2019/11/13

Peça do mês de novembro


Imagem Parietal do Período Jurássico
Paisagem do período Jurássico, com representação da fauna previsivelmente existente à época. À esquerda, legenda principal; na parte de baixo, caracterização dos fósseis; à direita, cortes das camadas do solo e respetiva classificação.
Está inventariado com o número ME/40157/128 e pertence ao espólio museológico da Escola Secundária Gil Vicente.
O Jurássico foi o segundo período da Era Mesozóica e trouxe mudanças bastante significativas, quer a nível climático e de vegetação, quer ao nível da variedade da fauna. A hegemonia dos répteis em todos os ambientes marcou esta fase que também assistiu ao aparecimento das primeiras aves e mamíferos.

2019/11/06

Ação de formação: "Questionários em bibliotecas: elaboração, análise e apresentação de conclusões"


A BAD organiza a ação de formação "Questionários em bibliotecas: elaboração, análise e apresentação de conclusões", em Lisboa, nos dias 25 e 26 de novembro. A inscrição deverá ser feita online através do preenchimento de um formulário. Esta ação destina-se a serviços em que seja importante aferir análise a opinião do público, resultando num documento final com dados e conclusões. Para mais informações, consulte o programa


2019/10/30

Nun' Àlvares - Patrono da Escola Secundária de Nuno Álvares




NUN'ÁLVARES (1360 - 1431)

A cidade de Castelo Branco[1], em 1852, já dispunha de uma escola, ainda que sem estatuto de liceu, leccionando gramática latina, filosofia e retórica. Mais tarde, em 1911, por circunstância várias, as instalações foram transferidas para o palacete do Paço Episcopal da cidade, e poucos anos mais tarde, em 1918, passou, definitivamente, a denominar-se Liceu Nacional Central de Nuno Álvares: a 24 de junho de 1918 é aprontada, em reunião do Conselho Escolar, a figura de Nuno Álvares como patrono da escola.

Atualmente, a agregação da Escola Secundária Nuno Álvares com os Agrupamentos de Escolas Cidade de Castelo Branco e Professor Doutor António Sena Faria de Vasconcelos deu lugar a uma vasta e diversificada entidade orgânica na área da educação.

Nuno Álvares Pereira nasceu em 1360, nos Paços de Cernache de Bonjardim, concelho da Sertã, na região do Pinhal Interior, filho de um dos mais ilustres senhores do reino, D. Álvaro Gonçalves Pereira, Prior da Ordem Militar dos Hospitalares. D. Nuno Álvares teve uma educação militar, típica dos nobres.

Foi canonizado no dia (26 de abril de 2009), no Vaticano pelo Papa Bento XVI, depois de ter sido beatificado, há 90 anos atrás (em 1918), curiosamente pelo Papa que adoptou o nome Bento XV. O seu processo de canonização tinha sido reaberto no dia 13 de Julho de 2004, nas ruínas do Convento do Carmo, em Lisboa, com uma sessão solene presidida por D. José Policarpo.

Após a morte da esposa, D. Nuno Álvares tornou-se Carmelita - escolhe o nome de Irmão Nuno de Santa Maria, recolhendo esmola para os pobres. Permanece no Convento do Carmo, de 1423 até à data da sua morte, em 1431. Enquanto militar, evidenciou elevadas qualidades de coragem e determinação, desempenhando um papel fundamental na crise de 1383-85, onde Portugal jogou a sua independência contra Castela, apoiando o partido do Mestre de Avis.

Sabe-se que antes da Batalha de Aljubarrota, a 14 de agosto de 1385, o novo rei estava renitente sobre a melhor decisão a tomar, mas a atitude audaz de D. Nuno foi a pedra de toque para a Batalha em que a táctica do quadrado e a escolha do local da batalha se mostraram determinantes para a vitória das tropas nacionais. É o patrono da Escola Secundária de Castelo, Branco, do Exército Português, dos Escuteiros Portugueses e de algumas paróquias de Portugal.

