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Dobadoura
Instrumento utilizado nas aulas de Tecelagem dos antigos
cursos de têxteis para a preparação de meadas de 1 metro ou 1 jarda e
determinação do título do fio. Trata-se de um sistema manual com manivela e
um indicador mecânico de voltas. Na parte superior do quadrante, tem uma
placa metálica dourada, aparafusada ao centro, com a seguinte inscrição:
"Instruments de précision M. Claeysen nº 7, Rue La Quintinie -
Paris".
Está inventariado com o número ME/401092/22 e pertence ao
espólio museológico da Escola Secundária Campos Melo
Trata-se de um aparelho manual utilizado para dobar as meadas
de lã. O fio das meadas que se destina à tecelagem, precisa de ser alinhado
em novelos, o que é feito através da dobadoura. Compõe-se geralmente de
quatro varas dispostas vertical e paralelamente em torno de um eixo onde se
enrolam as meadas.
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2019/06/19
Peça do mês de junho - 2019
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2019/06/12
Exposição: "O Pêndulo no Museu Virtual de Educação"
O pêndulo é um dispositivo utilizado em estudos de mecânica, para o estudo da força peso e do movimento oscilatório. Consiste, na sua forma mais simples, numa massa presa a um fio que oscila em torno de um ponto fixo. O movimento pendular foi amplamente estudado por Galileu.
Existem vários tipos de pêndulos no Museu Virtual da Educação, com diferentes formatos e funções.
Existem vários tipos de pêndulos no Museu Virtual da Educação, com diferentes formatos e funções.
ME/152481/108
Pêndulo de âncora
Instrumento científico utilizado nas aulas de física para demonstrar o funcionamento de um relógio de pêndulo. É formado por um pêndulo simples metálico, que se liga pelo seu eixo a uma peça em forma de âncora, cujas extremidades recurvadas se adaptam, alternadamente, aos dentes de uma roda. Esta roda encaixa centralmente num cilindro metálico, ao qual se enrola um fio, que ao ser puxado por ação de um peso ou outra força, lhe imprime um movimento de rotação que é transmitido a todo o mecanismo do instrumento. A oscilação constante do pêndulo devesse ao facto de estar conectado à âncora que serve de regulador, ao prender alternadamente os dentes da roda, de forma cadenciada.
ME/402436/1426
Pêndulo em cruz
Instrumento utilizado nas aulas de Física, formado por quatro hastes metálicas que se encontram unidas ao centro formando uma cruz. As hastes estão presas a uma estrutura formada por dois pinos de metal que assentam num tripé.
ME/400129/113
Pêndulo de Foucault
Constituído por um fio preso a uma elevação metálica, tendo suspenso um corpo com determinada massa. Submetendo esse corpo à ação de um momento torsor com a direção do eixo e abandonando-o em seguida, o corpo fica sujeito a forças que o fio exerce sobre ele ficando a oscilar, em primeira aproximação, com um movimento oscilatório harmónico, para um e para outro lado da posição de equilíbrio.
ME/346330/21
Pêndulo de Newton
Instrumento científico utilizado em contexto das práticas pedagógicas nas aulas de Física. O Pêndulo de Newton é um dispositivo utilizado no estudo dos movimentos dos corpos, como a quantidade de movimento e conservação de energia. É construído a partir de uma série de pêndulos (normalmente 5) adjacentes uns dos outros. Cada pêndulo está anexado a uma armação por duas cordas de igual comprimento e ângulos opostos formados entre estas, restringindo os movimentos do pêndulo ao mesmo plano. Se essas cordas não fossem iguais em comprimento, as bolas ficariam desequilibradas. O comportamento do pêndulo decorre da conservação do momento e da energia apenas no caso de dois pêndulos. Na verdade, se houver n pêndulos existem também n velocidades desconhecidas para serem calculadas a partir das condições iniciais. Uma outra condição para o resultado observado é que uma onda de impacto deve se propagar livre de dispersão por entre a cadeia de bolas.
ME/401766/15
Pêndulo gravítico
Pêndulo gravítico constituído por um suporte retangular, no qual está montada uma haste em ângulo reto. Esta serve de suporte a três esferas de alumínio, latão e plástico.
