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Fotómetro de Bunsen
Está inventariado com o número ME/401857/703 e pertence ao
espólio museológico da Escola Secundária de Gil Vicente.
Este dispositivo, inventado por Bunsen em 1841, destina-se a
medir a intensidade da luz através de parâmetros fotográficos., ou seja,
converte a luz em corrente elétrica para que esta possa ser medida de acordo
com a velocidade de obturação ou com a abertura do diafragma. O fotómetro, em
suma, mede a intensidade da luz no ambiente, para aumentar a qualidade das
fotografias.
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2019/07/30
Peça do mês de fevereiro
2019/07/18
Instrumentos de Medida no Museu Virtual da Educação - III
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Wattímetro
ME/400531/95
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2016/04/13
Peça do mês de abril
Luneta de Galileu
Está inventariada com o número ME/400348/142 e pertence ao
espólio museológico da Escola Secundária Maria Amália Vaz de Carvalho.
Galileu Galilei (1564 – 1642) não foi o criador da luneta, mas
melhorou os projetos já conhecidos, nomeadamente o de Hans Lippershey (1570 –
1619) que registou esta invenção em 1608. Não era projeto novo, uma vez que
na Grécia Antiga já eram conhecidas as propriedades do vidro para aumentar as
imagens.
Em 1609 Galileu melhorou o objeto em questão, permitindo uma
ampliação até 30 vezes, utilizando a luneta de forma científica e fazendo
importantes descobertas astronómicas.
Este objeto constitui a base da luneta de Galileu formada por
uma lente convergente (geralmente biconvexa) que funcionava como a objetiva e
por uma lente divergente (côncava) que servia de ocular. Através desta lente
ocular os raios convergentes que provinham do objeto eram intercetados e
transformados em raios paralelos, permitindo a formação de uma imagem virtual
ampliada e reta.
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2016/01/20
Peça do mês de janeiro
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Instrumento utilizado no Laboratório de Física para a prática
pedagógica. Consiste numa armação metálica côncava, onde se encaixa uma
esfera de vidro que tem uma lente que focaliza os raios solares. Esta armação
serve para sustentar uma tira de cartão onde é feito o registo do heliógrafo.
Está inventariado com o número ME/402310/199 e pertence ao espólio
museológico da Escola Secundária Mouzinho da Silveira.
Foi inventado por John Francis Campbell em 1853 e alterado por
George Gabriel Stokes em 1879. Campbell (1821 – 1885) era um autor de renome
e especialista em estudos Celtas, tendo criado o heliógrafo. Stokes (1819 –
1903) foi um importante físico e matemático, político e teólogo. Deixou
enormes contributos ao nível da dinâmica dos fluídos, ótica e matemática.
A esfera concentra os raios solares num ponto sobre a tira de
cartão onde é feita uma pequena queimadura. Ao longo do dia a luz solar vai
queimando o cartão em locais diferentes, originando um traço queimado, por
vezes interrompido. Assim, pode-se depreender o tempo de exposição solar
total e os períodos em que o Sol foi encoberto. Para que o papel receba os
raios solares durante todo o dia, é necessário que a esfera de vidro tenha
uma posição particular, inclinada conforme a latitude do lugar, longe de
obstáculos que lhe façam sombra e que a armação tenha o diâmetro adequado. O
heliógrafo permite a contabilização dos número de horas de brilho solar numa
determinada localidade e altura do ano, o que é de grande importância na
definição das condições atmosféricas e das alterações climatéricas.
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2015/06/17
Peça do mês de junho
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Espécime taxidermizado que servia para o estudo das aves nas
aulas de Ciências Naturais. Este exemplar encontra-se colocado sobre uma base
de madeira redonda, da qual se eleva um poleiro, onde a ave está assente. A
ave-do-paraíso é uma designação que engloba 14 géneros e cerca de 43 espécies
diferentes.
O grupo é típico da Australásia e está presente nas regiões
tropicais do Norte da Austrália, Nova Guiné, Indonésia e Ilhas Molucas. As
aves-do-paraíso habitam principalmente zonas de floresta tropical.
