2014/12/30

Exposições de Giambattista Bodoni

(Pormenor de um desenho de Giambattista Bodoni)


Várias exposições acerca de Giambattista Bodoni, a decorrer simultaneamente, centram-se em figuras de destaque do panorama cultural de finais do século XVIII: Francisco Vieira, o Portuense (1765 - 1805), Rodrigo de Sousa Coutinho (1745 - 1812) e Giambattista Bodoni (1740 - 1813). Poderá visitá-las na Biblioteca Nacional e no Museu Nacional de Arte Antiga que inclui a Coleção de Franco Maria Ricci 


2014/12/23

O Laboratório de Química no Museu Virtual da Educação: o espaço


(Fotografia de um laboratório)
ME/402436/2435 

Um laboratório é um espaço equipado com diversos instrumentos para a realização de experiências e pesquisas científicas, de acordo com a área da ciência a que se destina. Deve obedecer a regras básicas de segurança, como é o caso do controlo de condições ambientais.


São vários os laboratórios de química existentes em escolas do ensino secundário que ainda mantêm as suas caraterísticas originais, bem como alguns dos objetos de uso diário. Desta forma, iremos apresentar algumas imagens de antigos laboratórios e de peças ainda existentes, disponibilizadas através do Museu Virtual da Educação.


(Fotografia de um laboratório)
ME/402436/2481 

Para que se compreenda a história do ensino da química, faremos uma brevíssima contextualização histórica. Um dos marcos mais relevantes em Portugal foi a reforma na Universidade de Coimbra, levada a cabo pelo Marquês de Pombal em 1772. No entanto, anteriormente já tinham sido feitos vários estudos, ligados sobretudo à necessidade de defesa do território, ao nível da matemática, da astronomia ou da balística.


(Fotografia de um laboratório)
ME/402436/2504 
 

Após a expulsão da Companhia de Jesus, toda a estrutura da Universidade foi alterada, na tentativa de a aproximar ao desenvolvimento científico europeu. Foi criada a Faculdade de Matemática e de Filosofia Natural que incluía a química, a física e a história natural. Como tal, impunha-se a existência de um Gabinete de Física Experimental, equipado com instrumentos didáticos e um “Laboratório Chímico”.

Nesse sentido, Portugal acolheu vários professores estrangeiros, como é o caso de Domingos Vandelli (1735-1816), químico e naturalista, originário de Pádua. Implementou o ensino da química e da botânica, sendo o responsável pelo Jardim Botânico da Universidade, e mais tarde pelo Jardim Botânico do Palácio da Ajuda, em Lisboa.

Figura 2

Também várias obras versando sobre esta temática começaram a ser publicadas em Portugal, após a chegada de um sobrinho do famoso químico francês Nicolas Lémer, João Vigier (1662-1723).


(Fotografia de uma bancada de laboratório)
ME/401857/332

Em 1779 foi criada a Academia Real das ciências pela rainha D. Maria I, tendo como membros fundadores o Duque de Lafões, Domingos Vandelli, o Abade Correia da Serra e o Padre Teodoro de Almeida. Através da Academia houve um enorme intercâmbio cultural com a Europa.

Figura 4

A introdução do ensino da química nos currículos do ensino liceal levou ao apetrechamento de várias escolas com laboratórios e material didático para a realização de experiências.


(Fotografia de uma bancada de laboratório)
ME/401857/508 


É o caso das típicas bancadas de laboratório, com tampo plano e retangular, em madeira e com ardósias para proteger uma tina. No tampo, junto à aresta posterior, estão embutidos quatro bicos de gás. Na ilharga direita, encontra-se aparafusado um lavatório em porcelana, com torneira metálica. Na parte posterior da bancada, existe uma abertura para encaixar a cadeira rotativa do professor. Do lado direito da abertura existe um armário com duas portas e à sua direita, um conjunto de quatro gavetas com puxadores metálicos.


(Fotografia de uma "hotte")
ME/401341/74

 

Existem igualmente modelos mais simples com tampo em ardósia, plano e retangular. Ao centro, possui um suporte em madeira com apoio metálico para sete tubos de ensaio. Ao meio, tem uma tina retangular com duas torneiras em latão

Tem um corpo central revestido por painéis de madeira retangulares para despejos e três gavetas, horizontais, junto ao tampo, com malhetes em rabo-de-andorinha. As gavetas têm puxadores retangulares em madeira e espelho metálico para a chave.

