A BAD irá promover uma ação de formação para desenvolver competências na área das práticas de preservação e conservação de arquivos audiovisuais. Terá lugar nos dias 17 e 18 de outubro de 2019. A inscrição deverá ser feita através do preenchimento de um formulário online até ao dia 9 de outubro. Para mais informações aceda ao site da BAD aqui.
2019/10/02
Ação de formação "Preservação e Conservação de Acervos Audiovisuais"
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2019/09/25
Alexandre Herculano - Patrono
Alexandre Herculano (1810-1877)
Desde a criação do Liceu Alexandre Herculano, em
1906/1907, até à atualidade, como sede de Agrupamento de Escolas Alexandre
Herculano, esta instituição de ensino do Porto sempre ostentou o nome do
pensador/historiador como patrono.
Quem era Alexandre Herculano? A sua educação literária
começou com o estudo do latim e latinidade nas aulas dos padres congregados de
S. Filipe Nery, do hospício das Necessidades, sendo seu mestre o padre Vicente
da Cruz. Preparava-se
para continuar os preparativos indispensáveis para a matrícula na Universidade
de Coimbra, mas em 1827, cegando seu pai, e sofrendo seu avô materno um grande
revés da fortuna, pela falta de pagamento de somas importantes de que era
credor como mestre nas obras da Ajuda, faltaram-lhe os recursos; contudo, Alexandre
Herculano não desanimou do seu propósito de se ilustrar, e conseguiu aprender
particularmente as língua francesa, inglesa e alemã, matriculando-se no
primeiro ano da Aula do comércio em 1830, seguindo o curso de Paleografia, a
que então se chamava Diplomática, na Torre do Tombo, regido por Francisco
Ribeiro Dosguimarães, no ano lectivo de 1830-1831.
Desta época data a primeira revelação que teve da
literatura alemã, que lhe fez a Marquesa de Alorna, como ele próprio confessa
na biografia que escreveu daquela ilustre senhora. Contava 21 anos, e já o
jovem estudante, com os conhecimentos variados que adquirira, bem mostrava que
a sua mocidade fora bem dedicada ao estudo. Animavam-se então naquela época os
ânimos políticos; a guerra civil com todos os seus horrores absolutistas,
enchia de presos as cadeias do reino só pelo crime de serem liberais, e nas
praças públicas eram os patíbulos levantados consecutivamente.
Alexandre Herculano viu-se obrigado a interromper os estudos
para seguir a voragem da revolução; inimigo de todas as opressões, e estrénuo
defensor da liberdade, uniu-se aos constitucionais, e sendo implicado na
malograda revolta de infantaria n.º 4 em 31 de agosto de 1831. Por Decreto de
17 de julho de 1833 foi nomeado segundo bibliotecário da Biblioteca Pública do
Porto, e exercia ainda esse cargo, quando rebentou a 10 de setembro de 1836 o
movimento em Lisboa contra a Carta Constitucional. Herculano mandou logo no dia
17 um ofício ao presidente da câmara municipal dando a sua demissão, dizendo
que partia para Lisboa, porque prestara a maior fé à Carta Constitucional.
Em 1843 efectuou-se novo contrato, e os Panoramas de
1853 e 1854 têm muitos artigos de Alexandre Herculano, que mais tarde se
publicaram em livros. Em 1852, conjuntamente com o marquês de Niza, fundou o
jornal político O País, em que fez veemente oposição ao governo. Dois
anos mais tarde organizou outro jornal, intitulado O Português. A
Academia Real das Ciências intentou a publicação dos Monumentos históricos
de Portugal, desde o século VIII até ao século XV, começando por distribuir
em épocas os trabalhos de indagação e catalogação dos mesmos monumentos, e
devendo a primeira parte abranger os do século VIII até ao ano de 1280. Esta
obra Importantíssima foi encetada, e compunha-se de três partes: Escritores,
Diplomas e Cartas, Leis e Costumes.
Alexandre Herculano havia sido nomeado sócio
correspondente em 21 de fevereiro de 1844, efectivo em 13 de fevereiro de 1852
e de mérito em 14 de junho de 1850. Ninguém mais habilitado do que ele poderia
ser chamado para um trabalho daquela ordem, para o qual eram precisos grandes
conhecimentos de diplomática e de paleografia, e a maior prática de rever
arquivos. Em 6 de junho do 1853 saiu de Lisboa Alexandre Herculano, em direcção
à Beira, onde até setembro visitou todos os arquivos e bibliotecas.
