2022/10/27

Exposição Virtual: Dia Mundial da Alimentação

O Dia Mundial da Alimentação tem o objetivo concreto de apelar à erradicação da fome e à existência de um mundo em que os alimentos estejam acessíveis a toda a população. Atualmente verifica-se que mais de 820 milhões de pessoas não têm acesso suficiente a alimentos, o que se agrava cada vez mais devido aos problemas ambientais e às mudanças climáticas. Por outro lado, cerca de 2 milhões de indivíduos têm excesso de peso ou obesidade. Anualmente são desperdiçados mais de mil milhões de toneladas de alimentos por ano. Há que mudar os comportamentos no que respeita á produção e consumo, transformando os sistemas alimentares no sentido do desenvolvimento sustentável.

Durante décadas a procura de alimentos acompanhou a produção, permitindo o crescimento populacional. A partir de 2001 verificou-se uma produção inferior à procura que levou a um aumento dos preços. Desde então a produção alimentar tem sido afetada por incidentes climáticos e pelo aumento dos preços do petróleo. Para fazer face a esta situação a ONU criou em 2008 o Grupo de Trabalho de Alto Nível sobre a Crise Global de Segurança Alimentar.

Apesar do trabalho desenvolvido, a erradicação da fome ainda está longe de ser atingida. Vários líderes mundiais reuniram-se para traçar os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio num movimento anti pobreza conseguindo-se uma redução para metade do número de pessoas em pobreza extrema. Existem vários objetivos que devem ser cumpridos até 2030 que pretendem “acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhorar a nutrição e promover a agricultura sustentável”, duplicando a produtividade agrícola, aumentando o investimento na agricultura e garantindo o funcionamento adequado do mercado de produtos alimentares.

Esta exposição apresenta sobretudo a composição dos alimentos e a sua importância ao nível de uma alimentação adequada, incluindo o ciclo alimentar de animais e plantas. Trata-se de uma série de imagens parietais que se destinavam a ilustrar precisamente as necessidades alimentares e os seus constituintes. 


Imagem parietal do ciclo da matéria orgânica e do azoto

ME/341526/216

Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos Francisco de Arruda

Imagem parietal, colorida, que ilustra o ciclo da matéria orgânica e do azoto, utilizado para lecionar matérias da disciplina de Biologia. Através de um esquema didático, a imagem procura traçar todos os passos do ciclo da matéria e da influência da alimentação dos animais e plantas nesse mesmo ciclo.


Opticart de alimentação e saúde

ME/401250/1722/4

Escola Secundária D. Dinis

Painel temático de opticário (ME/401250/1722) dedicado aos benefícios dos diversos alimentos.


Imagem parietal de alimentação e higiene

ME/401857/143

Escola Secundária de Gil Vicente

O quadro apresenta o título no topo, com identificação dos autores. Por baixo, apresenta, à esquerda, uma tabela com tipos de alimentos e substâncias presentes em cada um dos alimentos. Ao lado direito da tabela existem ilustrações de alimentos a cores: carne e peixe; leite, queijo e ovos; gorduras e óleos, nozes e diversos.


Imagem parietal de alimentação e higiene

ME/401857/144

Escola Secundária de Gil Vicente

Sob o título «Proporção das substâncias complementares nos alimentos», o quadro apresenta, ao lado esquerdo, ilustrações a cores de cereais, açúcares, legumes e frutos e, à direita, uma tabela de sete colunas com géneros de alimentos. Em cada coluna, a sombreado, estão as diferentes características dos mesmos, segundo seis categorias distintas: substâncias solúveis na gordura; substâncias solúveis na água; substâncias antiescorbúticas solúveis na água; substâncias conservantes solúveis na água; substâncias antirraquíticas solúveis na água; (outrora) vitaminado - substância sobretudo solúvel na gordura.


Imagem parietal de alimentação e higiene

ME/401857/147

Escola Secundária de Gil Vicente

Sob o título «A necessidades diária do homem em matéria alimentar é determinada pela idade, peso e quantidade de trabalho que produz», em toda a volta do quadro, encontram-se dez imagens ilustrando as diversas fases do desenvolvimento humano com indicação das calorias necessárias para cada idade e adequadas às diversas atividades. Ao centro, está uma tabela com a indicação das substâncias que contêm, no conjunto, 1500 calorias.


Imagem parietal de alimentação e higiene

ME/401857/151

Escola Secundária de Gil Vicente

Sob o título «Calorias e hidratos de carbono nos diversos produtos alimentares», o quadro apresenta dois conjuntos de ilustrações: o primeiro refere as calorias - 2500. Estão representados leite, manteiga, carne, ovos, queijo, pão, batatas e ervilhas. O segundo conjunto representa alimentos ricos em hidratos de carbono (500 gramas) - batatas, manteiga, nabos, pão e farinha de cevada.