P. M. 



BIBLIOGRAFIA:

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS NUNO ÁLVARES (2018). Regulamento interno [em linha]. Castelo Branco: A.E.N.A. [consult. 26 de set. de 2019]. Disponível: https://drive.google.com/file/d/1A9_cbYy9_q8awXL-IqiznTMJEKoY9V1Z/view.>.


DIREÇÃO-GERAL DO PATRIMÓNIO CULTURAL (s.d.). Liceu Nuno Álvares de Castelo Branco [em linha]. Lisboa: D.G.P.C. [Consult. 24 de jun. de 2019]. Disponível: .


LOUSADA, Abílio Pires (s.d.). “Nuno Álvares Pereira.
Guerreiro, senhor feudal e santo: os três rostos do condestável, João Gouveia Monteiro” [em linha]. Revista militar; N.º 2568 (maio 2018). [consult. 30 de set. de 2019]. Disponível: >.


TERENO, Paula (2015). Liceu Nacional de Castelo Branco, Liceu Nuno Álvares, Escola Secundária Nuno Álvares [em linha]. Forte de Sacavém: Sistema de Informação para o Património Arquitetónico [Consult. 24 de jun. de 2019]. Disponível:
.


UNIÃO DE FREGUESIA DE CERNACHE DO BONJARDIM, NESPERAL E PALHAIS (s.d.). D. Nuno Álvares Pereira [em linha]. Cernache do Bonjardim: U. F. C. B. N. P. [Consult. 30 de set. de 2019]. Disponível: >.











[1] Situada na Beira Baixa, a cidade de Castelo Branco é sede de distrito e de um dos maiores concelhos do País, no centro de uma vasta região planáltica, entre as bacias dos rios Pônsul e Ocresa. Castelo Branco deve o seu nome à existência de um castro luso-romano, Castra Leuca, no cimo da Colina da Cardosa, de onde se desenrolou o povoamento desta localidade, então apelidada albi Castrum. A cidade foi conquistada aos Mouros no século XII, e posteriormente alguns domínios foram ofertados à Ordem do Templo, encarregando-os do seu povoamento e defesa, para o que construíram o Castelo da localidade.


2019/10/23

Exposição "Caricatura e retrato no Museu Virtual da Educação"

Um retrato é uma representação de um indivíduo, seja em desenho ou noutro tipo de meio, como a fotografia, por exemplo. A caricatura é um desenho exagerado, de forma humorística, de uma pessoa da vida real. Apesar de não constituírem um espólio numeroso no Museu Virtual da Educação, destacamos algumas caricaturas e retratos elaborados em contexto escolar.


ME/402163/67
ME/Escola Secundária Marquês de Pombal

Caricatura onde se pode observar, saindo do canto superior, um braço identificado com Mestre Battistini, segurando uma coroa de louro, que coloca sobre uma cabeça de figura feminina (possivelmente Maria de Portugal). Esta abraça um ramo de flores saindo de uma jarra de faiança (identificando a Fábrica Constância). No canto inferior esquerdo aparece uma caricatura que faz lembrar o "Zé-povinho" de Rafael Bordalo Pinheiro, levando flores para o Mestre.


ME/402436/2453
ME/Escola Secundária de Passos Manuel

Fotografia de formato rectangular representando vários desenhos, supostamente feitos por um aluno, a giz, no quadro negro. Do lado esquerdo encontra-se um estudante a dormir, com a legenda "Não se apaga - O Sonho dum colega". Do lado direito, estão várias caricaturas de professores (?). Cor: Monocromática; Polaridade: Positivo; Tipo: Opaca; Orientação: Horizontal.


ME/402436/2454
ME/Escola Secundária de Passos Manuel

Fotografia de formato rectangular representando vários desenhos, supostamente feitos por um aluno, a giz, no quadro negro. São várias caricaturas de professores ou alunos. Cor: Monocromática; Polaridade: Positivo; Tipo: Opaca; Orientação: Horizontal.