Sendo em março de 1856 nomeado guarda-mor da Torre do
Tombo, Joaquim José da Costa Macedo, que pouco tempo antes pedira a sua
exoneração de sócio e de secretário perpétuo da Academia, por grandes
desinteligências que o tornavam incompatível nesta corporação com alguns dos
seus colegas, Alexandra Herculano declarou terminantemente na sessão de 31 do
referido mês, que em vista daquela nomeação, não podia voltar à Torre do Tombo,
em consequência da incompatibilidade de privar com o novo guarda-mor; e como os
seus trabalhos para a publicação dos Monumentos Históricos exigiam as
suas frequentes visitas ao arquivo nacional, resignava os serviços que poderia
prestar, e assim demitia-se do cargo de vice-presidente, e até mesmo de sócio.
A Academia em 9 de outubro do mesmo ano, deu-lhe novo
diploma de sócio, que ele aceitou, e em dezembro tornou a elegê-lo
vice-presidente. Herculano, numa carta datada de 27 deste mês, não só persiste
na resolução de não ocupar a vice-presidência, mas declara-se morto para as
letras, enquanto se achar colocado pelos poderes públicos entre a humilhação e
o silêncio, entre a desonra e a abstenção, porque a pátria tinha o direito de
exigir tudo de seus filhos, menos o aviltamento. Foi esta a razão por que
deixou os Monumentos Históricos e a História de Portugal, em que
também trabalhava, e a vida activa das letras, entregando-se à agricultura na
quinta do Calhariz, pertencente aos duques de Palmela, no concelho de Sesimbra,
que por esse tempo trazia arrendada, indo desterrar-se mais tarde, em 1867, para
Vale de Lobos, onde se conservou até falecer.
Em 8 de outubro de 1857 fora aposentado o guarda-mor
da Torre do Tombo, e Alexandre Herculano tinha de novo aberta a porta daquele
arquivo público, e como sócio da Academia, que se encarregara dos Monumentos
históricos, voltou à sua tarefa até 1873, mas por sua morte deixou
incompleta, apesar de ficarem muito adiantadas as três partes. A História da
Inquisição, e a maneira como descreve no 1.º volume da História de
Portugal a batalha de Ourique, negando a aparição de Cristo ao fundador da
Monarquia, levantaram contra ele as iras de todo o clero, que não se fartava de
o invectivar por toda a forma, tanto em folhetos, como em jornais religiosos, e
até nos próprios púlpitos, chegando a acusá-lo de inibidor das glórias
portuguesas.
Os últimos anos da sua vida foram quase dedicados aos
trabalhos agrícolas, prestando assim grandes serviços à agricultura. Poucas
vezes vinha à Lisboa, e a última vez foi no primeiro de setembro de 1877 para
visitar o imperador do Brasil, retirando-se para Vale de Lobos já, bastante
doente, falecendo no dia 13, conforme dissemos. O seu cadáver ficou depositado
na igreja da Azóia, em Santarém, no jazigo do general Gorjão, e no dia 15
realizaram-se exéquias solenes, a que concorreu muita gente de Lisboa,
representantes de toda a imprensa periódica, de corporações, da Academia Real
das Ciências, deputados, ministros, etc. Suas Majestades, o Rei D. Luís e
Senhora D. Maria Pia, também se fizeram representar. Em
1888 foi colocado, no Mosteiro dos Jerónimos no centro da Sala do Capítulo, o
túmulo de Alexandre Herculano delineado por delineado por Eduardo Augusto da Silva. Em 1940 é
modificado, sendo deixada singelamente apenas a arca tumular.
BIBLIGRAFIA:
COENTRÃO,
Abel (2019). Reabilitação
do liceu Alexandre Herculano não teve concorrentes [em linha]. Lisboa: Jornal Públio [Consult. 5 maio de
2019]. Disponível: https://www.publico.pt/2019/01/03/local/noticia/reabilitacao-liceu-alexandre-herculano-nao-concorrentes-1856566
DICIONÁRIO HISTÓRICO (s.d.). Carvalho e Araújo (Alexandre Herculano
de). [em linha]. [Consult. 5 de maio de 2019].
