2016/04/27

12º Encontro Nacional de Arquivos Municipais

(Cartaz alusivo ao 12º Encontro Nacional de Arquivos Municipais)



O 12º Encontro de Arquivos Municipais irá realizar-se em Castelo Branco nos dias 14 e 15 de Outubro, subordinado ao tema "Arquivos Municipais: o que há de novo?". Como tal a BAD e o Grupo de Trabalho de Arquivos Municipais convidam todos os interessados a apresentar propostas de comunicação  ou de poster até ao dia 31 de Maio. Os temas em destaque são: reestruturação da administração local, interoperabilidade nos sistemas de informação, desmaterialização da informação e organização e uso da informação. Para saber mais clique aqui. 

2016/04/18

Encontro "Arquivos da Administração Pública"

(Cartaz alusivo ao Encontro "Arquivos da Administração Pública")


O Encontro "Arquivos da Administração Pública" irá decorrer nos dias 2 e 3 de Julho na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, organizado pelo Instituto de História Contemporânea da FCSH-UNL, Arquivo de Ciência e Tecnologia da Fundação para a Ciência e Tecnologia e Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas. A data limite para a apresentação de propostas de comunicação foi alargada para o dia 1 de junho. O objetivo deste encontro é criar bases para o tratamento e divulgação do património arquivístico da administração pública; fomentar a importância destes arquivos na preservação da memória nacional; dar a conhecer políticas, metodologias e instrumentos de gestão; e identificar constrangimentos à gestão informacional nos organismos da função pública. Para mais informações clique aqui. 

2016/04/13

Peça do mês de abril



Luneta de Galileu

Modelo de luneta de Galileu, a 1/8 do tamanho natural. É constituída por um suporte formado por pé vertical e base redonda, a que se liga uma régua horizontal com indicação do trajeto do raio luminoso e onde deveriam estar dois suportes cilíndricos de latão, com duas lentes com o mesmo eixo vertical, inseridas: a objetiva (convergente) e uma ocular (divergente).
Está inventariada com o número ME/400348/142 e pertence ao espólio museológico da Escola Secundária Maria Amália Vaz de Carvalho.
Galileu Galilei (1564 – 1642) não foi o criador da luneta, mas melhorou os projetos já conhecidos, nomeadamente o de Hans Lippershey (1570 – 1619) que registou esta invenção em 1608. Não era projeto novo, uma vez que na Grécia Antiga já eram conhecidas as propriedades do vidro para aumentar as imagens.
Em 1609 Galileu melhorou o objeto em questão, permitindo uma ampliação até 30 vezes, utilizando a luneta de forma científica e fazendo importantes descobertas astronómicas.
Este objeto constitui a base da luneta de Galileu formada por uma lente convergente (geralmente biconvexa) que funcionava como a objetiva e por uma lente divergente (côncava) que servia de ocular. Através desta lente ocular os raios convergentes que provinham do objeto eram intercetados e transformados em raios paralelos, permitindo a formação de uma imagem virtual ampliada e reta.


MJS


2016/04/06

Clavis Bibliothecarum: Catálogo e Inventário de Livrarias e Instituições Religiosas em Portugal até 1834


(Imagem parcial de um antigo manuscrito)


O site Clavis Bibliothecarum é um complemento do trabalho de investigação de Luana Giurgevich e Henrique Leitão, cujo objetivo é facilitar o acesso à cópia digital integral dos documentos que constam da obra. Aqui poderá aceder a documentos originais on-line, originais que se encontram na Biblioteca Nacional de Portugal e na Biblioteca Pública de Évora. Para saber mais, aceda aqui ao site. 

2016/03/30

Jornada "Arquivistas e Investigadores: o diálogo necessário"

(Cartaz alusivo à Jornada "Arquivistas e Investigadores: o diálogo necessário")


No próximo dia 9 de Maio, a Delegação Regional do Norte da Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas (BAD) organiza a Jornada "Arquivistas e Investigadores: o diálogo necessário". Através deste evento procura-se responder a questões relacionadas com as necessidades de informação dos utilizadores dos espaços de documentação. Para mais informação, clique aqui. 

2016/03/23

BibliotecAtiva: "Transformar as bibliotecas públicas portuguesas"

(Cartaz alusivo ao Fórum BibliotecAtiva: "Transformar as bibliotecas públicas portuguesas" )


A segunda edição do Fórum BibliotecAtiva irá decorrer nos dias 6 e 7 de Abril, com o apoio da DGLAB. O tema será "Transformar as bibliotecas públicas portuguesas" e está estruturado em quatro painéis e oito seminários, orientados por um dinamizador. Para mais informações aceda aqui ao site.

2016/03/16

Peça do mês de março


Lâmpada de arco voltaico
Trata-se de um dispositivo instalado numa caixa metálica com possibilidade de ser colocado em posição vertical ou horizontal por recurso a uma haste de um estativo. Funciona com 70 V no máximo, tendo para o efeito uma resistência própria, exterior ao aparelho e independente dele, não podendo estar ligado diretamente a redes de 125 ou 220 V. A porta lateral interrompe o circuito quando se abre. Vem acompanhado pela referida resistência em série para corrente alternativa de 220 V, que possui 26,7 e 6 A, constituída por uma caixa com paredes de rede, pintada de preto, com 33 cm de comprimento, 12 cm de largura e 17 de altura, e com quatro pés com orifícios para se poder fixar numa mesa.
Tem igualmente anexos vários lápis de carvão (grafites), de 16 cm de comprimento e 6 mm de diâmetro, ou 19 cm de comprimento e 5 mm de diâmetro.
Está inventariada com o número ME/402631/692 e pertence ao espólio museológico da Escola Secundária D. Leonor.
A lâmpada de arco voltaico, precursora das modernas lâmpadas, foi inventada no início do século XIX, por H. Davy. Este demonstrou que num circuito elétrico, alimentado por uma potente bateria (com dois bastões de carbono nas extremidades) em contacto mecânico inicial, e após o encerramento do arco, a passagem da corrente elétrica gerava um arco voltaico com alta luminosidade. Este tipo de lâmpada foi utilizado na iluminação pública e em projetores cinematográficos, como é o caso deste exemplar.


MJS