Disco em cartão, com várias posições de bailarina para
ilustrar a persistência das imagens sobre a retina. O disco era inserido num
fantascópio ou phenokisticopio (objeto composto de um disco metálico maior do
que o de cartão, disposto paralelamente a este e rodando sobre um eixo
horizontal em suporte vertical com pega). Imprimindo um movimento de rotação
ao aparelho e observando o cartão através das aberturas equidistantes do
contorno do disco maior, tem-se a sensação de que são executados os
movimentos correspondentes às diversas atitudes representadas pelas
bailarinas. Está inventariada com o número ME/400348/126 e pertence ao
espólio museológico da Escola Secundária Maria Amália Vaz de Carvalho.
A difusão da lanterna mágica por toda a Europa, motivou o
aparecimento de um novo espetáculo denominado “Fantasmagoria” que fez sucesso
devido aos seus efeitos acústicos e luminosos. Criando a ilusão da animação
com desenhos sequencialmente dispostos, o fantascópio foi inventado por Robertson
(Étienne-Gaspard Robert), um físico belga, em 1883. Combinado com a lanterna
mágica, mas montado num suporte móvel, permitia obter efeitos especiais nunca
vistos.
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MJS