Disponível: http://www.arqnet.pt/dicionario/herculanoalex.html
DIREÇÂO-GERAL
DIO PATRIMONIO CULTURAL (2003). Liceu
Alexandre Herculano [em linha]. [Consult. 5 de maio]. Disponível: http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/6853117/
NÓVOA,
António (coord.) (2003). Liceus de
Portugal: histórias arquivos memórias. Lisboa: ASA.
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Escola Secundária Alexandre Herculano; História da Instituição; Alexandre Herculano; Patrono
2019/09/19
"International Congress on Architectural Archives"
Nos próximos dias 25 a 27 de setembro realizar-se-à o congresso "International Congress on Architectural Archives", na Universidade do Minho. O tema deste ano serão "Experiências Profissionais numa Diversidade Cultural". A Secretaria-Geral da Educação e Ciências vai participar com uma comunicação intitulada "O arquivo da Direção-Geral das Construções Escolares um caso impar de um arquivo de um arquivo arquitetónico no seio da Administração Pública Portuguesa".
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2019/09/18
Peça do mês de setembro - 2019
MJS
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"Peça do Mês"; "Museu Virtual da Educação"; "Gasómetro"; "Escola Secundária Mouzinho da Silveira"
2019/09/11
Escola Secundária Alexandre Herculano
ESCOLA
SECUNDÁRIA ALEXANDRE HERCULANO
LICEU
ALEXANDRE HERCULANO
LICEU
CENTRAL DE ALEXANDRE HERCULANO
LICEU
NACIONAL ALEXANDRE HERCULANO
Com o aumento demográfico verificado em finais
de oitocentos e, acima de tudo, devido às exigências sociais republicanas,
impunha-se a construção de novos estabelecimentos liceais no país. Neste
panorama político, a cidade do Porto seria dividida em duas grandes zonas
pedagógicas, instalando-se em cada uma delas um liceu central, por Decreto de 4
de janeiro de 1906.
A criação de um liceu no porto foi imediata em
instalações provisórias e inapropriadas - num velho e feio pardeiro, ali à rua do Sol, com um
pavilhão anexo apenas coberto por telhados de zinco[1]-,
passados dois anos, em 1908, o referido liceu já ostentando a denominação de
Liceu Central de Alexandre Herculano e, desta feita, procedeu-se à sua transferência
para a Rua de Sto. Ildefonso.
Depois de ter sido lançada a primeira pedra da
construção do Liceu, em 1916, em cerimónia oficial testemunhada pelo presidente
da República Bernardino Machado (1851-1944), a conclusão do projecto
verificou-se apenas em 1934, da autoria do conhecido arquitecto José Marques da
Silva (1869-1947), que viveu em Paris, entre 1889 e 1896, depois de ter cursado
na Academia de Belas-artes do Porto, e antes de ter obtido vários prémios de
reconhecimento internacional, designadamente no âmbito das Exposições
Universais de Paris (1900) e do Rio de Janeiro (1908).
Um longo período pautado por diversas
adversidades, não apenas económicas, como, sobretudo, políticas, ditadas, quer
pelo envolvimento do país na I Grande Guerra, quer pelos sucessivos tumultos
registados entre finais da segunda década, inícios da terceira, culminando no
estabelecimento da Ditadura Militar e do Estado Novo, no início do qual
seria finalizado, ainda que já fosse frequentado desde o ano lectivo de
1921-1922.
Contemplando de início 28 salas de aula, com
áreas específicas destinadas ao ensino de física, química, geografia, desenho e
música, a par de uma biblioteca, anfiteatro para apresentação de teatros e, já
num segundo momento, de cinema, cinco pátios de recreio, um de desporto, três
ginásios, piscina, cozinha e refeitórios, sanitários, gabinetes médicos, sala
de professores, gabinete do médico escolar e três cómodos para o reitor, o
projecto denunciava um conhecimento assaz profundo das mais recentes teorias e
práticas pedagógicas, designadamente das implementadas além-fronteiras, assim
como, certamente, uma colaboração estreita e verdadeiramente exemplar entre
arquitecto e pedagogos.
