A BAD promove a ação de formação "Como preservar os sítios web institucionais" em Lisboa, no dia 18 de março de 2020. A cargo do formador Ricardo Basílio esta formação pretende identificar a terminologia e as técnicas associadas ao processo de preservação, como preservar um sítio web ou página institucional e organizar e publicar conteúdos preservados. Para mais informações consulte o site da BAD.
2020/02/18
Formação: "Como preservar os sítios web institucionais"
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2020/02/14
Peça do mês de fevereiro de 2020
Jacaré
Preparação osteológica do esqueleto de um jacaré, sobre uma base
de madeira, utilizado em contexto das práticas pedagógicas de Biologia.
Trata-se de um esqueleto ósseo natural, de um aligatorídeo. A cabeça é grande e
resistente, mais larga do que a dos crocodilos, e o crânio é relativamente
pequeno, com focinho curto e largo, também quando comparado com o dos
verdadeiros crocodilos. A parte superior da cabeça é quase plana e evidencia os
orifícios nasais, frontais. A coluna vertebral é completa e todas as vértebras
são procélicas, exceto o atlas e as últimas caudais, que são anficélicas. São
visíveis dois pares de membros, relativamente curtos, dispostos lateralmente;
os membros anteriores têm cinco dedos e os posteriores quatro. Apresentam
abóbada palatina, duas arcadas zigomáticas e dentes cónicos implantados em
alvéolos. Estes tetrápodes pertencem à família dos Aligatorideae.
Está inventariado com o número ME/401109/109 e pertence ao
espólio museológico da Escola Secundária de Camões.
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2020/02/05
Exposição : " Um Rei e Três Imperadores - Portugal, China e Macau no Tempo de D. João V"
Até ao dia 5 de abril poderá visitar a exposição temporária "Um rei e três imperadores -Portugal, China e Macau no Tempo de D. João V", na Galaria de Exposições Temporárias do Museu de S. Roque. De acordo com o site: "O reinado de D. João V (1706-1750) correspondeu aos reinados de três imperadores da dinastia Qing (Kangxi, Yonzheng e Qianlong) e foi um dos períodos mais intensos e relevantes do relacionamento entre Portugal e a Europa e a China. Esse período foi igualmente marcante para a história de Macau e para a sua qualidade de porto internacional de comércio e de porto entre dois impérios, o português e o chinês. A exposição Um Rei e Três Imperadores – Portugal, a China e Macau no tempo de D. João V, comissariada por Jorge Santos Alves, assinala os 40 anos do restabelecimento das relações diplomáticas entre Portugal e a China, os 20 anos da transferência de poderes em Macau e os 450 anos da Santa Casa da Misericórdia de Macau." Pode consultar o programa aqui.
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2020/01/28
Ação de Formação: "Passaporte para a Indexação em Arquivos"

A BAD irá realizar a ação de formação "Passaporte para a Indexação em Arquivos" que decorrerá de 21 a 27 de fevereiro. Os objetivos desta formação é a compreensão da indexação por assuntos, técnicas de indexação e a utilização de uma linguagem documental para indexação em arquivo. Para se inscrever consulte a página web.
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2020/01/22
Exposição Virtual: "A Bússola no Museu Virtual da Educação"
A bússola é um instrumento
científico utilizado na navegação para orientação relativamente à direção a
seguir. Na sua maior parte as bússolas são constituídas por uma agulha
magnetizada suspensa pelo seu centro de gravidade e colocada numa zona plana.
Aponta sempre para o eixo norte-sul, alinhando-se de maneira precisa com o
campo magnético da Terra. Para utilizar corretamente este aparelho é necessário
o auxílio de um mapa cartográfico para que se possa corrigir a leitura, uma vez
que os pólos magnéticos e geográficos não são coincidentes. Existem outros
tipos de bússolas com funções mais amplas como é o caso da bússola de
inclinação e declinação, topográfica, de Oersted, de tangentes ou de marear.
Bússola de marear
ME/ESMC/313
Escola Secundária Machado de Castro
O instrumento era usado para
realizar experiências nas aulas de Física. É composto por uma agulha magnética
na horizontal suspensa pelo centro de gravidade, e aponta sempre para o eixo
norte-sul, pois segue a direcção do norte magnético da Terra. Fornece a uma
direcção de referência conhecida, que é de grande ajuda na navegação,
permitindo a identificação dos pontos cardeais (norte, sul, este e oeste). Uma
bússola pode ser usada com um relógio e um sextante para fornecer uma capacidade
de navegação bem precisa. Contudo, uma bússola a bordo de uma embarcação não é
chamada de bússola, mas sim agulha de marear, ou simplesmente agulha.