MJS


2022/10/24

Algumas Bibliotecas Ministeriais

(Imagem da sala de leitura da Secretaria-Geral da Educação e Ciência)


Atendendo à Portaria n.º 150/2012 de 16 de maio, a Biblioteca Histórica da Educação da Secretaria-Geral da Educação e Ciência, integrada na Direção de Serviços de Documentação e de Arquivo, tem como missão valorizar o património bibliográfico da educação e ciência e assegura o atendimento especializado aos gabinetes ministeriais da respetiva área governativa e, ainda, a utilizadores internos e externos que necessitem informação das áreas de atuação do Ministério da Educação e Ciência.

Desde outubro de 2021 que a referida divisão de serviços tem a sua sala de leitura na Avenida 24 de Julho (n.º 136B), nestas novas instalações, são disponibilizadas algumas obras de referência de educação. As coleções histórico-pedagógicas não estão em livre acesso, não obstante, poderão ser solicitavas para serem consultadas in loco.

A referida biblioteca disponibiliza acervos históricos de pedagogos portugueses, as coleções mais significativas são: Biblioteca e Museu do Ensino Primário; Escola Rodrigues Sampaio; Instituto António Aurélio da Costa Ferreira; Ministério da Instrução Pública; Construções Escolares; Mocidade Portuguesa; Grupo de Trabalho do Ministério da Educação para a Comemoração dos Descobrimentos Portugueses; Bibliotecas Populares; Escola Secundária David Mourão-Ferreira; Escola Secundária Afonso Domingues; Escola Marquesa de Alorna; Espólios de Faria de Vasconcelos e o acervo António Ginestal Machado.

A Direção de Serviços de Documentação e de Arquivo coordena um Sistema Integrado de Bibliotecas do Ministério da Educação e Ciência, ou seja, uma rede colaborativa de duas bibliotecas que interagem na esfera da educação e ciência, facilitando partilha de conhecimentos.

 

“O Sistema Integrado de Bibliotecas do Ministério da Educação e Ciência (SIBME) é uma rede colaborativa de centros de documentação de diversos organismos que interagem na esfera da educação e ciência e pretendem facilitar a partilha de conhecimentos.” (Secretaria-Geral da Educação e Ciência, cop. 2022)


A Biblioteca da Direção-Geral da Educação, cooperante com a rede, dispõe de um acervo relevante na área das ciências da educação: educação pré-escolar; ensino básico e secundário; educação espacial; educação de adultos; inovação educativa, etc.

A Direção-Geral da Educação, consciente da necessidade de divulgar e tornar acessíveis à comunidade educativa e ao público em geral, o conteúdo das suas publicações tem desenvolvido um conjunto de ações para disponibilizar, em modo digital, o conteúdo de algumas das suas coleções - a Biblioteca Digital é composta por recursos editados pela Direção-Geral da Educação e respetivas antecessoras, tendo como principal objetivo a disseminação de obras integrais.


A Biblioteca Central do Ministério das Finanças tem como missão prestar apoio documental e informacional aos gabinetes governamentais e outras estruturas de missão, servir públicos externos interessados nas áreas de atuação do Ministério das Finanças.

A Biblioteca Central do Ministério das Finanças disponibiliza aos seus utilizadores um conjunto de serviços, dos quais podem auferir comparecendo pessoalmente nas instalações da Biblioteca ou através de acesso remoto. Os utilizadores são orientados na pesquisa e localização dos recursos de informação adequados às suas necessidades.

 

“Fundada em 1962, a então designada por Biblioteca Oliveira Salazar teve por objetivo incorporar num único fundo as espécies bibliográficas dispersas pelas diversas bibliotecas privativas dos serviços que integravam o Ministério. Em 1964 é aprovado o seu regulamento, passando a Biblioteca a acolher os seus utilizadores durante as horas normais de funcionamento do serviço, embora em instalações bastante exíguas.” (Secretaria-Geral do Ministério das Finanças, s.d.)


Em 1980, a organização e gestão das diversas funções biblioteconómicas são atribuídas à Secretaria-Geral do Ministério das Finanças. Nessa altura, enuncia-se uma nova gestão da Biblioteca que veio a concretizar-se no princípio de que a mesma deveria, acima de tudo, garantir a coordenação do Catálogo Central das diversas bibliotecas do Ministério, mantendo estas a sua autonomia.

A partir de setembro de 1999 a Biblioteca passou a dispor de novas instalações que possibilitam uma efetiva utilização por parte do público.


A Biblioteca do Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social dispõe biblioteca que também presta apoio documental e informacional aos gabinetes governamentais e outras estruturas de missão, assim como a um vasto público externo, aos interessados nas áreas de atuação do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Segundo o Gabinete de Estratégia e Planeamento (s.d.), até ao início da década de 60, o Ministério das Corporações e Previdência Social não teve nenhuma biblioteca central, esse papel pertenceu à Biblioteca do Instituto Nacional do Trabalho e Previdência. A 23 de setembro de 1966, é inaugurado o edifício do Ministério das Corporações e Previdência Social, na Praça de Londres.

Este edifício contempla de raiz uma sala de leitura e a biblioteca, assim como o espaço de arquivo na cave e subcave. A Biblioteca teve, ao longo da sua história, várias designações e tutelas, mas sempre ligado ao Ministério do Trabalho, também este com várias designações ao longo da sua notável história.


