lançaram o SCORE (Equipamento de Retransmissão do Sinal de Comunicação) e criaram a NASA.

Em 1962 a empresa AT&T, como apoio da NASA colocou em órbita o Telstar 1, que permitiu efetuar ligações telefónicas e transmissão de dados entre a Europa e os Estados Unidos. Neste ano, em colaboração entre os Estados Unidos o Reino Unido foi lançado o Ariel 1 e ainda o Alouette I, da responsabilidade do governo canadiano.

(Imagem de um satélite retirada da internet)

Em 1963, o congresso americano criada a COMSAT (Corporação de satélites de Comunicação), lançando o Syncom 3 em 1964. Neste ano surgiu a Intelsat, um consórcio de 15 países que se uniram para o lançamento de satélites de comunicação, o que veio a acontecer a 1965 com o Intersat I. Em 1968 a União Soviética cria a Intersputnik juntamente com 8 países de leste.

Mais países entram na corrida das comunicações, como é o caso da China e do Japão, em 1970, e mais tarde o Reino Unido, França, Alemanha, Espanha, etc. Entre 1978 e 1995 foi implementado o sistema GPS (Sistema de posicionamento global).

Na década de 80 surgem novas companhias de entretenimento, notícias e desportos que começaram a utilizar os satélites para as transmissões dos seus canais. A partir de então o lançamento de satélites continuou numa tentativa contínua de ir cada vês mais longe, a planetas como Vénus, Mercúrio, Júpiter e Marte.


MJS

2022/12/15

Peça do mês de dezembro

 


Grafonola

Grafonola portátil da marca Columbia utilizada para a reprodução das coleções de discos de vinil, no ensino das línguas (Inglês, Francês e Alemão) através do método Linguaphone. Constituída por uma caixa, de formato retangular, prato circular para colocação do vinil, braço com respetiva agulha e manivela.

A peça está inventariada com o número ME/400427/78 e pertence ao espólio museológico da Escola Secundária de Santa Maria Maior.


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2022/12/12

Exposição virtual: Mapas da América do Norte

 

A América do Norte é um subcontinente que integra o Canadá, o México, a Gronelândia e os Estados unidos da América. Faz fronteira a sul com o México, a Guatemala e o Belize; a norte com o Oceano Glaciar Ártico; a leste com o Oceano Atlântico e a oeste com o Oceano Pacífico. A costa é bastante recortada e com várias penínsulas. Existem várias ilhas na América do Norte que são pertença de diversos países como é o caso da Gronelândia (Finlândia), Bermudas (Reino Unido), Saint Pierre et Miquelon (França) e o Havai (Estados Unidos da América). A língua falada é o Inglês e o Francês.

Ao nível climático, há uma enorme oscilação de temperatura neste subcontinente: o Norte, com temperaturas extremamente baixas e o Sul com zonas desérticas. No que respeita ao relevo, existem espalhadas por todo o território várias cadeias montanhosas como os Montes Apalaches, as Montanhas Rochosas e o Grand Canyon. As maiores cidades localizam-se em torno dos Grandes Lagos, Superior, Michigan, Huron, Erie e Ontário. A vegetação também se apresenta bastante variada: a tundra na área do Canadá; a taiga e floresta de coníferas na zona sul; estepes e pradarias na zona central; e deserto na região a Norte do México.

Nesta exposição apresentam-se vários tipos de mapas alusivos à América do Norte. Incluem-se mapas físicos, onde se representa o relevo e a profundidade do mar e mapas políticos apresentando a divisão administrativa dos diferentes países e estados, fronteiras, linhas férreas, canais e rotas de navegação.


Mapa da América do Norte

ME/340558/27

Escola Secundária com 3.º ciclo de Castelo de Paiva

Mapa colorido representando os países da América do Norte - Escala 1: 10 000 000, utilizado nas aulas de Geografia, para o estudo deste continente. Trata-se de um mapa físico, com a representação do relevo e da profundidade do mar. O continente Americano tem uma forma aproximadamente triangular, ligeiramente alargada para norte, e estreitando para sul até terminar na fronteira do México. Dentro do território inclui-se a enorme ilha da Gronelândia. As costas da América do Norte são muito recortadas e, em alguns casos, estão acompanhadas por uma imensidade de ilhas. Os acidentes mais importantes são a baía de Hudson, o estuário do rio de S. Lourenço, o golfo da Califórnia e o golfo do México. A costa oriental apresenta uma série de estuários.