 

(Fotografia de uma "hotte")
ME/401857/371 


Para outro tipo de experiências são utilizadas as ”hotte”, ou seja, uma cabine onde se geram gases em concentrações perigosas para a saúde dos utilizadores. Fechada por todos os lados, com uma moldura de vidro e bancada, possui um sistema de ventilação, que permite através da janela, manipular os objetos. Tem um tampo plano e retangular, em pedra e em baixo possui três gavetas e três portas, com puxadores de madeira retangulares.

 

 MJS


 

Bibliografia:

 

Museu Virtual da Educação (2014) [em linha].

http://edumuseu.sg.min-edu.pt/

[Consulta: 19 de agosto de 2014]

 

Museu da Física da Escola Secundária Alexandre Herculano (2014) [em linha].

http://mfisica.nonio.uminho.pt/

[Consulta: 19 de agosto de 2014]

 

Baú da Física e Química. Instrumentos antigos de Física e Química de escolas secundárias em Portugal (2014) [em linha]

http://baudafisica.web.ua.pt/Default.aspx

[Consulta: 19 de agosto de 2014]


2014/12/17

Peça do mês de dezembro




Jogo didático
Jogo didático denominado "Jogo da Pesca". Trata-se de uma caixa que contém peixes de papel numerados, com um anzol, canas de pesca de madeira e uma estrutura em cartão. O objetivo é apanhar os peixes com a cana de pesca, desenvolvendo capacidades de motricidade. Está inventariado com o número ME/IAACF/190 e pertence ao espólio museológico do Instituto António Aurélio da Costa Ferreira.
A palavra jogo é de origem latina e significa brinquedo/ passatempo sujeito a regras específicas. Os jogos didáticos/ educativos, para além da óbvia função lúdica, estimulam a aprendizagem. Interagindo com os participantes, o jogo pretende a resolução de problemas, desenvolvendo o raciocínio, a lógica e as capacidades cognitivas. Mobilizando esquemas mentais, favorecem não só o desenvolvimento cognitivo, mas também o social ou mesmo as capacidades motoras.
Este brinquedo foi fabricado pela conhecida empresa portuguesa com sede no Porto, a Majora – Mário J. Oliveira e Irmão. Fundada em 1939, concebeu cerca de 300 brinquedos e jogos infantis e juvenis e produziu mais de 1 milhão de brinquedos por ano. Foi encerrada em 2013.


MJS

2014/12/10

"Diário da Grande Guerra - Testemunhos Portugueses"


(Imagem alusiva ao site da exposição "Diário da Grande Guerra"/ Dezembro de 1914)



No âmbito da celebração do centenário da Primeira Grande Guerra, a Biblioteca Nacional disponibiliza uma exposição on line com páginas de jornais diários, postais, cartazes e testemunhos. Parara aceder à exposição clique aqui

2014/12/03

Exposição "Do manuscrito ao espetáculo: a coleção de teatro de António José de Oliveira"


(Imagem de um manuscrito de António José de Oliveira)



Está patente ao público até 31 de dezembro, na Biblioteca Nacional, a exposição "Do manuscrito ao espetáculo: a coleção de teatro de António José de Oliveira". António José de Oliveira foi uma figura de destaque no panorama cultural português, tendo copiado mais de 200 textos teatrais entre 1780 e 1797. Para saber mais clique aqui.

2014/11/05

Tardes no Thália - 11 de Novembro


(Fotografia da zona exterior do Teatro Thalia)



No dia 11 de novembro, a partir das 18 horas, venha passar o seu fim de tarde no Teatro Thália (Estrada das Laranjeiras, 205). O tema para esta tarde será Do Teatro na Paisagem ao Teatro de Jardim, por Ana Duarte Rodrigues, seguido do momento musical a cargo do Coro Edu(can)tare, dirigido pelo Maestro Victor Roque Amaro

Inscrições obrigatórias, sujeitas à capacidade da sala, através do email: teatro.thalia@sec-geral.mec.pt

2014/10/29

Instrumentos de Medida no Museu Virtual da Educação- II


O tempo é uma grandeza física que se pode medir. Implica a existência de um mecanismo físico que repita de maneira uniforme e simétrica um determinado evento. Isto quer dizer que para medir o tempo é necessário possuir um aparelho que produza eventos repetitivos regularmente.


(Imagem de um relógio de ponteiros)
ME/401857/94

A medição exata do tempo é relativamente recente, embora o homem se tenha baseado em fatos regulares – fenómenos naturais – para estabelecer padrões de mensurabilidade temporal. As unidades de tempo que usamos são o dia, dividido em horas, estas em minutos, e estes em segundos.