ME/346779/329
Conjunto de pêndulos oscilantes
Aparelho composto por dois pêndulos metálicos oscilantes, de forma circular, suspensos de um suporte vertical em forma de T, que se encontra fixo a uma base retangular de madeira.
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Exposição; Pêndulos; Museu Virtual da Educação
2019/06/05
Ginestal Machado, Patrono da Escola Industrial e Comercial de Santarém
A Escola Industrial e Comercial de Santarém foi criada
pelo Decreto n.º
40725, de 8 de agosto de 1956. Passadas três décadas, em 1987, adotou como
patrono António Ginestal Machado (cf. Portaria n.º
261/87, de 2 de abril de 1987).
Ginestal Machado nasceu na vila de Almeida, a 3 de maio de
1874 e faleceu na cidade de Santarém, a 28 de junho de 1940. Estudou no
Liceu da Guarda, frequentando posteriormente, em Lisboa, a Escola Naval, onde
se diplomou (1895), concluindo depois o Curso Superior de Letras (1897).
Inicia a aprendizagem das primeiras letras na terra
natal e desde cedo demonstra o desejo de vir a ser professor. O prosseguimento
dos estudos obriga-o a mudar-se para Braga, onde frequentou o Liceu. A morte do
pai, aos 13 anos, marca-o profundamente e, confrontado com as dificuldades da
vida, é obrigado a abandonar a Escola. O sentido da responsabilidade e de
autonomia levam-no, em 1891, a assentar praça no Regimento de Infantaria, na
Cidade da Guarda, conjugando em simultâneo a vida castrense e a conclusão dos
Estudos Secundários.
Formou-se na Faculdade de Direito de Coimbra e exerceu
o Magistério Liceal. Fez parte do Partido Unionista, do qual veio a ser um dos principais
dirigentes, sendo partidário de uma linha republicana moderada. Promoveu a
fusão do seu partido com o Evolucionista, do qual resultou o Partido Liberal,
depois transformado no Partido Nacionalista.
“Ginestal Machado, dirigente de
diversas colectividades ao longo das décadas em estudo, definiu um projecto
cultural que ainda hoje apresenta marcas nalgumas colectividades da cidade.
Será que podemos enquadrá-lo na ‘cultura popular’? Sendo que esta foi uma das
grandes questões colocadas ao longo deste estudo, consideramos que o ideário de
Ginestal não correspondia estritamente aos universos da ‘cultura popular’, uma
vez que aqueles que beneficiaram das oportunidades culturais trabalhavam
essencialmente nos serviços, na administração pública e no comércio” (Moreira,
2013, p. 409).
Desempenhou
lugar de relevo na política portuguesa do início do século. Amigo pessoal de
Brito Camacho, fez parte do partido unionista. Deve-se-lhe a formação do
Partido Liberal, que resultou da fusão do Partido Unionista e Evolucionista.
Foi membro da Câmara dos Deputados, Ministro da Instrução Pública (1921) e
Chefe de um efémero governo que durou apenas 33 dias (de 15 de novembro a 18 de dezembro de 1923).
Antes da implantação da República, iniciou uma colaboração
regular na imprensa, tanto local como nacional, e participou ativamente na
Liga Nacional de Instrução (criada em 1907 por Trindade Coelho e Borges
Grainha) e na Junta Liberal (fundada em 1909 por Miguel Bombarda), tendo
presidido às respetivas delegações na cidade de Santarém.
Ginestal Machado desenvolveu a sua carreira profissional em
Santarém: em 1904 foi professor efetivo do Liceu Nacional de Santarém, em 1909
foi eleito presidente da Junta Distrital da mesma cidade, em 1910 liderou o
movimento republicano no distrito de Santarém durante a implantação da
República Portuguesa, em 1917 foi eleito vogal da Junta Geral de distrito e em
1919 foi provedor da Santa Casa da Misericórdia de Santarém.
