2020/10/08
Exposição virtual : "Blanco y Negro: Revista Ilustrada"
2020/10/06
Agrupamento de Escolas das Laranjeiras, Lisboa
O Agrupamento de Escolas das Laranjeiras é uma unidade
organizacional dotada de órgãos próprios de direção, administração e gestão,
constituída por cinco estabelecimentos de ensino público: (i) Escola Secundária
D. Pedro V; (ii) Escola Básica 2,3 Professor Delfim Santos; (iii) Escola
EB1/JI António Nobre; (iv) Escola EB1/JI Laranjeiras e a (v) Escola EB1/JI Frei
Luís de Sousa.
Todos os estabelecimentos
que constituem o agrupamento estão situados na freguesia de São Domingos de Benfica,
Lisboa. A Escola Secundária D. Pedro V agregou-se ao Agrupamento de Escolas
Delfim Santos, passando a constituir a sede do atual Agrupamento de Escolas das
Laranjeiras.
1. Escola Secundária D. Pedro V
A Escola Secundária D. Pedro V fica
situada na Estrada das Laranjeiras na freguesia das Avenidas Novas, em Lisboa.
Foi inaugurada no ano letivo de 1969/1970, com uma população de 360 alunos e 60
professores, iniciando em Lisboa o modelo pedagógico de ensino misto. Dada a
sua proximidade de Sete Rios e de S. Domingos de Benfica a sua área de
influência foi sobretudo para os alunos desta zona da cidade.
A construção neste local deveu-se à
doação de uma quinta ao ME e obedeceu à necessidade de dar resposta ao
crescimento populacional registado nessa época.
A Escola foi intervencionada pelo Parque
Escolar entre 2007e 2009. Estas obras alteraram a traça original da escola, mas
mantiveram o funcionamento por pavilhões. Em 2012 agregou-se ao agrupamento de
escolas Professor Delfim Santos, formando o A. E. Laranjeiras.
Dos pavilhões que compõem a escola três
destinam-se a salas de aula, um à prática desportiva (pavilhão de educação
física), outro a serviços (secretaria, direção do agrupamento, sala de
professores, posto de socorrismo, gabinete do PESES, gabinete do SPO, vários
gabinetes de trabalho, sala de coordenadores e diretores de turma,
cozinha/refeitório, bar) e ainda outro, construído de raiz, onde se encontra
instalada a biblioteca e centro de recursos, o Auditório Chaves Santos e a sala
de estudo. No exterior, há um campo de jogos e um parque de estacionamento. A
escola é dotada de boas e suficientes instalações sanitárias, o espaço exterior
é amplo e os pavilhões comunicam entre si por corredores cobertos.
2. Escola Básica 2,3 Professor Delfim Santos
A Escola Básica 2,3 Professor Delfim Santos fica situada na Rua Maestro Frederico de Freitas na freguesia de S. Domingos de Benfica, em Lisboa. Foi inaugurada em 1972 e, durante nove anos, a escola esteve instalada no antigo convento de Santo António da Convalescença, na Estrada de Benfica. Em 1981, passou a ocupar o edifício atual. A escola é composta por sete pavilhões com r/c (B, F e ginásio) e 1.º andar (A, C, D, E). Quatro desses pavilhões (C, D, E e F) destinam-se a salas de aulas, gabinetes dos departamentos/grupos disciplinares e laboratórios.
O pavilhão A destina-se a serviços-PBX, coordenação da escola, gabinete médico, coordenação de educação especial, secretaria, bar/sala de professores, sala de diretores de turma/trabalho de professores, sala de informática/audiovisuais, gabinete de apoio ao aluno, biblioteca e reprografia. No pavilhão B funcionam a cozinha, o refeitório, a papelaria, a sala de assistentes operacionais e o bar/sala de alunos.
A escola tem um pavilhão para as aulas de educação física e prática desportiva e um campo de jogos. O espaço exterior é amplo, com árvores e plantas, uma estufa e parque de estacionamento. Os edifícios revelam necessidade de obras de conservação no interior e melhoramento das instalações sanitárias.
No ano letivo de 2004/2005, a escola Delfim Santos
tornou-se sede do agrupamento de escolas com o mesmo nome, a que, em julho de
2012, se juntou a Escola Secundária D. Pedro V.
3. Escola
EB1/JI António Nobre
A Escola EB1/JI António Nobre,
anteriormente designada por escola n.º 110, situada na freguesia de S. Domingos
de Benfica, fica na Rua António Nobre, facto a que se deve o seu nome. Em 1956,
foram inauguradas a escola feminina e a masculina separadas uma da outra por um
muro. Em 1958, Rogério Ribeiro, artista plástico português, pintou e embelezou
a escola com painéis de azulejos alusivos à infância, que se podem ver na parte
fronteiriça dos edifícios e no refeitório.