As alterações verificadas, desde então,
resumiram-se à construção de 8 novas salas de aula e de uma capela, já nos anos
sessenta, perante o aumento do número de alunos entretanto registado,
amplamente frequentado por destacados membros da sociedade portuense,
nomeadamente das suas Artes e Letras.
O Agrupamento de Escolas Alexandre
Herculano (AEAH) foi criado em junho de 2012, sendo então frequentado por cerca
de 2800 alunos. Atualmente, o agrupamento conta com uma população discente
composta por cerca de 15521 alunos, sendo constituído por todos os anos de
escolaridade/níveis de ensino (da Educação Pré-escolar ao Ensino Secundário).
O AEAH compreende nove estabelecimentos de
ensino (seis escolas básicas com educação pré-escolar e 1.º ciclo, duas escolas
básicas com 2.º e 3.º ciclos e uma escola secundária) situados na zona central
e oriental do concelho do Porto, a saber: na Freguesia do Bonfim, situam-se as
Escolas Básicas da Alegria, do Campo 24 de agosto, da Lomba, Dr. Augusto César
Pires de Lima e a Escola Secundária Alexandre Herculano, sede do agrupamento
onde se prevê, a curto prazo, a realização de obras de requalificação; na
Freguesia de Campanhã, estão localizadas as Escolas Básicas das Flores, Ramalho
Ortigão e de Noeda; na União de Freguesias do Centro Histórico do Porto, está
situada a Escola Básica do Sol.
As unidades educativas enunciadas, construídas
há largos anos, são geograficamente pouco dispersas e estão inseridas num meio
urbano com grande diversidade étnico-cultural, circunstanciado pelo forte
decréscimo da população estudantil que se tem vindo a verificar, desde os anos
80, como reflexo da deslocação demográfica de grandes massas populacionais para
a periferia do Porto.
O
AEAH tem vindo a promover a inclusão e a sensibilização para a diferença,
integrando:
- Uma Escola de Referência para a Educação
Bilingue de Alunos Surdos (EREBAS), a funcionar na escola sede;
- Uma Unidade de Apoio Especializado para a Educação de Alunos com Multideficiência, também a funcionar na escola sede;
- Uma Unidade de Ensino Estruturado para Alunos com Perturbações no Espetro do Autismo, a funcionar na escola básica do Campo 24 de Agosto.
Atualmente,
e no âmbito do novo enquadramento legal, o DL 54/2018, de 6 de julho, estas
valências integram o Centro de Apoio à Aprendizagem. Para além disso, apresenta
a oferta, em regime presencial, do Ensino Recorrente e dos Cursos PFOL
(Português Para Falantes de Outras Línguas).
P. M.
BIBLIOGRAFIA:
AGRUPAMENTO
DE ESCOLAS ALEXANDRE HERCULANO (2017). +Projeto educativo 2017/21 [em linha].
Porto: A.E.A.H. [Consult. 5 de maio de 2019]. Disponível: http://www.aealexandreherculano.pt/2018-19/documentos/projeducativo.pdf
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS
ALEXANDRE HERCULANO (2013). Regulamento
interno [em linha]. Porto: A.E.A.H. [Consult. 5 de maio de 2019].
Disponível: http://www.aealexandreherculano.pt/2013-14/Reg_Interno_AEAH.pdf
COENTRÃO,
Abel (2019). Reabilitação
do liceu Alexandre Herculano não teve concorrentes [em linha]. Lisboa: Jornal Públio [Consult. 5 maio de
2019]. Disponível: https://www.publico.pt/2019/01/03/local/noticia/reabilitacao-liceu-alexandre-herculano-nao-concorrentes-1856566
DICIONÁRIO HISTÓRICO (s.d.). Carvalho e Araújo (Alexandre Herculano de). [em linha]. [Consult. 5 de maio de 2019]. Disponível: http://www.arqnet.pt/dicionario/herculanoalex.html
DIREÇÂO-GERAL
DO PATRIMONIO CULTURAL (2003). Liceu
Alexandre Herculano [em linha]. [Consult. 5 de maio]. Disponível: http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/6853117/
NÓVOA,
António (coord.) (2003). Liceus de
Portugal: histórias arquivos memórias. Lisboa: ASA.