A Biblioteca do Ministério da Economia dispõe de um catálogo coletivo constituído por informação bibliográfica nacional e internacional. Principais áreas temáticas que constituem os Catálogos Bibliográficos da Secretaria-Geral do Ministério da Economia: política económica; indústria; comércio e serviços; internacionalização das empresas; defesa do consumidor; obras públicas; arquitetura e planeamento urbano; etc.

A Biblioteca, integrada na Direção de Serviços de Documentação, Comunicação e Relações Públicas, recolhe, preserva, descreve e divulga o património bibliográfico na área da Economia.

O espólio existente é constituído pelos fundos bibliográficos e arquivísticos de organismos extintos, como as Secretarias - Gerais dos ex-Ministérios das Obras Públicas, Transportes e Comunicações e da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento, assim como dos organismos que integram hoje a Prestação Centralizada de Serviços (PCS).

A documentação mais antiga remonta à segunda metade do século XVI, século XVIII e primeira metade do século XIX, proveniente de serviços públicos com atividade relacionada com o Ministério, como por exemplo os fundos da Montaria-mor do Reino, Administração dos Reais Pinhais de Leiria ou a Comissão Central de Pesos e Medidas:

 

“Os fundos bibliográficos, a par dos arquivísticos, ilustram as alterações legislativas e institucionais ocorridas ao longo do tempo. Deste modo, o acervo contém documentação que remonta a 1585, proveniente das várias instituições que antecederam o Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria. O ministério foi criado por Decreto de 30 de agosto de 1852, dando continuidade às suas atribuições e incorporando a documentação que lhes dava suporte.” (Secretaria-Geral do Ministério da Economia, s.d.)

 

Em 1911, por força do Decreto de 10 de maio, o Ministro do Fomento, Brito Camacho, promoveu uma importante reorganização da Biblioteca, reconhecendo que existiam verdadeiras preciosidades documentais desaproveitadas, abrindo a possibilidade de consulta a leitores externos.

 

A Biblioteca da Secretaria-Geral do Ministério da Justiça tem por missão adquirir, disponibilizar e difundir recursos informativos, impressos ou eletrónicos, com conteúdos relevantes e atualizados para a prossecução dos objetivos dos gabinetes dos membros do Governo integrados no Ministério da Justiça, da Secretaria-Geral do Ministério da Justiça e de todos os serviços e organismos do Ministério da Justiça, de forma a satisfazer as necessidades de informação dos seus utilizadores.

O público-alvo são utilizadores internos da Secretaria-Geral do Ministério da Justiça todos os trabalhadores e pessoal nomeado que exerça funções nos gabinetes dos membros do Governo integrados no Ministério da Justiça e na Secretaria Geral do Ministério da Justiça.

O acesso ao fundo bibliográfico da Secretaria-Geral do Ministério da Justiça pode ser efetuado presencialmente na sala de leitura ou através da consulta da respetiva base de dados bibliográfica.


A Biblioteca da Secretaria-Geral da Defesa Nacional está inserida no projeto da Rede de Bibliotecas da Defesa Nacional, desde 2015. A utilização de uma plataforma informática comum proporciona aos leitores da Defesa e ao público em geral a possibilidade de efetuar pesquisas no catálogo coletivo e/ou nos catálogos bibliográficos do universo da defesa.

A Biblioteca da Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional, integrada a Direção de Serviços de Comunicação e Relações Públicas, tem por missão tratar, gerir e difundir os recursos de informação bibliográfica, de modo a contribuir com eficácia e qualidade no apoio à tomada de decisão, em áreas de referencia como a estratégia militar; geopolítica; história militar; relações internacionais; direito; arte e arquitetura militar; guerra submarina e organizações internacionais (OSCE, ONU, NATO e EU).

A Biblioteca da Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional integra a Rede de Bibliotecas da Defesa Nacional (RBDN), cujo catálogo coletivo conta com 26 cooperantes. Segundo Horta (2019) a RBDN segue um modelo de interligação de pontos – as bibliotecas integrantes – numa rede tipologicamente mista e de modelo de gestão e governação descentralizado ou distribuído (marcado pela autonomia), com objetivos definidos (baseados na adoção de um Sistema Integrado de Gestão Bibliográfica e um catálogo coletivo), com procedimentos comuns e de índole cooperante, permitindo uma aproximação entre bibliotecas e profissionais da informação, abertura dos sistemas e maior controlo sobre o volume informacional.

 

A Biblioteca do Ministério dos Negócios Estrangeiros (Biblioteca do Instituto Diplomático da Secretaria-Geral - Ministério dos Negócios Estrangeiros) é especializada nas áreas da diplomacia, relações internacionais, direito internacional, política internacional, economia internacional, história diplomática e história.

A Biblioteca mantém um vasto e valioso fundo bibliográfico e documental, especializado nas áreas da diplomacia, relações internacionais, direito internacional, política internacional, economia internacional, história diplomática e história.