Em1974, a escola passou a ser mista. É
constituída por dois edifícios, ambos com dois pisos, com um total de dezasseis
salas e doze WC. Num dos edifícios funciona o jardim de infância (que ocupa
duas salas, um gabinete e uma casa de banho para crianças), a componente de
apoio à família, o ginásio, o refeitório e a cozinha.
No outro edifício, para além das salas
de aulas, existe uma sala de recursos polivalente, usada pelos assistentes
operacionais e professores. Neste edifício, também funciona a Unidade de Ensino
Estruturado para o Autismo (UEEA).
O espaço exterior é amplo, constituído
por dois pátios alcatroados e desnivelados. O acesso entre os pátios é feito
através de uma rampa que permite a circulação de cadeiras de rodas. Nas
traseiras de um dos edifícios, há um parque infantil com equipamento adequado a
crianças de idade pré-escolar. Ainda dentro do espaço escolar existe a casa do
guarda, com um jardim e horta. A escola está protegida por um gradeamento e
cinco portões, dois permitem o acesso a viaturas.
4. Escola
EB1/JI Laranjeiras
A Escola EB1/JI Laranjeiras,
anteriormente designada por escola n.º 120, foi construída em 1974 pela Câmara
Municipal de Lisboa, num local onde há muito tempo existiam laranjeiras, o que
deu o nome à escola, à localidade e até à estação de metro.
A escola foi construída em dois blocos,
com 1.º andar, ligados entre si pelo refeitório. Num dos blocos, funcionou o 1.º
ciclo e no outro o jardim de infância e uma unidade de surdos. Em julho de
2009, a escola entrou em obras de ampliação e modernização de espaços, a cargo
da CML.
Atualmente, a escola tem quatro salas de
jardim de infância e quinze do 1.º ciclo, um refeitório de grandes dimensões,
dois ginásios, vários gabinetes e salas de reuniões e de professores, uma biblioteca
e uma sala polivalente.
Para a prática da educação física no
exterior a escola tem campos de jogos destinados a várias modalidades
desportivas.
O espaço exterior é grande e agradável,
tem muitas árvores, canteiros e uma horta. No recreio há equipamentos
diversificados para os mais pequenos. A escola tem ainda um espaço destinado às
atividades de apoio à família, dinamizado pela associação de pais.
5. Escola
EB1/JI Frei Luís de Sousa
A Escola EB1/JI Frei Luís de Sousa,
anteriormente designada por escola n.º 49, foi construída no ano de 1961, com
dois blocos isolados e dois recreios separados, de modo a integrar as antigas
escola masculina e feminina. Depois do 25 de Abril de 1974, foi derrubado o
muro para coexistirem os dois espaços. Enquanto instituição, a escola remonta à
Primeira República, como testemunham os livros de ponto existentes no seu
espólio e outros materiais didáticos da época.
No ano letivo 2004/2005, foi integrada
no Agrupamento de Escolas Delfim Santos, tendo passado a designar-se EB1 Frei
Luís de Sousa. A escolha deste patrono provém do facto de Frei Luís de Sousa
ter passado parte da sua vida na zona que atualmente constitui a freguesia de
S. Domingos de Benfica.
Esta escola é constituída por dois
blocos (A e B) separados por um recreio e ligados por um telheiro. No bloco A,
existem cinco salas de aula, um ginásio, um gabinete de apoio, um gabinete para
assistentes operacionais e um refeitório. No Bloco B, existem cinco salas de
aula, centro de recursos, gabinete de apoio socioeducativo, gabinete da
associação de pais e arquivo.
O espaço exterior serve para a prática da educação física e recreio dos alunos. A escola necessita de obras de melhoramento, sendo alvo todos os anos de reparações pontuais. No ano letivo 2013/2014, começou a funcionar nas instalações da escola o jardim de infância com duas salas.
BIBLIOGRAFIA:
AGRUPAMENTO
DE ESCOLAS DAS LARANJEIRAS (2020). Escolas
[em linha]. Lisboa: A. E. Laranjeiras [Consult. 17 de setembro de 2020].
