(Vista do Parque da Fundação Calouste Gulbenkian. Retirada da internet)
O Edifício-sede e Parque da Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa são candidatos a património mundial. Situado
no centro de Lisboa, o edifício-sede articula-se com o espaço do Museu Calouste
Gulbenkian, funcionando como centro de exposições e sala de espetáculos. O
projeto teve na sua origem um concurso lançado pela administração a três
equipas de arquitetos, entre 1959 e 1960. O objetivo era perpetuar a memória de
Calouste Gulbenkian.
(Em primeiro plano, a estátua de Calouste Gulbenkian sentada com um falcão atrás. Em segundo plano, um dos edifícios da Fundação. Retirado da internet)
Ruy
Athouguia, Pedro Cid e Alberto Pessoa, foram os arquitetos responsáveis pelo
projeto, com uma conceção sóbria, de linhas horizontais e uma visão exterior
sobre o jardim. Concluído em 1966, tem cerca de 125 m de comprimento por 25 m
de largura e seis pisos. Foi elaborado com técnicas modernas em betão armado e
vidro. É um espaço único de divulgação cultural e da comunidade artística.
No seu
interior predominam as madeiras e a alcatifa, com obras da autoria de José de
Almada Negreiros, Jorge Barradas, João Abel Manta, Artur Rosa, Manuela Jorge e
Vítor Fortes.
O
parque, com cerca de 7.5 hectares, tem um papel de relevo na arquitetura
paisagística portuguesa. Foi construído na década de 60, terminado em 1969 e o
projeto é da autoria de António Viana Barreto e Gonçalo Ribeiro Telles.
Concluído em 1969, o jardim contou com técnicas modernas e inovadoras. Inclui
um lago, um anfiteatro ao ar livre e lajes no solo para a circulação do
público. Renovado em 2002, assistiu à introdução de novos percursos, espelhos
de água e novas espécies.
MJS