Na biblioteca são tratadas as publicações editadas pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, sendo que este também é responsável pela sua distribuição. Compete-lhe, ainda, compilar e elaborar a sinopse de acordos, tratados e outros atos solenes de caráter internacional de que Portugal seja parte. 

O espólio da referida biblioteca compreende: Manuscritos e obras publicados antes do séc. XX, pertencentes ao Fundo Documental Antigo; monografias, séries, publicações periódicas e obras de referência; coleções de documentos de organismos internacionais; compilação e sinopse de legislação (desde o ano de 1715); boletins oficiais de antigas colónias; publicações do Ministério dos Negócios Estrangeiros e coleções de mapas e cartografia.

Por força do Despacho 3368/2012, a Biblioteca do Ministério dos Negócios Estrangeiros são dirigidos de forma integrada, por uma única unidade orgânica à qual compete: assegurar a gestão, manutenção e atualização do sistema de documentação e biblioteca do MNE e coligir e publicar documentação relativa à política externa portuguesa, apoiando a produção e difusão das publicações e outro material conexo às atividades do IDI (Instituto Diplomático), incluindo colaborar na edição de monografias, livros, revistas e outros meios de divulgação da problemática da política externa.

 

A Secretaria-Geral do Ambiente tem por missão garantir o apoio à formulação de políticas, ao planeamento estratégico e operacional, à atuação do governo da área do ambiente e ação climática no âmbito internacional, à aplicação do direito europeu e à elaboração do orçamento, assegurar a gestão de programas de financiamento internacional e europeu a cargo do Ambiente e Ação Climática e, ainda, prestar apoio técnico-jurídico e contencioso, da documentação e informação e da comunicação e relações públicas.

Neste contexto, a Biblioteca do Ambiente apresenta-se como um projeto conjunto da Secretaria-Geral e da Agência Portuguesa do Ambiente I.P. É constituída pelos espólios das bibliotecas que existiam na Secretaria-Geral, no ex-Instituto da Água e na Agência Portuguesa do Ambiente I.P. São cerca de 70.000 títulos que versam sobre a temática do Ambiente e outras áreas do conhecimento. É um projeto a longo prazo e, como tal, vai sendo completado passo a passo. Neste momento, estão disponíveis cerca de 5.500 títulos.

A Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna tem por missão assegurar o apoio técnico e administrativo aos gabinetes dos membros do governo integrados no Ministério da Administração Interna e a prestação de serviços comuns nos domínios: técnico-jurídico; organização e gestão de recursos; gestão financeira; acompanhamento e controlo da execução orçamental; documentação e arquivo e comunicação e relações públicas.

Neste contexto de missão, a Divisão de Documentação e Arquivo é parte integrante da Direção de Serviços de Documentação e Relações Públicas, apresentando-se como um serviço especializado na área dos recursos de informação. Tem por missão prestar apoio técnico aos Gabinetes Ministeriais, às unidades orgânicas da Secretaria-Geral e aos organismos da Administração Interna, garantindo a preservação da memória institucional e a conservação do seu património documental e arquivístico, que procura disponibilizar aos cidadãos.

A Biblioteca da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna dispõe de um fundo bibliográfico constituído por documentos livros e não livros. As temáticas que fazem parte do fundo documental são as seguintes: segurança pública; proteção civil; segurança rodoviária; administração eleitoral; controlo das fronteiras; criminalidade e vários ramos do direito (atualmente, a consulta deste património cultural não está disponível em catálogo em linha).

Para além deste constrangimento, salienta-se o fato de a referida biblioteca adotar um procedimento técnico de acesso remoto a documentação nano virtual. Estamos a referirmo-nos a um conjunto de dossiers temáticos ad hoc. Cada dossier disponibilizado está organizado de forma webográfica; cada referência bibliográfica tem disponível um outlink de acesso. Ainda não estão disponíveis as publicações nem os trabalhos científicos do Ministério da Administração Interna.

Segundo Ministério da Administração Interna (2022), os dossiers temáticos têm o objetivo facilitar o acesso à informação bibliográfica e documental, em formato eletrónico, pertinente e relevante sobre a temática pretendida. Cada dossier é constituído por recursos documentais digitais, organizados de acordo com a tipologia da informação e a data de publicação.

Para a sua elaboração são pesquisadas fontes em acesso aberto, designadamente, a legislação publicada em Diário da República em formato eletrónico, no Jornal Oficial da União Europeia, sites de organizações governamentais e não-governamentais, nacionais e estrangeiras, assim como Bases Jurídico-Documentais como é o caso da base Datajuris, disponível por assinatura. São ainda consultados repositórios institucionais e catálogos de recursos em acesso restrito e aberto.

