2009/10/06

Modernização do Parque Escolar – Publicações

No âmbito da modernização do Parque Escolar foram publicados quatro números da coleção RENOVAR:

001 – Escola Artística Soares dos Reis


002 - Escola Secundária de D. Dinis


003 – Escola Básica e Secundária de Rodrigues de Freitas - Conservatório de Música do Porto

004 – Pólo de Educação e Formação D. João de Castro


Estas publicações podem ser consultadas na Biblioteca da Secretaria-Geral.



2009/05/20

Conferência Internacional "O Estado e a Educação (1759-2009)"

A Secretaria-Geral do Ministério da Educação vai organizar a Conferência Internacional O Estado e a Educação (1759-2009)”, no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian, nos dias 4 e 5 de Junho de 2009.



Inscrição até 1 de Junho, para o email: 250anoseducacao@sg.min-edu.pt
(gratuita e obrigatória)


Apresentação


Cumprem-se 250 anos sobre a criação da Directoria-Geral dos Estudos (Alvará de 28 de Junho de 1759), pelo Marquês de Pombal, iniciativa que marca, entre nós, o início das políticas públicas na área da educação. Ainda em meados do século XVIII, Portugal consolidou uma lógica racionalizadora da educação que se concebeu a partir do Governo central e que se mantém até aos dias de hoje, não obstante as mudanças e as diferentes soluções de regime político. A herança pombalina baseou-se em três grandes princípios, todos eles já explícitos naquele Alvará: (i) o da secularização, que tornaria o ensino um domínio cuja competência e tutela passariam inteiramente para o Estado; (ii) o da uniformização, que implicaria a concepção de uma rede escolar susceptível de abranger o conjunto do país e esboçar igualmente uma nova dinâmica de desenvolvimento sócio-económico do país a partir dos grandes centros urbanos; (iii) o da estatização, que supunha que a coordenação do sistema passaria a ser da responsabilidade de um Director de Estudos, cargo que antecipa o de ministro da Educação.

Não se procura, com a realização desta CONFERÊNCIA INTERNACIONAL, utilizar a efeméride para celebrar os “grandes desígnios” da administração central, assinalar “as experiências notáveis” de um punhado de educadores e instituições, nem tão pouco, na inversa, inventariar o “universo das irrealizações e fracassos” das políticas e das reformas educativas. A proposta visa, de modo bem diverso, estabelecer a necessidade de um debate informado e pluridisciplinar como condição da contemporaneidade, contribuindo para abertura de domínios reflexivos e a criação de um espaço público da educação. É claro que o exercício de conhecer, estudar e investigar é um exercício que não se pode estabelecer fora da memória que transportamos da educação e do modelo escolar que se impôs, como via única, fundamentalmente ao longo do século XX. Ora, é justamente enquanto estrutura activa da identidade pessoal e coletiva que o passado surge neste Colóquio; a História da Educação não será tomada aqui como um saber ou um património próprio de uma comunidade de especialistas. Os conferencistas vêm de domínios científicos e técnicos os mais variados e será a partir dos seus territórios de pertença que se pronunciarão sobre matéria de educação e ensino.

Sob escrutínio estarão, assim, as possíveis articulações do Estado com a Educação. A ideia é que as alocuções se possam referir a múltiplos contextos sociais, institucionais e até nacionais, posto que haverá inclusive contributos de investigadores estrangeiros. Deste modo, uma discussão política acerca das perspetivas centralistas e das engenharias de planeamento nacional do Estado moderno, com as consequentes remissões para a educação e suas finalidades humanistas, sejam de extração cristã ou laica, terá o mesmo cabimento programático que outras reflexões de âmbito mais propriamente sociológico – e que tomem, por exemplo, os complexos processos de abertura democrática da escola ou as diferentes modalidades de acesso aos saberes e ao capital escolar – ou até pedagógico, como serão as considerações que se referem aos processos de diferenciação, aos métodos e modelos de aprendizagem centrados na educação integral dos alunos ou na sua autoformação. Da soma dos contributos específicos espera-se que resulte uma reflexividade que questione as fronteiras da modernidade, ajude a construir as ferramentas críticas de uma educação por vir, abale crenças e certezas, potenciando a emergência de uma imaginação solidamente informada.

Como se vê, não há propriamente uma agenda definida para as conferências que decorrerão ao longo de dois dias. Estão programadas nove. Entre elas realizar-se-ão quatro mesas redondas, onde um conjunto de historiadores procederá a uma inventariação sumária do Governo da educação em Portugal nos últimos 250 anos.


Jorge Ramos do Ó (organizador)


2009/05/18

Dia Internacional dos Museus

No âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Museus, está disponível a nova base de dados do Património Museológico da Educação – In Web – que pode ser consultada, em http://edumuseu.sec-geral.mec.pt/

No âmbito dos 250 Anos do Ministério da Educação, serão inaugurados, ainda, pela Sr.ª Ministra da Educação o painel “250 Anos de Educação Pública” e um ecrã holográfico no qual poderão ser consultadas as principais medidas legislativas que sustentam os diferentes momentos de política educativa representados no painel.