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2019/09/04
Exposição: "Imagens anamórficas no Museu Virtual da Educação"
As imagens anamórficas são desenhos elaborados com uma perspetiva deformada. Quando colocadas junto a um espelho cilíndrico, a ângulo da sua superfície corrige a deformação do desenho e permite vê-lo com clareza.
São utilizadas em contexto pedagógico nas aulas de Física para o estudo dos fundamentos da reflexão e da formação da imagem em espelhos curvos e planos. Permite realizar experiências relacionadas com a área da ótica, proporção e medidas, leis da reflexão e formação da imagem. O termo anamorfose é de origem grega e significa retorno, reformação, renovação.
Cartão com imagem anamórfica de um navio, que é visível na sua forma original
quando vista através de um espelho cilíndrico colocado sobre a circunferência
preta existente na imagem. Faz parte de um conjunto de seis imagens relativas a
diferentes temáticas.
São utilizadas em contexto pedagógico nas aulas de Física para o estudo dos fundamentos da reflexão e da formação da imagem em espelhos curvos e planos. Permite realizar experiências relacionadas com a área da ótica, proporção e medidas, leis da reflexão e formação da imagem. O termo anamorfose é de origem grega e significa retorno, reformação, renovação.
ME/402047/88
ME/Escola Secundária Latino Coelho
Conjunto de 12 cartões com desenhos deformados (perspetiva) que servem para ser
colocados junto ao objecto cilíndrico (o ângulo da sua superfície corrige a
deformação do desenho). São utilizadas em contexto pedagógico nas aulas de
Física.
ME/402837/93
ME/Escola Secundária de Sá da Bandeira
Cartão com imagem anamórfica de um casal de figurinos, que é visível na sua
forma original quando vista através de um espelho cilíndrico colocado sobre a
circunferência preta existente na imagem. Faz parte de um conjunto de seis
imagens relativas a diferentes temáticas.
ME/402837/93/1
ME/Escola Secundária de Sá da Bandeira
Cartão com imagem anamórfica de uma figura zoomórfica, que é visível na sua
forma original quando vista através de um espelho cilíndrico colocado sobre a
circunferência preta existente na imagem. Faz parte de um conjunto de seis
imagens relativas a diferentes temáticas.
ME/402837/93/2
ME/Escola Secundária de Sá da Bandeira
Cartão com imagem anamórfica de uma camponesa rodeada de ovelhas, que é visível
na sua forma original quando vista através de um espelho cilíndrico colocado
sobre a circunferência preta existente na imagem. Faz parte de um conjunto de
seis imagens relativas a diferentes temáticas.
ME/402837/93/3
ME/Escola Secundária de Sá da Bandeira
Cartão com imagem anamórfica de corações, que é visível na sua forma original
quando vista através de um espelho cilíndrico colocado sobre a circunferência
preta existente na imagem. Faz parte de um conjunto de seis imagens relativas a
diferentes temáticas.
ME/402837/93/4
ME/Escola Secundária de Sá da Bandeira
ME/402837/93/5
ME/Escola Secundária de Sá da Bandeira
Cartão com imagem anamórfica de um acrobata, que é visível na sua forma original
quando vista através de um espelho cilíndrico colocado sobre a circunferência
preta existente na imagem. Faz parte de um conjunto de seis imagens relativas a
diferentes temáticas.
ME/403556/170
ME/Escola Básica e Secundária de Carcavelos
Cartão com imagem anamórfica de um insecto, que é visível na sua forma original
quando vista através de um espelho cilíndrico colocado sobre a circunferência
delineada a negro, existente na imagem. Faz parte de um conjunto de seis imagens
relativas a diferentes temáticas, utilizadas em contexto pedagógico nas aulas de
Física.
ME/403556/172
ME/Escola Básica e Secundária de Carcavelos
Cartão com imagem anamórfica de um pierrot, que é visível na sua forma original quando vista
através de um espelho cilíndrico colocado sobre a circunferência delineada a
negro, existente em cada imagem. Faz parte de um conjunto de seis imagens
relativas a diferentes temáticas, utilizadas em contexto pedagógico nas aulas de
Física.
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2019/08/14
Peça do mês de agosto
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