 

P. M.

 

BIBLIOGRAFIA

 

 

DIREÇÃO-GERAL DE RECURSOS DA DEFESA NACIONAL (2022). Manual de Acolhimento Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional [em linha]. Lisboa: Direção de Serviços de Gestão Financeira e Patrimonial / Divisão de Gestão de Recursos Humanos e Apoio [Consulta: 31 de agosto de 2022]. Disponível: https://dgrdn.gov.pt/fls/gestao/dgrdn_manual-acolhimento.pdf


GABINETE DE ESTRATÉGIA E PLANEAMENTO (s.d). Sobre a biblioteca [em linha]. Lisboa: Ministério das Corporações e Previdência Social [Consulta: 31 de agosto de 2022]. Disponível: Biblioteca - Gabinete de Estratégia e Planeamento (mtsss.gov.pt)


HORA, João Nuno Gomes Ferreira da (2019). A evolução das bibliotecas militares e de defesa: estudo de caso da Rede de Bibliotecas da Defesa Nacional [em linha] Lisboa: Repositório da Universidade de Lisboa [Consulta: 31 de a 2022]. Disponível: https://repositorio.ul.pt/handle/10451/41971


INSTITUTO DIPLOMÁTICO (s.d.). Sala de leitura [em linha]. Lisboa: Ministério dos negócios Estrangeiros [Consulta: 31 de agosto de 2022]. Disponível: https://idi.mne.gov.pt/pt/arquivo-e-biblioteca/sala-de-leitura


MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA (2022). Dossiê temático: terrorismo [em linha]. Lisboa: Secretaria-Geral Direção de Serviços de Documentação e Relações Públicas [Consulta: 7 de setembro de 2022]. Disponível: https://www.sg.mai.gov.pt/BibliotecaArquivo/Biblioteca/Documents/Dossier%20Temático%20Terrorismo.pdf


 SECRETARIA-GERAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA (cop. 2022) Sistema Integrado de Bibliotecas do Ministério da Educação e Ciência [em linha]. Lisboa: SGMEC [Consulta 1 de setembro de 2022]. Disponível: https://www.sec-geral.mec.pt/pagina/sistema-integrado-de-bibliotecas-do-ministerio-da-educacao-e-ciencia


SECRETARIA-GERAL DO AMBIENTE (2022). Biblioteca online [em linha]. Lisboa: SGA [Consulta: 7 de setembro de 2022]. Disponível: https://www.sgambiente.gov.pt/biblioteca-online

 

SECRETARIA-GERAL DO MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL (s.d.). Rede de Bibliotecas da Defesa Nacional [em linha]. Lisboa: SGMDN [Consulta 1 de setembro de 2022]. Disponível: https://bibliotecas.defesa.pt/ipac20/ipac.jsp?profile=bsgmdn


 

SECRETARIA-GERAL DO MINISTÉRIO DA ECONOMIA (s.d.). Biblioteca e Arquivo Histórico - Secretaria-Geral do Ministério da Economia [em linha]. Lisboa: SGME [Consulta: 31 de agosto de 2022]. Disponível: https://diretorio.bad.pt/?dir-item=biblioteca-e-arquivo-historico-secretaria-geral-do-ministerio-da-economia

 


SECRETARIA-GERAL DO MINISTÉRIO DAS FINANÇAS (s.d.). Historial da Biblioteca Central do Ministério das Finanças [em linha]. Lisboa: SGMF [Consulta: 31 de agosto de 2022]. Disponível: https://www.sgmf.gov.pt/media/dados/PDF/BIB/BIB_HISTORIAL.pdf

 

SECRETARIA-GERAL DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA (s.d.). O Centro de Documentação da Secretaria Geral do Ministério da Justiça -  Secretaria-geral [em linha]. Lisboa: SGMJ [Consulta: 31 de agosto de 2022]. Disponível: https://diretorio.bad.pt/?dir-item=centro-de-documentacao-do-ministerio-da-economia-secretaria-geral

 


2022/10/20

Invenções que mudaram o mundo: o motor de combustão

Motor de explosão a dois tempos

ME/152171/100

Escola Secundária Infante D. Henrique

Instrumento utilizado em contexto das práticas pedagógicas nas aulas de Física/ Mecânica. Trata-se de um modelo de motor de combustão interna de mecanismo simples, ou seja, ocorre um ciclo de admissão, compressão, expansão e exaustão de gases a cada volta do eixo. Ao contrário do motor de quatro tempos, as etapas de funcionamento não ocorrem de forma bem demarcada, havendo admissão e exaustão de gases simultaneamente. Os dois tempos são por um lado, compressão e admissão, e por outro escape e transferência de calor.



O motor de combustão é uma máquina que transforma a energia proveniente de uma reação química- combustão- em energia mecânica. A combustão ocorre no interior de uma câmara do motor que contém um pistão responsável pela criação do movimento. Os dois tipos de motores mais importantes utilizam como combustível a gasolina ou gasóleo e o motor Diesel.

São geralmente constituídos por uma câmara de combustão e um número variável de cilindros verticais. Para que o combustível chegue ao motor é preciso um depósito, uma bomba de injeção de combustível e um carburador, que transforma o combustível liquido em gasoso.

A invenção deste motor teve vários contributos desde o século XVII, quando Christiaan Huygens teve a ideia de utilizar pólvora para acionar as bombas de água que forneciam o Palácio de Versalhes.

Em 1794 Thomas Mead registou um motor a gás e Robert Street registou um motor de combustão interna que utilizou pela primeira vez um combustível líquido.