O relógio é o aparelho mais comum para a medição e indicação das horas, tendo surgido devido à necessidade de medir intervalos de tempo mais curtos do que os intervalos naturais, como o dia, a noite, os meses ou os anos. A sua evolução fez-se lentamente e existem vários tipos de relógios: relógio de sol, relógio de água, relógio de areia, relógio de bolso, relógio de pulso, entre outros.


(Imagem de uma ampulheta)
ME/ESDMF/352


A ampulheta, ou relógio de areia, é um dos objetos mais antigos utilizados na mediação do tempo. É constituída por duas âmbulas transparentes que comunicam entre si por um pequeno orifício que deixa passar uma quantidade determinada de areia d
e uma para a outra. O tempo que decorre entre a passagem da areia de um recipiente para o outro é sempre igual.


(Imagem de um cronómetro)
ME152481/80


Também o cronómetro é utilizado para medir frações de tempo, geralmente bastante curtas, e com grande precisão. Os seus dois ponteiros permitem medir simultaneamente segundos e centésimas de segundo.


(Imagem de um metrónomo)
ME/400177/1


A par destes instrumentos, pode referir o metrónomo, um aparelho que serve para medir o tempo musical. Inventado em 1812 por Dietrich Nikolaus Winkel, um relojoeiro de Amesterdão, a patente acabaria por ser concedida em 1816 a Johann Mälzel depois deste ter copiado algumas das ideias do seu precursor. O metrónomo consiste num pêndulo oscilante capaz de produzir, através da força exercida por um peso na sua haste, pulsações regulares de duração mais longa ou mais curta. A cada oscilação corresponde um tempo do compasso musical. O metrónomo é utilizado quer para manter um tempo regular ao longo de toda a composição musical (ou numa das suas partes), quer para indicar o tempo em torno do qual são efetuadas as variações.


(Imagem de uma balança de braços iguais)
ME/152171/199


O peso é outra grandeza de força física e a unidade comumente utilizada para representá-lo é o Kg. O instrumento que mais comumente se utiliza para a realização deste tipo de medições é a balança. A balança mede a massa de um corpo
, existindo vários tipos, consoante a precisão de resultados que pretendemos.


(Imagem de um dinamómetro)
ME/400270/46


O dinamómetro permite igualmente fazer medições de peso, podendo o valor da força ser medido através do deslocamento de um parafuso, fixo ao cilindro de menor diâmetro, que desliza numa ranhura, existente no cilindro de maior diâmetro, onde se encontra gravada uma escala.

 

Bibliografia:  

Museu Virtual da Educação (2014) [em linha].

http://edumuseu.sg.min-edu.pt/

[Consulta: 26 de junho de 2014]

 

Museu da Física da Escola Secundária Alexandre Herculano (2014) [em linha].

http://mfisica.nonio.uminho.pt/

[Consulta: 26 de junho de 2014]

 

Baú da Física e Química. Instrumentos antigos de Física e Química de escolas secundárias em Portugal (2014) [em linha]

http://baudafisica.web.ua.pt/Default.aspx

[Consulta: 26 de junho de 2014]

 

 

MJS


2014/10/22

Instrumentos de medida no Museu Virtual da Educação - I


Um instrumento de medida é um dispositivo que possui um sistema capaz de fornecer dados relativamente a quantidades e grandezas físicas ou registar informações. Dependendo do tamanho do objeto a ser medido, são necessários aparelhos ou métodos diferentes: comprimento, temperatura, volume ou peso.

O ato de medir implica que o instrumento converta determinada grandeza física num sinal, mecânico ou elétrico, e que seja possível que o utilizador interprete esse sinal, quer através de um ponteiro ou de um visor, quer através de uma indicação numérica.

No Museu Virtual da Educação encontram-se diferentes tipos de objetos que permitem medir grandezas distintas. Nesta pequena abordagem, divulgaremos alguns instrumentos que medem distâncias e ângulos. Os mais comuns são a régua, o transferidor e a craveira.


(Imagem de uma régua)
ME/400956/337


A régua, é um instrumento utilizado em geometria, próprio para traçar segmentos de reta e medir distâncias pequenas. É composta por uma lâmina de madeira, plástico ou metal, contendo uma escala, geralmente centimétrica e milimétrica.


(Imagem de três transferidores)
ME/400956/335


O transferidor é composto por uma escala circular, ou de seções de círculo
, dividida e marcada em ângulos espaçados regularmente. A sua utilização é diversificada em diversas atividades que requeiram o uso e a medição de ângulos com precisão.