Tem como característica mais marcante a plumagem exuberante
dos machos da maioria das espécies, utilizada como ornamento nos rituais de
acasalamento. São aves de pequeno a médio porte, medindo entre 15 a 120 cm de
comprimento, incluindo a cauda. O grupo é notório por dimorfismo sexual
extremo. O bico é curto e forte e adaptado a uma alimentação omnívora,
baseada em frutos, folhas e animais como anfíbios, insetos e outros
invertebrados. Devido à sua plumagem, bastante cobiçada, é uma ave em vias de
extinção. Classificação Científica - Reino: Animalia; Filo: Chordata; Classe:
Aves; Ordem: Passeriformes; Família: Corvidae; Subfamília: Corvinae.
Está inventariada com o número ME/402436/1600 e pertence ao
espólio museológico da Escola Secundária de Passos Manuel.
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2015/04/15
Peça do mês de abril
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Instrumento científico utilizado para estudo e observação das
propriedades da cunha nas aulas de Física. É uma variante do plano inclinado,
inventada por Frick.
Está inventariada com o número ME/402436/1455 e pertence ao
espólio museológico da Escola Secundária de Passos Manuel.
O plano inclinado é uma máquina simples, formada por
superfícies planas e rígidas que se encontram inclinadas em relação à
horizontal. Permitem a multiplicação da força, facilitando tarefas, como é o
caso das rampas, utilizadas para o transporte de cargas de um local mais
baixo para outro mais elevado.
A cunha é uma peça prismática com base triangular isósceles,
elaborada em diferentes tipos de materiais. Na verdade, podemos mesmo considerar
que a cunha é formada por dois planos inclinados unidos pela base. A sua
aplicação ao plano inclinado resultou na chamada “Cunha de Frick”.
É formada por dois planos opostos que formam um ângulo muito
agudo e por uma peça cortante. A parte alargada da cunha é a base e é nesta
que se aplica a força. Serve para cortar vários materiais, como a madeira e
permite diminuir o esforço humano realizando um trabalho que exige ao
utilizador um menor consumo de energia. Este modelo inclui um conjunto de 6
cunhas de tamanhos variáveis.
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2015/03/18
Peça do mês de março
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Ferro de engomar
Está inventariado com o número ME/400993/38 e pertence ao
espólio museológico da Escola Secundária Dr. Bernardino Machado.
O ferro de engomar foi e é utilizado com a mesma função:
passar tecidos, alisando-os através do aquecimento. Este instrumento, com o
formato aproximado ao atual, foi referenciado cerca do século XVII. No
entanto, só no século XIX houve uma verdadeira difusão do equipamento, em
metal e com um depósito para o carvão aquecido.
Em 1882 foi registada a patente do ferro elétrico por Henry W.
Seely e em 1926, do ferro a vapor. O uso comercial do ferro elétrico não foi
possível de imediato uma vez que não existia uma rede estável de fornecimento
de energia elétrica à população. Em 1924 juntou-se um termóstato regulável
para a temperatura e na década de 50 o mercado foi inundado com várias marcas
e modelos de ferros de engomar.
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2014/10/29
Instrumentos de Medida no Museu Virtual da Educação- II
O
tempo é uma grandeza física que se pode medir. Implica a existência de um
mecanismo físico que repita de maneira uniforme e simétrica um determinado
evento. Isto quer dizer que para medir o tempo é necessário possuir um aparelho
que produza eventos repetitivos regularmente.
A medição exata do tempo é relativamente recente, embora o homem se tenha baseado em fatos regulares – fenómenos naturais – para estabelecer padrões de mensurabilidade temporal. As unidades de tempo que usamos são o dia, dividido em horas, estas em minutos, e estes em segundos.
O relógio é o aparelho mais comum para a
medição e indicação das horas, tendo surgido devido à necessidade de medir
intervalos de tempo mais curtos do que os intervalos naturais, como o dia, a
noite, os meses ou os anos. A sua evolução fez-se lentamente e existem
vários tipos de relógios: relógio de sol, relógio de água, relógio de areia,
relógio de bolso, relógio de pulso, entre outros.
A par
destes instrumentos, pode referir o metrónomo, um aparelho que serve para medir
o tempo musical. Inventado em 1812 por Dietrich Nikolaus Winkel, um relojoeiro
de Amesterdão, a patente acabaria por ser concedida em 1816 a Johann Mälzel
depois deste ter copiado algumas das ideias do seu precursor. O metrónomo
consiste num pêndulo oscilante capaz de produzir, através da força exercida por
um peso na sua haste, pulsações regulares de duração mais longa ou mais curta.