Bússola de Oersted
ME/400129/41
Escola Secundária D. Sancho II
A bússola magnética de
declinação e inclinação apresenta um anel graduado, dividido em quatro
quadrantes de 90º cada, tendo ao centro uma agulha magnética móvel. Este tipo
de bússola permite avaliar a intensidade e a direcção do campo magnético
terrestre, em cada ponto do globo. Estando o anel na posição horizontal, o
ângulo indicado pela agulha assinalará o valor da declinação magnética. Estando
o anel na posição vertical, a leitura do ângulo que a agulha magnética faz com
a barra (desvio vertical) indica a inclinação do campo magnético terrestre que
é variável de lugar para lugar.
Bússola das tangentes de Kolbe
ME/400270/212
Escola Secundária Jácome Ratton
Instrumento utilizado para medir
correntes eléctricas. A bússola de tangentes, tal como a bússola de senos, foi
inicialmente desenvolvida, em 1837, pelo físico francês Claude Servais Mathias
Pouillet (1790-1868), que mais tarde a utilizou como galvanómetro para
verificar a lei de Ohm. O instrumento é formado por uma agulha magnética colocada
no centro de um disco metálico graduado (bússola), que se encontra dentro de um
enrolamento, de forma oval, em fio de cobre, com 26 espiras, dispostas
verticalmente (bobina). O conjunto assenta numa base rectangular de ebonite
onde existem, ainda, dois parafusos de contacto, com rosca em ebonite.
Alinha-se o plano da bobina com o meridiano magnético e a agulha. Fazendo
passar uma corrente pela bobina, esta cria um campo magnético, perpendicular ao
seu plano, e directamente proporcional à intensidade da corrente, provocando um
desvio na agulha. Deste modo, a intensidade da corrente, é calculada pela
tangente do ângulo de deflexão da agulha magnética.
Bússola topográfica
ME/402321/473
Escola Secundária Nuno Álvares
O instrumento era usado para nas
aulas de Física no contexto das práticas pedagógicas. A bússola topográfica é
um aparelho que serve para medir ângulos verticais e horizontais (directamente)
e distâncias (indirectamente). Atendendo que mede ângulos horizontais
referentes ao norte magnético e não ao norte cartográfico, torna-se necessário
conhecer o valor da declinação magnética cartográfica do local. Este tipo de
bússola é constituído por caixa circular com um limbo interior graduado,
possuindo no seu centro um fulcro que serve de apoio à agulha magnética. Esta
pode ser imobilizada através de uma alavanca, ficando assim protegida de
eventuais danos causados por movimentos bruscos.
ME/402047/32
Escola Secundária Latino Coelho
Instrumento utilizado para
estudo e observação nas aulas de Física ou Geografia. Trata-se de uma bússola,
constituída por um cilindro metálico e um mostrador em vidro com uma agulha
magnética na horizontal ao centro. Este dispositivo magnético usa uma agulha
para indicar a direção do norte. Esta bússola encontra-se embutida numa caixa
de madeira.
Bússola de declinação
ME/401754/73
Escola Secundária com 3.º ciclo de Ferreira Dias
Instrumento utilizado em
contexto pedagógico nas aulas de Física. A bússola magnética de declinação e
inclinação apresenta um anel graduado, dividido em quatro quadrantes de 90.º
cada, tendo ao centro uma agulha magnética móvel. Este tipo de bússola permite
avaliar a intensidade e a direcção do campo magnético terrestre, em cada ponto
do globo. Estando o anel na posição horizontal, o ângulo indicado pela agulha
assinalará o valor da declinação magnética. Estando o anel na posição vertical,
a leitura do ângulo que a agulha magnética faz com a barra (desvio vertical)
indica a inclinação do campo magnético terrestre que é variável de lugar para
lugar.
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2020/01/15
Peça do mês de janeiro de 2020
Inversor de Bartin
O inversor ou comutador de
Bartin é um aparelho que serve para comutar correntes. É constituído por dois
bornes, apresenta um disco de ebonite, munida de uma manete que se move à volta
dum eixo vertical. Este disco tem na parte superior duas peças de latão em
forma de ferradura e outra uma barra de ebonite. Existem peças metálicas
ligadas aos bornes, que fazem a comutação da corrente.
Está inventariado com o
número ME/401857/230 e pertence ao espólio museológico da Escola Secundária de
Gil Vicente.
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2020/01/08
Mostra - "Sophia: instantes de poesia"

Até ao dia 1 de fevereiro de 2020 estará patente ao público, na Biblioteca Nacional, a mostra "Sophia: instantes de poesia". Destina-se a assinalar o centenário do nascimento da autora, incluindo as suas primeiras edições e documentação do acervo da BN. para mais informações consulte o site.
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Biblioteca Nacional; Sophia de Mello Breyner
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