(Imagem de uma craveira)
ME/400130/16


A craveira consiste numa régua graduada e dentada, sobre a qual desliza um cursor (ou haste dentada) com uma abertura, no bordo da qual está um nónio. A escala varia e deslizando o cursor ou haste dentada pode medir-se com precisão espessuras, diâmetros internos e externos e alturas interiores.


(Imagem de um astrolábio)
ME/400749/100


Por outro lado, existem instrumentos que medem distâncias mais longas e calculam ângulos, permitindo uma orientação precisa. É o caso do astrolábio e do sextante. O astrolábio, antigo instrumento naval, era utilizado para medir a altura dos astros acima do horizonte. Também permitia a resolução de problemas geométricos, como calcular a altura de um edifício ou a profundidade de um poço. Era usado para determinar a posição dos astros no céu e foi por muito tempo utilizado como instrumento para a navegação marítima com base na determinação da posição das estrelas.


(Imagem de um sextante)
ME/400002/190


Mais tarde foi simplificado e substituído pelo sextante que media a distância angular na vertical entre um astro e a linha do horizonte para fins de cálculo da posição e para corrigir os eventuais erros da navegação estimada.


(Imagem de um teodolito)
ME/400002/104


Também se pode referir o teodolito, instrumento de precisão ótico que mensura ângulos verticais e horizontais, aplicado em diversos setores como na navegação, na construção civil, na agricultura e na meteorologia.

 

Bibliografia:  

Museu Virtual da Educação (2014) [em linha].

http://edumuseu.sg.min-edu.pt/

[Consulta: 26 de junho de 2014]

 

Museu da Física da Escola Secundária Alexandre Herculano (2014) [em linha].

http://mfisica.nonio.uminho.pt/

[Consulta: 26 de junho de 2014]

 

 

Baú da Física e Química. Instrumentos antigos de Física e Química de escolas secundárias em Portugal (2014) [em linha]

http://baudafisica.web.ua.pt/Default.aspx

[Consulta: 26 de junho de 2014]

 

 

 

MJS

 


2014/10/15

Peça do mês de outubro





Efusiómetro de Bunsen
Instrumento utilizado nas aulas de Física. Trata-se de um tubo de vidro ligado por um tubo de borracha a uma ampola esférica instalada num suporte de ferro. O tubo de vidro tem torneira superior e, dentro dele, um flutuador em forma de ampulheta. Pertencem-lhe 3 tubos de vidro com orifício fino para efusão dos gases, que se encontram numa caixa de plástico. Todo o dispositivo assenta numa base metálica. Está inventariado com o número ME/401778/134 e pertence ao espólio museológico da Escola Secundária de Fonseca Benevides.
Robert Wilhelm Bunsen (1811 – 1899) foi um cientista alemão. Nasceu numa família de académicos e estudou química na Universidade de Gottingen. Professor em diversas universidades, desenvolveu várias investigações experimentais sobretudo na área da análise de elementos químicos.
Vários foram os aparelhos inventados por Bunsen, nomeadamente o chamado “bico de Bunsen” que se destinava ao aquecimento de substâncias por combustão de gás, desenvolvido a partir de um dispositivo de Michael Faraday: estava aberto o caminho da espetroscopia química. Foi então possível observar as linhas de emissão espectral do rubídio e do césio, elementos descobertos pelo cientista em parceria com Gustav Kirchhoff.
Este investigador deu o seu nome a outros instrumentos, tal como o referenciado Efusiómetro de Bunsen, um aparelho que permite determinar a densidade de um gás através da medição da sua velocidade de escoamento através de um orifício. O fotómetro de Bunsen também foi inventado por ele e permitia comparar intensidades luminosas.
Bunsen foi mentor de várias figuras de destaque na área das ciências como é o caso de Dmitri Mendeleev, Adolf von Baeyer, Fritz Haber e Philipp Lenard.

MJS


2014/10/08

Tardes no Thalia


(Imagem do interior do Teatro Thália)


No dia 23 de outubro, a partir das 18 horas, venha passar o seu fim de tarde no Teatro Thália (Estrada das Laranjeiras, 205). O tema para esta tarde será Do Teatro na Paisagem ao Teatro de Jardim, seguido do momento musical a cargo do Coro Edu(can)tare.