A cada oscilação corresponde um tempo do compasso musical. O metrónomo é
utilizado quer para manter um tempo regular ao longo de toda a composição
musical (ou numa das suas partes), quer para indicar o tempo em torno do qual
são efetuadas as variações.
O
dinamómetro permite igualmente fazer medições de peso, podendo o valor da força
ser medido através do deslocamento de um parafuso, fixo ao cilindro de menor diâmetro,
que desliza numa ranhura, existente no cilindro de maior diâmetro, onde se
encontra gravada uma escala.
Bibliografia:
Museu Virtual da Educação (2014) [em
linha].
http://edumuseu.sg.min-edu.pt/
[Consulta: 26 de junho de 2014]
Museu da Física da Escola Secundária
Alexandre Herculano (2014) [em linha].
http://mfisica.nonio.uminho.pt/
[Consulta: 26 de junho de 2014]
Baú da Física e Química. Instrumentos
antigos de Física e Química de escolas secundárias em Portugal (2014) [em
linha]
http://baudafisica.web.ua.pt/Default.aspx
[Consulta: 26 de junho de 2014]
MJS
2014/10/22
Instrumentos de medida no Museu Virtual da Educação - I
Um instrumento de medida é um dispositivo que possui um
sistema capaz de fornecer dados relativamente a quantidades e grandezas físicas
ou registar informações. Dependendo do tamanho do objeto a ser medido, são
necessários aparelhos ou métodos diferentes: comprimento, temperatura, volume
ou peso.
O ato de medir implica que o instrumento converta determinada
grandeza física num sinal, mecânico ou elétrico, e que seja possível que o
utilizador interprete esse sinal, quer através de um ponteiro ou de um visor,
quer através de uma indicação numérica.
No Museu Virtual da Educação encontram-se diferentes tipos de
objetos que permitem medir grandezas distintas. Nesta pequena abordagem,
divulgaremos alguns instrumentos que medem distâncias e ângulos. Os mais comuns
são a régua, o transferidor e a craveira.
A régua, é um instrumento utilizado em geometria, próprio para traçar segmentos de reta e medir distâncias pequenas. É composta por uma lâmina de madeira, plástico ou metal, contendo uma escala, geralmente centimétrica e milimétrica.
A craveira consiste numa régua graduada e dentada, sobre a
qual desliza um cursor (ou haste dentada) com uma abertura, no bordo da qual
está um nónio. A escala varia e deslizando o cursor ou haste dentada pode
medir-se com precisão espessuras, diâmetros internos e externos e alturas
interiores.
Por outro lado, existem instrumentos que medem distâncias
mais longas e calculam ângulos, permitindo uma orientação precisa. É o caso do
astrolábio e do sextante. O astrolábio, antigo instrumento naval, era utilizado
para medir a altura dos astros acima do horizonte. Também permitia a resolução de problemas geométricos, como calcular a altura de um edifício ou a profundidade de um poço. Era usado para determinar a posição dos
astros no céu e foi por muito tempo utilizado como instrumento para a navegação marítima com base na determinação da posição
das estrelas.
Mais tarde foi simplificado e substituído pelo sextante que media a distância angular na vertical entre um astro e a linha do horizonte para fins de cálculo da posição e para corrigir os eventuais erros da navegação estimada.
Também se pode referir o teodolito, instrumento de precisão
ótico que mensura ângulos verticais e horizontais, aplicado em diversos
setores como na navegação, na construção civil, na agricultura e na meteorologia.
Bibliografia:
Museu Virtual da Educação (2014) [em
linha].
http://edumuseu.sg.min-edu.pt/
[Consulta: 26 de junho de 2014]
Museu da Física da Escola Secundária
Alexandre Herculano (2014) [em linha].
http://mfisica.nonio.uminho.pt/
[Consulta: 26 de junho de 2014]
Baú da Física e Química. Instrumentos
antigos de Física e Química de escolas secundárias em Portugal (2014) [em
linha]
http://baudafisica.web.ua.pt/Default.aspx
[Consulta: 26 de junho de 2014]
MJS






