Disponível: https://ael.edu.pt/
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DAS LARANJEIRAS (2019). Agrupamento de Escolas das Laranjeiras: regimento do conselho geral [em linha]. Lisboa: A. E. Laranjeiras [Consult. 17 de setembro de 2020]. Disponível: https://ael.edu.pt/wp-content/uploads/pdfs/conselhogeral/RCG_2018_2019.pdf
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DAS LARANJEIRAS (2020). Escola Básica 2,3 Professor Delfim Santos [em linha]. Lisboa: A. E. Laranjeiras [Consult. 17 de setembro de 2020]. Disponível: https://ael.edu.pt/basica-2-3-professor-delfim-santos/
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DAS LARANJEIRAS (2020). Escola EB1/JI António Nobre [em linha]. Lisboa: A. E. Laranjeiras [Consult. 17 de setembro de 2020]. Disponível: https://ael.edu.pt/eb1-ji-antonio-nobre/
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DAS LARANJEIRAS (2020). Escola EB1/JI Frei Luís de Sousa [em linha]. Lisboa: A. E. Laranjeiras [Consult. 17 de setembro de 2020]. Disponível: https://ael.edu.pt/eb1-ji-frei-luis-de-sousa/
AGRUPAMENTO
DE ESCOLAS DAS LARANJEIRAS (2020). Escola
EB1/JI Laranjeiras [em linha]. Lisboa: A. E. Laranjeiras [Consult. 17 de
setembro de 2020]. Disponível: https://ael.edu.pt/escola-eb1-ji-laranjeiras/
AGRUPAMENTO
DE ESCOLAS DAS LARANJEIRAS (2020). Escola
Secundária D. Pedro V [em linha]. Lisboa: A. E. Laranjeiras [Consult. 17 de
setembro de 2020]. Disponível: https://ael.edu.pt/secundaria-d-pedro-v/
2020/10/01
Alguns dos melhores museus... em Setúbal
2020/09/29
Alguns dos melhores museus ... em Santarém
2020/09/28
O Estilo APA (American Psychological Association)
A APA (American Psychological Association) é uma organização científica e
profissional que, desde 1892, representa a psicologia nos Estados Unidos da
América. A APA assume como missão contribuir para o avanço do desenvolvimento,
comunicação e aplicação do conhecimento com vista a beneficiar a sociedade,
melhorando vidas. Publica-se a fim de se manter o ciclo da ciência: novas
pesquisas, relatos, publicações, que, por sua vez, são lidas, criticadas e,
posteriormente, anexadas à massa global de conhecimento – tal praxis reproduz
grandes quantidades documentais que crescem exponencialmente, ano após ano.
É imprescindível
que os investigadores, neste contexto epistemológico, utilizem padrões unanimemente reconhecidos para facilitar a comunicação científica,
nomeadamente, a sua recuperação e disseminação. A correta e uniforme descrição
é fundamental na organização e recuperação da informação, possibilitando o
acesso a itens específicos: a normalização das publicações ganhou força neste
contexto e, na atualidade, é critério essencial para a publicação terem
aceitabilidade credível/cientifica.
Atendendo à arbitrariedade que existia,
atualmente, de elaborar o capítulo das referências bibliográficas[1] devido à proliferação de
normas institucionais e regionais, a APA implementou normas internacionais de
referências bibliográficas com o objetivo de facilitar a compreensão das
investigações cientificas a nível internacional:
“By reading, analyzing, and including scholarly sources in
your assignments, you are contributing to and participating in scholarly
communication! You grow in your understanding of a field of study by learning
from its subject experts.” (Adams e Feisst, 2020:3).
Esta metodologia facilita a rápida intercomunicabilidade entre áreas de estudos de deferentes interesses. As citações, em si mesmo, permitem identificar a publicação onde foram extraídas ideias e enxertos e, acima de tudo, indicar a localização exata da fonte de informação.[2]
As
citações em texto e a lista de referências bibliográficas devem ser elaboradas
de forma metodológica, sendo que as opções usadas na estrutura de meta dados, ao
longo de todo o documento, deve criar uniformidade e clareza na consistência
textual:
“This is key for showing professionalism and evidence in your paper. You will mainly use scholarly and professional sources as evidence to support your research and give credit to their findings. Citations allow others (and you!) to find the sources used in your paper to learn more about them.” (Adams e Feisst, 2020:3).
As citações permitem, como verificamos, a creditação/fidelidade entre
grupos de profissionais, apoiando pesquisas e dando crédito cientifico às
ciências sociais. As referências bibliográficas reescrevem detalhes
formais da publicação[3] de forma a permitir identificações
inequívocas de documentos. Cada referência inclui, per si, informação epistemologia da identificação (i.e., dados
bibliográficos selecionados) e, consequente, localização espaciotemporal do
documento usado na investigação.
A citação é, grosso modo, a meta forma de referenciar no nosso texto conteúdos usados por outros autores, por tal, deve conter informação pertinente para uma correspondência inequívoca entre a citação / referências bibliográficas /autor citado. Segundo o estilo bibliográfico APA, a citação em texto segue as seguintes regras:
- O sistema de citação usado é autor-data, sendo que os elementos devem ter a seguinte ordem: o apelido do autor, ano de publicação do documento e tratando-se de uma citação direta os números das páginas citadas. A informação é colocada entre parênteses curvos.