ME/402618/7
ME/Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro

Fotocópia emoldurada de uma "Caricatura do Corpo Docente da Escola Industrial e Comercial Rafael Bordalo Pinheiro " feita " pelo Professor David de Sousa (o terceiro da última fila, em baixo)". No verso está colado um papel manuscrito, que diz: "Caricatura feita em 1951. Ao alto, da esquerda para a direita: Dália Santos, Professora de Português. Dr. Sotto Mayor (Director da Escola). Prof. Abílio M. Barreto. De pé, perto do relógio: contínuos, José Rodrigues e Francelino. De cima para baixo, à esquerda: D. Vitória Simão do Couto, Prof. de T. Manuais; D. Mª Carlota Gonçalves, D. Alice Neves Cardoso (mestra de Costura e Bordados). Dr. António de Andrade Rebelo. Dr. Martins. Prof. de Matemática: Padre Paiva. À direita: Escultor Macário Mendes Dinis. Dr. Varela Pinto. Mestre Mamede e Mestre Rainho. Prof. David Sousa (o caricaturista). Em baixo, ao meio: Prof. Manuel José António." Existe uma fotografia do original no álbum de fotografias inventariado com o nº ME/402618/5.


ME/402163/53
ME/Escola Secundária Marquês de Pombal

Retrato de Maria de Portugal, da autoria de Leopoldo Battistini, centrado na parte superior da folha e voltado a três quartos para o lado direito. Rosto comprido, cabelo curto grisalho, ligeiramente ondulado, cortado a nível das orelhas, olhando o observador. A iluminação é feita a partir do lado esquerdo.


ME/402916/60
ME/Escola Secundária de Tomaz Pelayo

Auto-retrato de Tomaz Pelayo (1898 - 1968), patrono da escola com o seu nome. Foi realizado a carvão sobre papel e está montado numa base de madeira.


ME/404240/13
ME/Escola de Música do Conservatório Nacional

Retrato a carvão de uma figura masculina, visível apenas do torso para cima, que representa António Fragoso, compositor, musicólogo, e pianista português (1897-1918).

2019/10/16

Peça do mês de outubro

Hidra
Modelo de hidra utilizado para permitir a visualização da sua morfologia em contexto das práticas pedagógicas das aulas de Ciências Naturais. Trata-se de uma placa com dois modelos, um de uma hidra completa, e outro de um fragmento. O animal apresenta o corpo em forma de saco, ou pólipo, longo e estreito. Possui um único orifício, a boca, rodeada de tentáculos com células urticantes, e vive fixo ao substrato, por uma base adesiva. A parede do corpo é dupla, constituída por duas camadas de células, a ectoderme e a endoderme, separadas por uma substância gelatinosa, a mesogleia, e delimita uma cavidade interna, na qual se realizam as funções essenciais, a cavidade gastrovascular. Este filo é caracterizado pela presença de células urticantes, os cnidoblastos, que libertam substâncias tóxicas em caso de perigo ou de captura de alimento. Estes hidrozoários podem reproduzir-se por gemiparidade. Classificação científica: Reino – Animalia; Filo – Cnidaria; Classe – Hidrozoa; Ordem – Anthromedusae; Família – Hydridae; Género – Hydra.
Está inventariado com o número ME/400956/124 e pertence ao espólio museológico da Escola Secundária Augusto Gomes.
Trata-se de um animal que vive em águas doces e limpas, em climas temperados ou tropicais. A sua cor é verde ou acinzentada. Medem cerca de 2 a 3 cm de comprimento e alimentam-se de plâncton, crustáceos, ovos de peixe ou larvas.


