2016/03/16

Peça do mês de março


Lâmpada de arco voltaico
Trata-se de um dispositivo instalado numa caixa metálica com possibilidade de ser colocado em posição vertical ou horizontal por recurso a uma haste de um estativo. Funciona com 70 V no máximo, tendo para o efeito uma resistência própria, exterior ao aparelho e independente dele, não podendo estar ligado diretamente a redes de 125 ou 220 V. A porta lateral interrompe o circuito quando se abre. Vem acompanhado pela referida resistência em série para corrente alternativa de 220 V, que possui 26,7 e 6 A, constituída por uma caixa com paredes de rede, pintada de preto, com 33 cm de comprimento, 12 cm de largura e 17 de altura, e com quatro pés com orifícios para se poder fixar numa mesa.
Tem igualmente anexos vários lápis de carvão (grafites), de 16 cm de comprimento e 6 mm de diâmetro, ou 19 cm de comprimento e 5 mm de diâmetro.
Está inventariada com o número ME/402631/692 e pertence ao espólio museológico da Escola Secundária D. Leonor.
A lâmpada de arco voltaico, precursora das modernas lâmpadas, foi inventada no início do século XIX, por H. Davy. Este demonstrou que num circuito elétrico, alimentado por uma potente bateria (com dois bastões de carbono nas extremidades) em contacto mecânico inicial, e após o encerramento do arco, a passagem da corrente elétrica gerava um arco voltaico com alta luminosidade. Este tipo de lâmpada foi utilizado na iluminação pública e em projetores cinematográficos, como é o caso deste exemplar.


MJS

2016/03/02

30 anos da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas


(Logotipo da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas)



A BAD assinala os 30 anos do lançamento da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas através da realização de uma sessão pública que terá lugar no dia 11 de Março no Museu de Design e Moda (MUDE) pelas 15 horas. Comemora-se, desta forma, um projeto que transformou o acesso à cultura e à informação em Portugal. A entrada é livre, mas deve ser feita uma inscrição prévia. Para mais informações clique aqui.

2016/02/24

80 anos d' O Mosquito na Biblioteca Nacional

(Capa da revista "O Mosquito" - janeiro de 1936)


Até ao dia 29 de Fevereiro estará patente na Biblioteca Nacional uma mostra sobre a revista portuguesa de banda desenhada, O Mosquito. Criada a 14 de janeiro de 1936 pelas mãos de António Cardoso Lopes e Raul Correia, teve um enorme sucesso até desaparecer em 1953. Esta mostra inclui uma coleção representativa dos 17 anos desta revista. Para saber mais clique aqui.

2016/02/17

Peça do mês de fevereiro


Imagem Parietal de Datilografia
Imagem parietal com o título “Dactilografia” utilizada nas aulas de Datilografia dos antigos Cursos Gerais do Comércio e de Secretariado. Constitui um auxiliar didático para a aprendizagem do método e técnica a adquirir neste âmbito. Servia para ilustrar as posições corretas que devemos adotar quando escrevemos à máquina. Na zona superior da imagem, temos uma mulher (zona superior) e um homem (zona inferior) vistos de lado e de costas, exemplificando a postura correta. Na zona inferior do quadro parietal estão quatro imagens de posições incorretas que podem conduzir ao aparecimento de lesões prejudiciais ao bom desempenho do datilografo.
Está inventariada com o número ME/ESDMF/267 e pertence ao espólio museológico da Escola Secundária David Mourão-Ferreira, à guarda da Secretaria-Geral do Ministério da Educação e Ciência.
A datilografia é uma técnica que permite a utilização de uma máquina de escrever, premindo os botões do seu teclado com uma certa velocidade. O datilografo executa esta técnica com os pulsos erguidos sobre o teclado, em vez de apoiados sobre a mesa e com os cotovelos ao lado do corpo.
O teclado das máquinas de escrever é geralmente constituído por botões quadrangulares ou circulares, as teclas, onde se encontra um, ou mais, carateres impressos, incluindo números, letras e sinais de pontuação. Premindo estes botões, o caractere que lhe está atribuído é impresso no papel.


MJS

2016/02/03

Projeto ARQUIVO.PT


(Logotipo do Arquivo.pt)




Através de uma iniciativa da FCT/ FCCN que fornece um serviço de preservação digital, é agora possível recuperar websites que tenham desaparecido. Na verdade, 80% das páginas desaparecem ou são alteradas após um ano da sua publicação. Através do acesso à página ARQUIVO.PT pode pesquisar dados arquivados desde 1996, especialmente orientados para a recuperação de conteúdos de interesse para a comunidade portuguesa. Para mais informações clique aqui.

2016/01/20

Peça do mês de janeiro


Heliógrafo de Campbell-Stokes
Instrumento utilizado no Laboratório de Física para a prática pedagógica. Consiste numa armação metálica côncava, onde se encaixa uma esfera de vidro que tem uma lente que focaliza os raios solares. Esta armação serve para sustentar uma tira de cartão onde é feito o registo do heliógrafo. Está inventariado com o número ME/402310/199 e pertence ao espólio museológico da Escola Secundária Mouzinho da Silveira.
Foi inventado por John Francis Campbell em 1853 e alterado por George Gabriel Stokes em 1879. Campbell (1821 – 1885) era um autor de renome e especialista em estudos Celtas, tendo criado o heliógrafo. Stokes (1819 – 1903) foi um importante físico e matemático, político e teólogo. Deixou enormes contributos ao nível da dinâmica dos fluídos, ótica e matemática.
A esfera concentra os raios solares num ponto sobre a tira de cartão onde é feita uma pequena queimadura. Ao longo do dia a luz solar vai queimando o cartão em locais diferentes, originando um traço queimado, por vezes interrompido. Assim, pode-se depreender o tempo de exposição solar total e os períodos em que o Sol foi encoberto. Para que o papel receba os raios solares durante todo o dia, é necessário que a esfera de vidro tenha uma posição particular, inclinada conforme a latitude do lugar, longe de obstáculos que lhe façam sombra e que a armação tenha o diâmetro adequado. O heliógrafo permite a contabilização dos número de horas de brilho solar numa determinada localidade e altura do ano, o que é de grande importância na definição das condições atmosféricas e das alterações climatéricas.


MJS


2016/01/13

Programa de Mobilidade "A Minha Biblioteca é a Tua Biblioteca"

(Cartaz alusivo ao Programa de Mobilidade em Bibliotecas do Ensino Superior "A Minha Biblioteca é a Tua Biblioteca")




A iniciativa do Grupo de Trabalho das Bibliotecas do Ensino Superior, "A Minha Biblioteca é a Tua Biblioteca" tem como objetivo a troca de experiências  e a colaboração entre os profissionais desta área. Se tem um projeto que quer partilhar estão abertas as candidaturas até 20 de janeiro de 2016. Saiba mais aqui.