O primeiro motor de combustão interna a ser patenteado em 1823 deve a sua autoria a Samuel Brown Este projeto utilizava a pressão atmosférica para funcionar e teve aplicação industrial. Em 1826 surge o primeiro registo de um carburador feito por Samuel Morey nos Estados Unidos.

Em 1854 Eugenio Barsanti e Felice Matteucci inventaram e registaram a patente de um motor de combustão utilizando o principio do pistão líquido que ficou conhecido como o motor Barsanti-Matteucci.

Em 1864, Nikolaus Otto patenteou o primeiro motor a gás atmosférico. Mais tarde, em 1876, em conjunto com Gottlieb Daimler e Wilhelm Maybach, registaram o motor a quatro tempos. Karl Benz, em 1879 registou o motor a gasolina de dois tempos, iniciando a produção comercial de veículos com este tipo de motor. Em 1892 Rudolf Diesel desenvolveu o motor de ignição por compressão (a diesel), patenteado em 1893.

Motor de explosão a quatro tempos

ME/152171/101

Escola Secundária Infante D. Henrique

Instrumento utilizado em contexto das práticas pedagógicas nas aulas de Física/Mecânica. Trata-se de corte de um motor de explosão montado numa base donde se eleva um corpo metálico formado por uma superfície circular que se prolonga por um semicilindro. Da parte central deste, sai para a esquerda, um tubo de admissão e para a direita um tubo idêntico de expulsão de gases, ligados a uma engrenagem que aciona os êmbolos. Na parte esférica, é visível uma alavanca com eixo excêntrico para a transmissão de movimento. Na parte anterior da peça, junto da base, vê-se uma manivela circular que ao ser acionada faz rodar duas rodas dentadas em plástico, fazendo a demonstração do movimento. Os quatro tempos do motor são: admissão; compressão; combustão; e escape. 


Seguiram-se anos de múltiplos aperfeiçoamentos e avanços na área do motor de combustão. Em 1925 Jonas Hesselman utiliza a injeção direta de gasolina num motor com velas de ignição. Em 1935 Hans von Ohain juntamente com Ernst Heinkel desenvolvem o primeiro motor a jato e em 1939 concretiza-se o primeiro voo com este tipo de motor.

A partir dos anos 50 desenvolve-se um motor de quatro tempos nos Estados Unidos, bem como o conceito de motor de pistão livre, sem manivela. A durabilidade e a velocidade que permitiram mudaram a forma de viajar, encurtando distâncias e permitindo uma rapidez notoriamente mais elevada.


 MJS


2022/10/17

Bibliomania - Colecionando Livros e Manuscritos (Parte II)

 

«Não há coleção tola ou ridícula quando feita com arte, gosto e conhecimento»

                                                                                    Rubens Borba de Moraes

 

«De facto, ainda hoje, depois de me tornar livreiro, me parecem bizarras as pessoas que nos compram livros como quem nos dá uma palmada encorajadora nas costas, a dar alento para continuarmos nesta nobre luta.»

                                                                                            Carlos Maria Bobone

 

 

      (Imagem de lombadas de livros pertencentes à Secretaria-Geral da Educação e Ciência)
                                                                        ©DSDA

 

O primeiro autor citado em epígrafe – Rubens Borba de Moraes (1899 - 1986) – foi um bibliotecário, bibliófilo, bibliógrafo, historiador e pesquisador brasileiro que desempenhou um papel importantíssimo no universo da bibliografia brasiliana. Tendo-se formado em Letras na Europa (Genebra), dedicou a sua vida aos livros e à biblioteconomia. Organizou algumas coleções de livros mas foi, também, ele próprio, um colecionador de livros que angariou enorme prestígio. Rubens era uma pessoa objetiva, prática e direta, que aproveitava todas as situações com que se deparasse para realizar pesquisas ligadas ao seu interesse bibliográfico. Qualquer oportunidade que aparecesse levava-o a correr bibliotecas na expectativa de encontrar novas descobertas de livros escritos sobre o Brasil. Seguia exaustivamente a pista dos livros que lhe interessavam, o que muitas vezes o levava a viajar por múltiplos países. Borba de Moraes dedicou-se especialmente a colecionar os autores brasileiros do período colonial.

Tendo compilado e analisado criticamente as mais importantes obras já escritas no Brasil, o exemplo de Borba de Moraes é ideal para introduzir a ideia que um colecionador de livros e manuscritos pode abordar a sua tarefa sob diferentes pontos de vista. Há colecionadores, por exemplo, que concentram toda a sua atenção e recursos sobre uma época específica, outros sobre uma determinada figura ou acontecimento histórico, outros ainda sobre uma atividade que sobre eles exerce um forte fascínio ou com a qual têm uma particular afinidade. O colecionar sobre uma determinada figura ou tema científico, por exemplo, permite desbravar e conhecer os meandros da investigação e do conhecimento humano. De qualquer modo, colecionando de um modo mais alargado, mais estreito e aprofundado, ou de forma mais seletiva, o segredo recai sempre em fazer escolhas e colecionar com verdadeiro gosto íntimo e pessoal. Uma coleção, seja ela feita de livros ou de outros objetos, reflete, no limite, o mais íntimo do seu possuidor. Resulta num testemunho e memória familiar que perdura. Mais do que revelar o gosto do colecionador em inventariar, catalogar e descrever as peças que o fascinam, revela, acima de tudo, o modo como olhou para os objetos e a importância que atribuiu ao situá-los no contexto da História; nomeadamente, da sua história particular, inscrevendo-os, assim, num trajeto de continuidade, de curso de vida, do qual também fez parte.