MJS

2019/10/09


ESCOLA SECUNDÁRIA NUNO ÁLVARES,
CASTELO BRANCO


A rede nacional de liceus foi criada em 1852, determinando que todas as capitais de distrito fossem contempladas com um estabelecimento semelhante. À data, Castelo Branco já possuía uma escola sem estatuto de liceu, lecionando gramática latina, filosofia e retórica. Em 1911, as instalações da escola foram transferidas para o palacete do Paço Episcopal da cidade, e poucos anos mais tarde, em 1918, passou a denominar-se Liceu Nacional Central de Nuno Álvares.

Em 1941 teve início a construção de um edifício projectado de raiz para receber a instituição de ensino albicastrense, concluído em 1944 e inaugurado no ano lectivo seguinte. Logo após, em 1947, foi nomeado o corpo docente para o Liceu de Castelo Branco: António José de Sousa professor das cadeiras de história e de oratória, José Joaquim Magro, enquanto regente de gramática latina e de latinidade, e, por último José Marques Leite, para lecionar filosofia e aritmética.

Em 1852 o liceu funcionou em duas salas do primeiro andar da ala nascente do edifício do antigo hospital da Misericórdia de Castelo Branco. No topo da mesma ala estava instalada a Escola de Ensino Mútuo, cuja sala, por ser maior, era por vezes ocupada para a realização de exames. A 16 de junho de 1863 a precariedade das instalações anteriores, agravadas por um desmoronamento ocorrido em 1859, conduziram à obtenção de uma autorização do Ministério do Reino para se proceder ao aluguer de uma casa senhorial no Largo da Sé.
  

Entre 1864-1865 as novas instalações permitem lecionar novas disciplinas introduzidas no currículo escolar: línguas (francês e inglês) e artes, aritmética e geometria.

No ano lectivo de 1883/1884 são inscritas as primeiras alunas externas. Em 1910, após a reforma do ensino de 1894-1895, protagonizada por Jaime Moniz, o liceu ganha prestígio. À data da implantação da República tinha já 212 alunos inscritos, no ano seguinte, com a extinção do Colégio de São Fiel.

Em 1911 o liceu é, definitivamente, instalado no antigo Paço Episcopal. Em 1914/1915, após a realização de obras de adaptação, o liceu passa a dispor de 11 salas de aula, uma sala de desenho, um museu de história natural, laboratório de físico-química, biblioteca, reitoria, secretaria, salas para pessoal docente e discente, arrecadações, salas de apoio aos laboratórios. 


Em 1938 é aprovado o programa de construção, ampliação e melhoramentos dos edifícios liceais e respetivos encargos (Decreto-lei n.º 28604/1938, DG, 1.ª série, n.º 91). No referido plano é prevista a construção de raiz, em terreno a negociar com a Câmara Municipal de Castelo Branco, de um liceu misto com capacidade para 16 turmas, destinando-se para o efeito a quantia de 4.300.000$00.

Tendo em linha de conta o Decreto-lei n.º 28604/1938, DG, I série, n.º 91, a Junta das Construções do Ensino Técnico e Secundário (JCETS) prevê a construção e raiz de um liceu misto com capacidade para 16 turmas (cerca de 560 alunos). Dois anos mais tarde, em 1949, é apresentado o projeto, de um edifício em dois pisos, tendo apenas numa pequena parte um outro piso inferior, e abrange dois pátios separados pelas instalações de educação física da autoria do arquiteto José Costa e Silva e dos engenheiros Artur Bonneville Franco e António Carvalho Lopes Monteiro, todos pertencentes ao quadro técnico da JCETS.

Em janeiro de 1941, inicia-se a obra, adjudicada 4.239.200$00, nos terrenos cedidos para o efeito pela autarquia, em zona de expansão urbana, com a fachada principal sobre a avenida que liga a estação de caminho de ferro à Praça Nova, e constitui o principal arruamento da cidade. Nos anos seguintes a obra decorre morosamente, para o que contribuem as dificuldades em garantir mão de obra, bem como a aquisição e o transporte dos materiais. Em 1946 as obras são dadas por concluídas e feita a mudança das instalações, teve por custo final 6.759.729$51, ultrapassando a dotação inicialmente atribuída para a sua construção!

