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Wattímetro
ME/400531/95
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2019/07/18
Instrumentos de Medida no Museu Virtual da Educação - III
2014/10/29
Instrumentos de Medida no Museu Virtual da Educação- II
O
tempo é uma grandeza física que se pode medir. Implica a existência de um
mecanismo físico que repita de maneira uniforme e simétrica um determinado
evento. Isto quer dizer que para medir o tempo é necessário possuir um aparelho
que produza eventos repetitivos regularmente.
A medição exata do tempo é relativamente recente, embora o homem se tenha baseado em fatos regulares – fenómenos naturais – para estabelecer padrões de mensurabilidade temporal. As unidades de tempo que usamos são o dia, dividido em horas, estas em minutos, e estes em segundos.
O relógio é o aparelho mais comum para a
medição e indicação das horas, tendo surgido devido à necessidade de medir
intervalos de tempo mais curtos do que os intervalos naturais, como o dia, a
noite, os meses ou os anos. A sua evolução fez-se lentamente e existem
vários tipos de relógios: relógio de sol, relógio de água, relógio de areia,
relógio de bolso, relógio de pulso, entre outros.
A par
destes instrumentos, pode referir o metrónomo, um aparelho que serve para medir
o tempo musical. Inventado em 1812 por Dietrich Nikolaus Winkel, um relojoeiro
de Amesterdão, a patente acabaria por ser concedida em 1816 a Johann Mälzel
depois deste ter copiado algumas das ideias do seu precursor. O metrónomo
consiste num pêndulo oscilante capaz de produzir, através da força exercida por
um peso na sua haste, pulsações regulares de duração mais longa ou mais curta.
A cada oscilação corresponde um tempo do compasso musical. O metrónomo é
utilizado quer para manter um tempo regular ao longo de toda a composição
musical (ou numa das suas partes), quer para indicar o tempo em torno do qual
são efetuadas as variações.
O
dinamómetro permite igualmente fazer medições de peso, podendo o valor da força
ser medido através do deslocamento de um parafuso, fixo ao cilindro de menor diâmetro,
que desliza numa ranhura, existente no cilindro de maior diâmetro, onde se
encontra gravada uma escala.
Bibliografia:
Museu Virtual da Educação (2014) [em
linha].
http://edumuseu.sg.min-edu.pt/
[Consulta: 26 de junho de 2014]
Museu da Física da Escola Secundária
Alexandre Herculano (2014) [em linha].
http://mfisica.nonio.uminho.pt/
[Consulta: 26 de junho de 2014]
Baú da Física e Química. Instrumentos
antigos de Física e Química de escolas secundárias em Portugal (2014) [em
linha]
http://baudafisica.web.ua.pt/Default.aspx
[Consulta: 26 de junho de 2014]
MJS
2014/10/22
Instrumentos de medida no Museu Virtual da Educação - I
Um instrumento de medida é um dispositivo que possui um
sistema capaz de fornecer dados relativamente a quantidades e grandezas físicas
ou registar informações. Dependendo do tamanho do objeto a ser medido, são
necessários aparelhos ou métodos diferentes: comprimento, temperatura, volume
ou peso.
O ato de medir implica que o instrumento converta determinada
grandeza física num sinal, mecânico ou elétrico, e que seja possível que o
utilizador interprete esse sinal, quer através de um ponteiro ou de um visor,
quer através de uma indicação numérica.
No Museu Virtual da Educação encontram-se diferentes tipos de
objetos que permitem medir grandezas distintas. Nesta pequena abordagem,
divulgaremos alguns instrumentos que medem distâncias e ângulos. Os mais comuns
são a régua, o transferidor e a craveira.
A régua, é um instrumento utilizado em geometria, próprio para traçar segmentos de reta e medir distâncias pequenas. É composta por uma lâmina de madeira, plástico ou metal, contendo uma escala, geralmente centimétrica e milimétrica.
A craveira consiste numa régua graduada e dentada, sobre a
qual desliza um cursor (ou haste dentada) com uma abertura, no bordo da qual
está um nónio. A escala varia e deslizando o cursor ou haste dentada pode
medir-se com precisão espessuras, diâmetros internos e externos e alturas
interiores.
Por outro lado, existem instrumentos que medem distâncias
mais longas e calculam ângulos, permitindo uma orientação precisa. É o caso do
astrolábio e do sextante. O astrolábio, antigo instrumento naval, era utilizado
para medir a altura dos astros acima do horizonte. Também permitia a resolução de problemas geométricos, como calcular a altura de um edifício ou a profundidade de um poço. Era usado para determinar a posição dos
astros no céu e foi por muito tempo utilizado como instrumento para a navegação marítima com base na determinação da posição
das estrelas.
Mais tarde foi simplificado e substituído pelo sextante que media a distância angular na vertical entre um astro e a linha do horizonte para fins de cálculo da posição e para corrigir os eventuais erros da navegação estimada.
Também se pode referir o teodolito, instrumento de precisão
ótico que mensura ângulos verticais e horizontais, aplicado em diversos
setores como na navegação, na construção civil, na agricultura e na meteorologia.
Bibliografia:
Museu Virtual da Educação (2014) [em
linha].
http://edumuseu.sg.min-edu.pt/
[Consulta: 26 de junho de 2014]
Museu da Física da Escola Secundária
Alexandre Herculano (2014) [em linha].
http://mfisica.nonio.uminho.pt/
[Consulta: 26 de junho de 2014]
Baú da Física e Química. Instrumentos
antigos de Física e Química de escolas secundárias em Portugal (2014) [em
linha]
http://baudafisica.web.ua.pt/Default.aspx
[Consulta: 26 de junho de 2014]
MJS
