 

      (Imagem de lombadas de livros pertencentes à Secretaria-Geral da Educação e Ciência)
                                                                        ©DSDA
                                                                                            

Não há mal nenhum em colecionar pensando em termos de investimento e retorno financeiro – muitos colecionadores prosperaram e aumentaram a sua grande coleção graças e isso, comprando e vendendo –, de um modo geral, livros raros e manuscritos valorizam apreciavelmente com o passar do tempo, às vezes algo lentamente, mas valorizam com certeza e segurança, ao contrário de outros bens transacionados no vasto mercado da arte e do colecionismo, ultrapassando e não sendo afetados por determinado tipo de consequências e flutuações. Neste contexto, os leiloeiros especialistas, os livreiros antiquários e os colecionadores empedernidos, desempenham um papel específico e determinante no desenrolar das vendas e aquisições e na composição e evolução do mercado. Se é verdade que o mundo dos livros e dos livreiros está repleto de histórias que parecem emanadas dos próprios livros, também não será menos verdade que muitas das ideias feitas, caprichos e obstinações emanam dos desmandos do colecionismo.

Carlos Maria Bobone (n. 1993), da mais nova e recente geração de livreiros alfarrabistas portugueses, ele próprio descendente e herdeiro pessoal da nobre profissão, refere na narrativa em que se empenhou após anos de prática e contacto direto com o mundo dos livreiros e das livrarias – “A Religião dos Livros”:

«[…] no fim do século XIX e princípios do século XX assistiu-se a uma espécie de época dourada para o comércio do livro. Conseguiam-se produzir livros a um preço acessível, a leitura tornou-se realmente um dos entreténs da burguesia, pelo que a sua grande exploração enquanto objeto de lazer se dá nesta altura. Enquanto as bibliotecas setecentistas são constituídas maioritariamente por livros técnicos ou religiosos, nas bibliotecas do fim do século XIX vê-se claramente a transformação do livro em papel para toda a obra. É natural, então, que o comércio também acompanhe a variação. Fascículos, edições populares, edições ilustradas, clubes do livro, edições monumentais, catálogos, quase todas as técnicas que vemos hoje no mercado livreiro tiveram os seus primórdios por esta altura. […]»

O livreiro de livros raros ou antigos tem de conhecer e dominar uma série de pormenores que o livreiro de livros usados pode dispensar. Por exemplo, é absolutamente necessário conhecer os vários tipos de encadernação e ornamentação de pastas, guardas e lombadas, verificar a existência de capas de brochura, marcas de posse e/ou dedicatórias, estado geral dos folios e demais marcas impercetíveis que contribuam para a valorização ou desvalorização do livro. O mercado do livro raro, lidando com peças de coleção, tem de estar atento a determinadas características e detalhes que muitas vezes não saltam à vista, e que, consequentemente, podem desvalorizar ou, pelo contrário, tornar o exemplar “único”, extremamente disputado e valorizado entre os seus pares.

JMG

Bibliografia:


ANTUNES, Cristina (2017). Rubens Borba de Moraes: anotações de um bibliófilo. São Paulo: Publicações BBM.

AZEVEDO, Pedro de (2021). Vida com Livros – Livros com Vida, vol. I. Lisboa: ed. do autor.

BOBONE, Carlos Maria (2022). A religião dos livros. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos.

FEBVRE, Lucien e MARTIN, Henri-Jean (2000). O Aparecimento do Livro. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.

MANGUEL, Alberto (2018). Embalando a Minha Biblioteca. Lisboa: Tinta-da-China.

MARTINS, José Vitorino de Pina (2007). Histórias de Livros para a História do Livro. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.

PINHEIRO, Ana Virgínia (1989). Que é livro raro?: uma metodologia para o estabelecimento de critérios de raridade bibliográfica. Rio de Janeiro: Presença.

RUIZ, Pilar (2004). A bibliofilia, uma paixão… dicionário breve. Amadora: Ediclube - Edição e Promoção do Livro, Lda.

2022/10/13

Exposição Virtual: "Dia Mundial da Visão no Museu Virtual da Educação"

O Dia Mundial da Visão foi criado pela Organização Mundial de Saúde para prevenir os perigos e incentivar a proteção da visão, como é o caso da cegueira ou deficiência visual. Trata-se de um dia marcado por rastreios visuais gratuitos, conferências, caminhadas e angariações de fundos. Os dados de que dispomos alertam para o facto de existirem cerca de 285 milhões de pessoas que sofrem de deficiência visual, sendo que 90% destas se localizam em países em desenvolvimento. Existem cerca de 40 milhões de invisuais e, a cada 5 segundos, há uma pessoa que perde a visão. Sabemos, no entanto, que 80% da deficiência visual pode ser prevenida e tratada.