“[…] ministro
português da Instrução Pública, Ginestal Machado (1874-1940), o carácter social
da ciência nas suas duas vertentes: ‘porque é o producto mais alto da sociedade
humana’ e porque é ‘predominante no desenvolvimento da civilização’” (Bernardo,
2013, p. 47).
O seu nome faz parte da Toponímia de: Almeida; Lisboa
(Freguesia de São Domingos de Benfica, Edital de 14-05-1979, ex-Rua G à Estrada
da Luz), Santarém.
Doado pelos herdeiros à Biblioteca Nacional de Portugal em
julho de 2008, o espólio (24 caixas, mais alguns documentos de grande formato)
testemunha a sua atividade profissional e política, com especial relevo na
década de 1920, incluindo manuscritos e datiloscritos, correspondência do autor
e de terceiros, documentos biográficos, arquivo de imprensa, impressos e
fotografias.
A própria Biblioteca Histórica da Educação, do
Ministério da Educação e Ciência, dispõe no seu espólio 79 títulos de manuais
escolares, compêndios, tratados e seletas. Este material didático está
disponível no Sistema
Integrado de Bibliotecas do Ministério da Educação e Ciência (SIBME), sob a
cota AGM.
P. M.
BIBLIOGRAFIA:
ALMEIDA,
Pedro Tavares (2010). Espólio de António
Ginestal Machado 1874-1940: inventário. Lisboa : Biblioteca Nacional de Portugal (ISBN: 9789725654569).
BERNARDO, Luis
Miguel (2013). Cultura científica em
Portugal: uma perpectiva histórica. Porto: Universiadde do Porto (ISBN
978-989-7460-20-3).
CARVALHO,
Rómulo de (1996). História do Ensino em Portugal: desde a Fundação da Nacionalidade
até ao fim do Regime de Salazar-Caetano. Lisboa:
Fundação Calouste Gulbenkian, 2.ª edição.
INSPECÇÃO-GERAL DA
EDUCAÇÃO E CIÊNCIA (2014). Avaliação
externa das escolas, Relatório, Agrupamento de Escolas Dr. Ginestal
Machado [em linha]. [Consult. 16 de abr. 2019]. Disponível: https://www.igec.mec.pt/upload/AEE_2014_Sul/AEE_2014_AE-DrGinestalMachado_R.pdf
MOREIRA, Maria Teresa do R. L. da Cruz (2013). “Todos têm direito à cultura” a
dinâmica cultural da cidade de santarém (1930-1959) [em linha]. Tese apresentada para cumprimento dos requisitos necessários
à obtenção do grau de Doutor em História [Consult. 21 de abr. de 2013].
Disponível: https://run.unl.pt/bitstream/10362/13831/1/teresamoreira.pdfZ
NOTÍCIAS
DO RIBATEJO (2016). Encontro anual dos antigos alunos, em 27 fev.
2016, comemoração dos 60 anos da fundação da escola [Escola Industrial e Comercial de Santarém, 1956-2016]. [em linha]. Santarém: Notícias
do Ribatejo. [Consult. 16 de abr. de 2019]. Disponível: https://noticiasdoribatejo.blogs.sapo.pt/encontro-anual-dos-antigos-alunos-em-27-3784513
VIDAL,
Angela Vieira (2013). Desenvolvimento da
criatividade nos alunos de artes visuais [em linha]. Lisboa: Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior
de Design do IADE. [Consult. 6 de maio de 2019]. Disponível: https://comum.rcaap.pt/bitstream/10400.26/10306/1/Angela%20Vidal_Desenvolvimento%20da%20criatividade_IADE_2013.pdf
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2019/05/29
Escola Industrial e Comercial de Santarém
Escola Industrial e Comercial
de Santarém
*
Agrupamento de Escolas Dr. Ginestal
Machado
A Escola Secundária Dr. Ginestal Machado1 é uma escola portuguesa, do ensino secundário, sediada em Santarém. Atualmente é parte integrante, e sede, do Agrupamento de Escolas
Dr. Ginestal Machado, cujo agrupamento pressupõe a direção de quatro escolas
– desde o ensino primário,
ao ensino secundário.