Mapa da América do Norte

ME/400117/345

Escola Secundária D. Pedro V

O mapa servia para ilustrar as matérias de Geografia. Trata-se de um mapa que apresenta as divisões administrativas, povoações e principais vias de comunicação da América do Norte.


Mapa da América do Norte

ME/400180/31

Escola Secundária Eng. Acácio Calazans Duarte

Mapa político, colorido representando os países da América do Norte - Escala 1: 10 000 000, utilizado nas aulas de Geografia, para o estudo deste continente. Trata-se de um mapa político, onde são indicados os estados que constituem a América do Norte. O continente Americano tem uma forma aproximadamente triangular, ligeiramente alargada para norte, e estreitando para sul até terminar na fronteira do México. Dentro do território inclui-se a enorme ilha da Gronelândia. As costas da América do Norte são muito recortadas e, em alguns casos, estão acompanhadas por uma imensidade de ilhas. Os acidentes mais importantes são a baía de Hudson, o estuário do rio de S. Lourenço, o golfo da Califórnia e o golfo do México. A costa oriental apresenta uma série de estuários.


Mapa da América do Norte

ME/400956/266

Escola Secundária Augusto Gomes

Mapa colorido representando os países da América do Norte, escala 1/ 10. 000 000, utilizado nas aulas de Geografia, para o estudo deste continente. Trata-se de um mapa físico da América do Norte, com a respetiva legenda do lado direito, onde são indicadas a elevação da terra e a profundidade do mar, numa escala colorida. Por cima temos uma representação da América do Norte no Globo. Na zona da esquerda, são indicados o autor e o título do mapa, que inclui planaltos, montanhas, ribeiros e rios, com como as principais cidades. No canto inferior esquerdo, está representada a América Central, numa escala de 1: 5 000 000. O continente Americano tem uma forma aproximadamente triangular, ligeiramente alargada para norte, e estreitando para sul até terminar na fronteira do México. Dentro do território inclui-se a enorme ilha da Gronelândia.


Mapa da América do Norte

ME/401109/516

Escola Secundária de Camões

Mapa colorido, representando a América do Norte - Escala 1: 9. 000 000, utilizado no contexto das práticas pedagógicas nas aulas de Geografia. Pertence à Coleção de Mapas de Amorim Girão e Fernandes Martins. Trata-se de um mapa político da América do Norte, onde se apresentam as principais cidades, fronteiras e caminhos de ferro. No canto inferior esquerdo é apresentado um mapa com os recursos económicos deste continente. No canto superior direito encontra-se outro mapa onde se descreve o número de habitantes por km2 numa escala colorida. No canto inferior direito, temos uma representação comparativa de Portugal com este continente.


Mapa da América do Norte

ME/403258/15

Escola Secundária com 2º e 3º Ciclos Professor Ruy Luís Gomes

Mapa colorido representando os países da América do Norte - Escala 1: 9 000 000, utilizado nas aulas de Geografia, para o estudo deste continente. Ao centro encontra-se o mapa da América do Norte, com a representação do relevo, transportes e comunicações, com a respetiva legenda do lado esquerdo. Contém uma escala colorida ilustrando a topografia e a profundidade do mar, as fronteiras, as linhas férreas, os canais e as rotas de navegação. No canto inferior esquerdo, está representada a América do Norte política, através de um mapa colorido, numa escala de 1: 27 000 000. Pertence à coleção Philips' Series of Comparative Wall Atlases. O continente Americano tem uma forma aproximadamente triangular, ligeiramente alargada para norte, e estreitando para sul até terminar na fronteira do México. Dentro do território inclui-se a enorme ilha da Gronelândia. As costas da América do Norte são muito recortadas e, em alguns casos, estão acompanhadas por uma imensidade de ilhas. Os acidentes mais importantes são a baía de Hudson, o estuário do rio de S. Lourenço, o golfo da Califórnia e o golfo do México. A costa oriental apresenta uma série de estuários.


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