A Agência Nacional para a Prevenção da Cegueira (AIPC) é um grupo do qual fazem parte mais de 140 organizações mundiais com o objetivo de eliminar as causas da cegueira e da deficiência visual. De acordo com o Relatório Mundial sobre a Visão (2021) prevê-se um aumento global das necessidades de atendimento oftalmológico. No entanto, o encargo com as doenças oculares é bastante maior em países em vias de desenvolvimento, com um rendimento baixo e também junto da população mais carenciada. O objetivo deste relatório é despertar a consciencialização do impacto das doenças oculares e a necessidade de criar estratégias eficazes para as combater.

Na verdade, os sistemas de saúde enfrentam enormes desafios ao tentar responder às necessidades oftalmológicas crescentes da população. Para que esta situação possa ser ultrapassada com sucesso, o Relatório recomenda 5 ações importantes: integrar o atendimento de oftalmologia nos planos de saúde; atendimento oftalmológico integrado e centrado nas pessoas; implementação de alta qualidade e pesquisa em sistemas de saúde; monitorização de tendências para avaliar a situação; e aumentar o envolvimento dos cidadãos nesta questão.

Nesta exposição foram selecionados objetos relacionados com a visão, como o modelo de globo ocular ou imagens parietais referentes à visão, mas também alguns cartazes de sensibilização relativamente à proteção da visão em contexto de trabalho.


Globo ocular

ME/342129/16

Escola Secundária Marquesa de Alorna

Modelo pedagógico desmontável do globo ocular utilizado nas aulas de Ciências Naturais. Trata-se de um modelo de plástico em suporte circular, com corte horizontal que permite ver a constituição do interior do olho humano.


Imagem parietal do corpo humano/Globo ocular

ME/346779/235

Escola Secundária com 3.ºCiclo Clara de Resende

Quadro parietal representando o olho humano, em cinco ilustrações coloridas, sobre fundo branco. As ilustrações, muito pormenorizadas, representam o globo ocular em corte longitudinal, as vias óticas, a pupila, íris e o corte do saco lacrimal e um plano da retina. Não possui legendas.


Imagem parietal de perigo e segurança

ME/400270/836

Escola Secundária de Jácome Ratton

Quadro parietal com a descrição das medidas de segurança que devem ser tomadas e dos vários riscos associados ao trabalho nas oficinas. Trata-se de uma campanha publicitária do Ministério do Trabalho, que pretende chamar alertar para os acidentes de trabalho através de frases ou imagens que despertem a atenção do público. Neste caso, sob um fundo branco temos, em primeiro plano, uma imagem de um olho estilizado. Por baixo encontra-se a frase “Protege os teus olhos". Ao lado surge uma silhueta a cinzento e negro de um homem envergando uma bengala de invisual. Foi desenhado na Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa.


Óculos

ME/400890/12

Escola Secundária António Inácio da Cruz

Dispositivo usado à frente dos olhos, para corrigir problemas de visão. Trata-se de uns óculos com estojo próprio e lunetas.


Imagem parietal do corpo humano/Globo ocular

ME/401470/95

Escola Secundária com 3.º Ciclo Dr. Joaquim de Carvalho

Representação do olho humano.


Imagem parietal de perigo e segurança

ME/401626/68

Escola Secundária de Emídio Navarro

Quadro parietal com a descrição das medidas de segurança que devem ser tomadas e dos vários riscos associados ao trabalho nas oficinas. Trata-se de uma campanha publicitária do Ministério do Trabalho, que pretende alertar para os acidentes de trabalho através de frases ou imagens que despertem a atenção do público. Neste caso, sob um fundo negro, aparece uma frase, em letras maiúsculas a laranja e branco, que pretende chamar a atenção para o uso de óculos de proteção. No fundo do cartaz estão desenhados dois olhos a preto e branco.


MJS


2022/10/10

Peça do mês de outubro

 


Detetor de Branly

Detetor ou coesor de Branly, isolado sobre uma base de madeira, composto por um dispositivo tubular de vidro, em cujo interior se encontra limalha de ferro, e por um conjunto de vários elétrodos ligados a uma antena e à terra. A ocorrência de uma descarga elétrica oscilatória através de limalha provoca a passagem de corrente no circuito. A bateria fornece mais corrente e o interruptor eletromagnético é acionado, emitindo um som audível. O martelo do mecanismo de campainha bate no coesor de Branly, fazendo com que a limalha se disperse e haja interrupção da corrente. É o primeiro detetor de oscilações eletromagnéticas, de sensibilidade suficiente para possibilitar a construção dos primeiros recetores de rádio de aplicação prática.

A peça está inventariada com o número ME/400427/106 e pertence ao espólio museológico da Escola Secundária de Santa Maria Maior.


MJS