2019/01/16

Ciclo de Encontros – Arquivistas, Bibliotecários e Profissionais da Informação – Para que nos querem?


(Cartaz alusivo ao ciclo de encontros de 23 de janeiro)

A BAD e a Direção de História e Cultura Militar iniciam no dia 23 de janeiro um ciclo de encontros que visa debater os principais desafios atuais dos bibliotecários, arquivistas e documentalistas. O tema da sessão será "Comunicar a Informação: boas práticas" e terá inicio às 14.30 no Palácio dos Marqueses do Lavradio. A entrada é gratuita mas sujeita a inscrição. Para mais informações clique aqui.


2019/01/08

Resultados da 4ª edição do Prémio Boas Práticas em Bibliotecas Públicas Municipais promovido pela DGLAB


(Logotipo do Prémio Boas Práticas em Bibliotecas Públicas Municipais promovido pela DGLAB)


No âmbito do Prémio Boas Práticas em Bibliotecas Públicas Municipais a DGLAB atribuiu quatro menções honrosas a quatro projetos, a saber: "Maratona de Leitura - 24 Horas a ler" da Biblioteca Municipal Padre Manuel Antunes, Sertã, "Os temas de Ciência do Ano. Ciclo de conferências de divulgação científica" da Biblioteca Municipal de Beja - José Saramago, "Ciência P'ra que te Quero"da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, Braga, "Vidas e Memórias de Bairro: oficinas comunitárias de memória" das Bibliotecas Municipais de Lisboa.



2018/12/19

Peça do mês de dezembro


Rosa dos Ventos

Rosa-dos-ventos montada com duas barras magnéticas, desenhada em mica e pintada a preto e branco, com 32 rumos ou ventos, já utilizados na época do Infante D. Henrique, entre os quais estão definidos os pontos cardeais e intercardeais. O ângulo entre dois rumos é de uma quarta, que corresponde a 11º15', que ainda se encontram divididos ao meio, as meias-quartas que correspondem a 5º37', e estas divididas em quartos que correspondem a 2º48', sendo as subdivisões destes estimadas com um transferidor circular. O Norte é iluminado por uma flor-de-lis, que os napolitanos defendem ter sido inspirada no brasão da cidade. É um instrumento utilizado para a indicação dos pontos cardeais, quando associada a barras magnéticas, a partir do pólo norte magnético.
Está inventariado com o número ME/401018/143 e pertence ao espólio museológico da Escola Secundária de Bocage.

MJS

2018/12/12

Oficina "A Fotografia nos Arquivos"

(Imagem de várias fotografias. Retirada da internet)


A BAD vai promover uma oficina sobre "A Fotografia nos Arquivos", a cargo de Isabel Corda, nos dias 17, 18 e 19 de dezembro na Cordoaria Nacional. para mais informações consulte o site.

2018/12/07

Constituição de um Fundo bibliográfico - Planeamento e Política de aquisições


(Imagem de uma estante com livros. Retirada da internet)


A constituição de um fundo documental, de pequenas ou grandes dimensões, obriga à seleção dos documentos. Por questões de espaço e, também, por razões orçamentais, não interessa adquirir documentos indiscriminadamente.

A seleção através de catálogos; imprensa periódica (impressa ou digital); obras de referência; torna-se uma tarefa obrigatória e de enorme responsabilidade. Uma seleção pertinente transformar-se-á no verdadeiro “motor” de qualquer biblioteca, se considerarmos que ela vale pelo próprio interesse que desperta na comunidade e, portanto, pelo movimento de leitura que regista. E quanto mais limitados forem os orçamentos, maior relevância assume a seleção.

A seleção, porém, não diz respeito apenas a compras. Decidir sobre esta ou aquela oferta que nos pretendem fazer, esta ou aquela permuta que nos propõem, é igualmente importante. Deixar que uma biblioteca (independentemente do seu caráter, ou dimensão), se transforme num “armazém inútil”, pode culminar numa decisão cara, ou num erro irrecuperável. Quando a seleção tem em vista a aquisição, é absolutamente necessário um controlo das compras (encomendas) em curso, para evitar encomendas em duplicado ou para permitir reclamações (em caso de atrasos, por exemplo).

Se após a definição de uma política de constituição e aumentos dos fundos documentais (aquisição), após a escolha de documentos e as tomadas de decisão, se poderá dar início a certos e determinados procedimentos práticos (como, p. ex., planeamento, organização e constituição de ficheiros de compras executadas, de organizações com as quais se estabelecem relações de aquisição, ou de permuta; triagem e eliminação de dados contidos nos ficheiros).

Após a receção das obras e efetuados os procedimentos adequados nos ficheiros atrás indicados, deve, sempre que possível, proceder-se à verificação das espécies; isto é, certificar- se se a obra está completa e corretamente impressa. Por vezes, encontram-se obras com paginação omitida, cadernos mal intercalados, páginas em branco, etc.

Só após cumpridas as tarefas de preparação do documento se deverá passar ao seu registo e carimbagem. Em seguida, deverá proceder-se à catalogação da obra; isto é, à descrição do documento (exterior e interior), identificando-o, tanto quanto possível, através de um número de dados e características exclusivos que o individualizam. Extraídos estes elementos, está construída uma entrada, que é uma unidade de informação existente num catálogo. A entrada é entendida como uma ficha e o catálogo como um ficheiro.

Um catálogo (base de dados) bibliográfico organizado – sistematizado e atualizado – é, não só, o suporte, mas também, o veículo que permite aceder e recuperar de forma ágil, rápida, eficaz e sem “ruído”, a informação que se procura.

 

 

JMG

 


2018/12/05

Mostra : O Azulejo Português no livro"


(Imagem de um azulejo em tons de verde e dourado. Retirado da internet)

Até ao dia 28 de dezembro estará patente na Biblioteca Nacional uma mostra sobre o azulejo português integrado na arquitetura, uma das suas mais originais utilizações. O uso do azulejo e a sua contínua adaptação e transformação no tempo são objeto desta exposição.


2018/11/28

Exposição: "A Fábrica de sonhos"

(Capa da "Agência Portuguesa de Revistas")


"A Fábrica de Sonhos - Os primeiros 25 anos da Agência Portuguesa de Revistas (1948 - 1973)" é o tema da exposição que estará disponente na BN até ao dia 28 de dezembro. Fundada em 1948 por Mário de Aguiar e António Joaquim Dias tinha, na década de 60, mais de 50 títulos diferentes e mais de um milhão de exemplares vendidos. Nesta exposição estarão presentes alguns exemplares de grande relevância na história da Imprensa Nacional.