- No
caso da introdução de citação simultâneas, cada citação é separada por ponto e
vírgula e são ordenadas alfabeticamente, sendo que são incluídas todas as
citações num único parêntesis curvo.
O reescrever de ideias de autores é, efetivamente, o tipo de citação mais comummente usada pelos investigadores. Por questões éticas, alertamos para o fato de que a transmissão do conhecimento dos autores consultados deve ser sempre descrita numa citação intratextual. Porquê?
As citações e as referências bibliográficas têm como principal vantagem evitar plágios; distinguir conteúdos investigacionais; patentear ideais; facilitar tramites de identificação e localização de informação e identificar best sellers. Desta forma, serão respeitados os princípios éticos de utilização e disseminação de informação – o uso de normativas muito tem contribuído para este procedimento de compartilha internacional.
BIBLIOGRAFIA:
ADAMS, Sarah ; FEISST,
Debbie (2020). APA Style Citation
Tutorial [em linha].
Norquest Vollege Library and Alissa Droog University of Alberta Library Edmonton [Consult. 9 de setembro de 2020]. Disponível:https://pressbooks.com
HOPPEN, Natascha Helena Franz (et al.) (2018). Referências de atos normativos brasileiros na comunicação científica internacional: estilos Vancouver e APA . Bibliographic references of Brazilian legal acts in international scholarly communication: Vancouver and APA styles [em linha]: PRISMA.COM (36) 2018, p. 41-58 [Consult. 9 de setembro de 2020]. Disponível: http://ojs.letras.up.pt/index.php/prismacom/article/view/3925
LOPES, Carlos (2003). Guia prático: normativa APA/2001 – 1 [em linha]. Lisboa: Instituto de Ciências Psicológicas [Consult. 9 de setembro de 2020]. Disponível: http://repositorio.ispa.pt/bitstream/10400.12/308/1/Manual%20antigo%20_revisto%20em%202010_%20para%20os%20alunos%20Psicologia%20Copgnitiva%202010_2011.pdf
PARDA, Marília ; GARRIDO, Margarida Vaz (2013). Conhecer as regras do jogo: uma introdução às normas para escrita científica da American Psychological Association [Consult. 9 de setembro de 2020]. Disponível: http://www.scielo.mec.pt/pdf/psi/v27n2/v27n2a05.pdf
VILAS-BOAS, João Paulo (2006). Normas e orientações para a redacção e apresentação de dissertações e relatórios [em linha]. Porto: Universidade do Porto, Faculdade de Desporto Conselho Científico [Consult. 9 de setembro de 2020]. Disponível: https://biblioteca.fade.up.pt/wp-content/uploads/sites/161/2019/05/normas_fadeupEDITADO-3.pdf
[1]
As referências bibliográficas são
constituídas pelos elementos que identificam uma publicação ou parte dela –
livros, artigos, documentos eletrónicos e audiovisuais. As citações são formas de
referência abreviada que permitem identificar a publicação de onde retirámos
ideias, excertos, etc. e a sua localização exata nesse documento original. Como
sabemos, uma das questões complementares das citações é, efetivamente, a forma
como ordenar as referências e como estabelecer a correspondência entre o texto
e a bibliografia listada. Para este objetivo existem dois estilos - Vancouver
(numérico) e Harvard. (nome, data). um pode revelar-se mais útil que o outro,
mas são as instituições académicas quem define quais os estilos a adotar.
[2] Existem inúmeros estilos de citação
e de apresentação de referências bibliográficas. Não existe uma norma única
para a apresentação das referências bibliográficas. As normas bibliográficas
baseiam-se na normalização internacional – ISO 690:2010 e definem as regras
para a normalização das citações e referências bibliográficas de todos os tipos
de documentos. A seleção da norma ou estilo a utilizar pode diferir, de acordo
com: (a) a área científica (humanidades, engenharias, ciências da saúde, etc.);
(b) o tipo de uso (âmbito académico, científico, bibliotecas, etc.) e, ainda,
através de critérios internos existentes/definidos em cada instituição/editor
científico. Em Portugal existe a NP 405 do IPQ – Instituto Português da
Qualidade. No entanto, no meio académico e científico nacional, esta não é a
mais utilizada pois o estilo adotado é diferente do que é exigido pelas
principais revistas científicas internacionais.
[3]I.e., semântica organizada de meta dados
segundo padrões normativos.






