No ano lectivo de 1944-1945, a frequência do liceu desce para 431 alunos, dificuldades económicas e o crescimento do ensino particular (mais reputado) são razões apontadas para o decréscimo. Desta feita, no ano lectivo de 1950-1951, ultrapassada a capacidade prevista no projeto inicial do liceu, o reitor, Joaquim Sérvulo Correia, solicita a abertura de mais oito salas conseguidas por prolongamento das alas laterais.

  
Em 1978 a escola passa a designar-se Escola Secundária Nun'Álvares (Decreto-lei n.º 80/78, publicado no DR, 1.ª série, n.º 97, que termina com a distinção entre liceus e escolas técnicas, uniformizando as designações do ensino secundário). A 24 de agosto de 2006 o edifício está em vias de classificação, nos termos do Regime Transitório previsto no n.º 1 do Artigo 1.º do Decreto-Lei n.º 173/2006, DR, 1.ª série, n.º 16, tendo esta caducado, visto o procedimento não ter sido concluído no prazo fixado pelo Artigo 24.º da Lei n.º 107/2001, DR, 1.º série A, n.º 209 de 08 setembro 2001.

Atualmente, em 2013 foi criado o mega Agrupamento de Escolas Nuno Álvares, que congrega a até então escola não agrupada Secundária Nuno Álvares e os antigos agrupamentos Faria de Vasconcelos e Cidade de Castelo Branco, sendo assim a escola sede de um agrupamento vertical composto pelas escolas básicas do 1.º ciclo com jardim de infância da Boa Esperança, de Escalos de Baixo e Malpica do Tejo, as escolas básicas do 1.º ciclo do Cansado, da Horta Alva, da Mata e de Nossa Senhora da Piedade, Escola Básica dos 1.º e 2.º Ciclo e Jardim de Infância Faria de Vasconcelos, Escola Básica dos 1.º, 2.º e 3.º Ciclo e Jardim de Infância Cidade de Castelo Branco.




BIBLIOGRAFIA:

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS NUNO ÁLVARES (2018). Regulamento interno [em linha]. Castelo Branco: A.E.N.A. [consult. 26 de set. de 2019]. Disponível: https://drive.google.com/file/d/1A9_cbYy9_q8awXL-IqiznTMJEKoY9V1Z/view.>.


ATLAS SCHOOL ARCHITECTURE IN PORTUGAL: EDUCATION, HERITAGE AND CHALLENGES (s.d.).  Gallery. [em linha] Lisboa: Instituto Superior Técnico [Consult. 26 de set. de 2019]. Disponível: <http://asap-ehc.tecnico.ulisboa.pt/index.php>.


DIREÇÃO-GERAL DO PATRIMÓNIO CULTURAL (s.d.). Liceu Nuno Álvares de Castelo Branco [em linha]. Lisboa: D.G.P.C. [Consult. 24 de jun. de 2019]. Disponível: .


GAZETA DO INTERIOR (16 de setembro de 2015). Escola Nuno Álvares recebe obras de requalificação [em linha]. Castelo Branco: Informarte, Informação Regional, SA [Consult. 26 de set. de 2019]. Disponível: .


SECRETARIA-GERAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA (s.d.). Escola Secundária Nuno Álvares, Castelo Branco [em linha]. Lisboa: Direção de Serviços de Documentação e de Arquivo [Consult. 26 de set. de 2019]. Disponível: .


TERENO, Paula (2015). Liceu Nacional de Castelo Branco, Liceu Nuno Álvares, Escola Secundária Nuno Álvares [em linha]. Forte de Sacavém: Sistema de Informação para o Património Arquitetónico [Consult. 24 de jun. de 2019]. Disponível:


P.M.