Inscrições obrigatórias, sujeitas à capacidade da sala, através do email: teatro.thalia@sec-geral.mec.pt

2014/10/01

Encontro Internacional de Arquivos - 2014


(Logotipo do Encontro Internacional de Arquivos)




O Encontro Internacional de Arquivos irá decorrer nos próximos dias 3 e 4 de Outubro na Universidade de Évora, tendo como objetivo constituir-se como um fórum de partilha de conhecimentos ao nível das competências dos profissionais de informação. Para saber mais clique aqui.


2014/09/24

Jornadas Europeias do Património - 2014


(Cartaz alusivo às Jornadas Europeias do Património - 26, 27 e 28 de Setembro de 2014)


As Jornadas Europeias do Património 2014 irão decorrer nos próximos dias 26, 27 e 28 de setembro. Subordinadas ao tema "Património, sempre uma descoberta" incluem cerca de 500 atividades distribuídas por todo o país. Para saber mais clique aqui.



2014/09/17

Peça do mês de setembro




Divisão celular
Conjunto de sete modelos de divisão celular para exemplificação nas aulas de Ciências Naturais. São constituídos por uma base redonda de madeira, do centro da qual se eleva uma haste, no topo do qual se inserem os corpos de gesso moldado. Representam a segmentação e gastrulação de um cordado, provavelmente de um anfioxo através de pequenos modelos de um ovo, de blástulas em diferentes etapas do desenvolvimento e de uma gástrula, de cor castanha amarelada. Está inventariado com o número ME/401109/129 e pertence ao espólio museológico da Escola Secundária de Camões.
O uso de modelos para o ensino da divisão celular permite facilitar a apreensão de conceitos abstratos para os alunos, para que estes, através da visualização, possam compreender o processo, expondo as suas dúvidas de forma concreta. Para além disso, os modelos permitem melhorar a qualidade da comunicação no processo de ensino-aprendizagem.
A divisão celular nos seres vivos é o processo através do qual uma célula se divide em duas (mitose) e em quatro (meiose), contendo em si toda a informação genética de uma espécie.
Através da mitose a “célula-mãe” distribui igualmente os cromossomas e os constituintes citoplasmáticos por duas “células-filha”. Este processo inclui várias fases: prófase, metáfase, anáfase e telófase. A meiose ocorre quando a “célula-mãe” dá origem a quatro “células-filha” incluindo as fases já referidas.
MJS



2014/09/10

Conferência "Advocacy for Libraries" - 16 e 17 de setembro


(Cartaz alusivo à Conferência "Advocacy for Libraries")


A conferência "Advocacy for Libraries", promovida pela BAD-Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas e pelo Goethe-Institut Portugal irá realizar-se nos dias 16 e 17 de setembro na Biblioteca Nacional. Para saber mais clique aqui.


2014/09/02

Regulamento do Instituto de António Aurélio da Costa Ferreira




O Regulamento do Instituto de António Aurélio da Costa Ferreira está descrito no Boletim Oficial do Ministério de Instrução Pública (Ano 1, Nº 1-2 (1929), p. 130-134), foi ainda publicado no Diário do Governo, Nº 103, 1ª Série, de 8 de Maio de 1929, neste regulamento contam:

Capítulo I – Do Instituto e suas funções (p. 130-131)
Capítulo II – Dos alunos e sua admissão (p. 131-132)
Capítulo III – Do pessoal  (p. 132-133)
Capítulo IV – Disposições gerais (p. 133-134)

O Ministro da Instrução Pública assim o tenha entendido e faça executar. Paços do Govêrno da República, 7 de Maio de 1929 – António Oscar de Fragoso Carmona – Gustavo Cordeiro Ramos.


(Imagem do Regulamento do Instituto de António Aurélio da Costa Ferreira - Decreto n.º 16.825 - Capítulo I – Do Instituto e suas funções)


(Imagem do Regulamento do Instituto de António Aurélio da Costa Ferreira - Decreto n.º 16.825 - Capítulo I – Do Instituto e suas funções (continuação)  e Capítulo II – Dos alunos e sua admissão )


(Imagem do Regulamento do Instituto de António Aurélio da Costa Ferreira - Decreto n.º 16.825  - Capítulo II – Dos alunos e sua admissão (continuação) e Capítulo III – Do pessoal)


(Imagem do Regulamento do Instituto de António Aurélio da Costa Ferreira - Decreto n.º 16.825  - Capítulo III – Do pessoal (continuação) e Capítulo IV - Disposições Gerais)


(Imagem do Regulamento do Instituto de António Aurélio da Costa Ferreira - Decreto n.º 16.825  - Capítulo IV - Disposições Gerais - conclusão)


P.M.