2009/04/22

BAME nas Escolas – 2.ª Fase


Teve início no passado dia 7 de Abril a 2.ª fase do BAME nas Escolas que irá abranger 100 escolas secundárias em todo o país.

A intervenção será realizada nas três áreas patrimoniais da Educação – Bibliotecas, Arquivos e Museus, estando prevista a sua conclusão no final de 2009.

2009/03/03

Inventário do Património Museológico da Educação


A Secretaria-Geral pretende assinalar a comemoração dos 200 anos do nascimento de Charles Darwin e o 150.º aniversário da publicação da sua obra A Origem das Espécies através da Selecção Natural (On the Origin of Species by Means of Natural Selection), com a divulgação de alguns materiais didácticos utilizados nas escolas secundárias para o ensino das matérias de Biologia: Zoologia, Botânica e de Geologia, que integram a colecção de Inventário do Património Museológico da Educação.







Poderá conhecer outros objectos, através da Peça do Mês ou consultar a colecção, em Matrizweb .
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Legenda:
1 - Crâneos de mamíferos - ME/401857/579 (imagem parietal)
2 - Borboleta - ME/ESDJC/1547 (imagem parietal)
3 - Cerejeira - ME/402436/215 (imagem parietal)
4 - Orquídea - ME/2436/201 (imagem parietal)
5 - Amor-perfeito (Viola tricolor) - ME/402709/1 (modelo didáctico)
6 - Papoila - ME/342129/43 (modelo didáctico)
7 - Coelho - ME/400117/43 (animal embalsamado)
8 - Galinha - ME/401950/162 (modelo didáctico)

9 - Molusco - ME/401250/1480 (fóssil)
10 - Gryphaea - ME/401250/1477 (fóssil)

2009/02/20

Inventário do Património Museológico da Educação


Desde o início de Janeiro, que está em curso, na Secretaria-Geral, a substituição da base de dados Matriz pelo novo sistema In Arte Premium.
Com a introdução do novo sistema, pretende-se fazer um melhor planeamento e controle do projecto, da equipa de inventário e da qualidade de conteúdos da base, que serão posteriormente disponibilizados ao público através da interface InWeb.

Para o sucesso deste projecto, estão envolvidos na construção da nova base de dados de inventariação do património museológico das escolas secundárias, técnicos da Secretaria-Geral e da Parque Escolar, EPE, sendo estes últimos conhecedores da base Matriz e da colecção pelo trabalho de inventariação desenvolvido nas escolas durante o ano lectivo 2008/09.

Este processo está a desenvolver-se, nas seguintes fases:

1.ª fase – análise e organização dos dados. Depois de analisados os 13 509 registos introduzidos no sistema Matriz, estão a ser definidas diferentes tabelas auxiliares (como: tipologias de objectos, designações, materiais, técnicas, autores, fabricantes, casas editoras, distribuidores, etc.) que permitirão melhorar quer a organização da informação, quer os procedimentos de trabalho de inventariação, assim como servirão para melhorar a qualidade dos conteúdos disponibilizados ao público;

2.ª fase – importação dos dados para o In Arte, segundo os parâmetros previamente estabelecidos;

3.ª fase – correcção e validação dos dados importados para o In Arte, para posterior divulgação on-line (InWeb);

4.ª fase – construção de um Manual de Procedimentos que estabeleça as normas a seguir para o preenchimento das fichas de inventário no programa In Arte, e que seja um produto de reflexão sobre as especificidades deste espólio.

Através de estudos críticos e de métodos analítico-comparativos serão elaboradas listas de thesauri para designar os objectos, bem como para utilizar na sua classificação, na dos materiais que os compõem e na das técnicas utilizadas para a sua construção, permitindo deste modo uma maior eficiência no controlo dos dados inseridos.
As indicações que irão ser aí apresentadas pretendem constituir-se como um material de consulta rápida destinada aos inventariantes do património museológico, facilitando desta forma a sua tomada de decisões relativamente à documentação do espólio e constituindo procedimentos para que a informação possa ser facilmente encontrada a partir da interface InWeb.


2009/01/07

BAME nas Escolas

Inventário museológico da Escola Secundária Pedro Alexandrino





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Nos dias 25 e 26 de Novembro de 2008 os técnicos da Parque Escolar, EPE, realizaram o inventário museológico da Escola Secundária Pedro Alexandrino.

A escola, situada na Póvoa de Sto. Adrião, começou a leccionar no final dos anos 80 e teve como patrono o pintor Pedro Alexandrino, por este ter sido proprietário de uma quinta situada próxima desta.

Os objectos tratados fazem parte das salas de biologia, historia, geografia e física e química. Inventariaram-se 98 objectos didácticos, que foram fotografados, medidos, descritos e marcados.

A inventariação realizada aos materiais didácticos, destinada a preservar a memória da escola, será incluída na base de dados Matrizweb, no sentido de ficarem disponíveis para consulta do público.