Criada
pelo Decreto n.º 40725, de 8 de agosto de 1956, com a denominação de Escola Industrial e Comercial
de Santarém, a escola nasce no quadro
do desenvolvimento da rede do ensino técnico
e profissional em Portugal (no final dos anos 50, do século
XX), promovida pelo Ministro da Educação Nacional, Prof. Leite Pinto, procurando dar resposta
às necessidades de formação profissional do país.
“Fundada em 1956, a Escola
Industrial e Comercial
de Santarém funcionou até 1979, ano em que, com o aparecimento do Ensino Unificado, foi posto fim às escolas
do Ensino Técnico. Ao fim de 23 anos, terminava
assim uma modalidade de ensino que, em Santarém e em todo o país, havia provocado mudanças significativas no panorama da educação escolar de jovens que, com uma formação teórico-prática de apreciável qualidade e actualidade, estavam preparados
para o mercado de trabalho” (Notícias
do
Ribatejo, 2016).
Já em 1935 a Associação Comercial de Santarém
tinha procurado, junto do Ministro da Instrução Pública, embora sem sucesso, alcançar a criação de uma escola profissional
na cidade. Devido ao desenvolvimento demográfico verificado nos últimos anos em
Santarém, tornou-se urgente a construção de um novo edifício escolar que substituísse
as precárias instalações da Escola Industrial e Comercial.
Para isso, feita uma prospeção de terrenos,
escolheu-se o Planalto do Fau para a implementação da nova escola, quer pela localização
cêntrica, quer pelo arejamento de toda a zona.
Dedicou-se a Câmara Municipal de Santarém a urbanizar,
com larga visão, todo o local, envolvendo a escola com espaços verdes. Em 1967,
a Junta das Construções para o ensino Técnico e Secundário, iniciou a adaptação
do 1.º Estudo Normalizado aos condicionamentos específicos do local e do programa
apresentado.
Decidida a adjudicação, deu-se início aos trabalhos de
construção dos corpos de maior envergadura, tais como o núcleo de Aulas, o Ginásio e as Oficinas. Decorridos dois anos de esforço conjunto
da sociedade empreiteira e dos Serviços da Junta das Construções para o Ensino Técnico e Secundário, a Escola passou a receber 1200 rapazes
e raparigas, valorização só possível pela existência deste núcleo imobiliário.
Analisando a escola, em si mesmo, nota-se que esta procura
envolver os jovens num misto conforto intelectual e físico. Para isso, além de campos de jogos, de amplos espaços destinados à convivência entre alunos,
tais como – refeitórios, espaços para atividades
circum-escolares, recreios cobertos,
salas de estar para mais intimidade de convivência – encontram-se espalhadas funcionalmente pelos Corpos de Salas de Aula, Ginásio
e Oficinas, as diversas
zonas destinadas aos vários tipos
de ensino e de cursos,
tais como:
- §
Formação de serralheiros;
- § Formação feminina;
- §
Formação geral de comércio;
- § Formação de montador eletricista;
- § Formação de carpinteiro-mercenário;
- § Aperfeiçoamento de serralheiro;
- § Aperfeiçoamento de comércio.
As dependências destinadas a cada um dos tipos de formação determinam
um conjunto de espaços
amplos que subdividem o todo escolar
nos diversos departamentos e cursos. A escola
possui as seguintes dependências:
- §
16 Salas de aulas normal;
- § 3 Salas de ciências geográfico-naturais;
- § 7 Salas de desenho;
- § 1 Anfiteatro de tecnologia;
- § 2 Anfiteatros pra aulas de física e de química;
- § 1 Anfiteatro de geografia;
- § 1 Sala de contabilidade;
- § 1 Escritório comercial;
- § 1 Sala de dactilografia,
- §
1 Sala de caligrafia;
- § 1 Laboratório de física;
- § 1 Laboratório de química;
- § 1 Sala-oficina para formação feminina;
- § 2 Salas para trabalhos
manuais;
- §
1 Sala para canto coral;
- § 1 Oficina de eletricidade;
- § 2 Oficinas de serralharia;
- § 1 Oficina de carpintaria-marcenaria;
- § 2 Ginásios e seus anexos (vestiários e balneários).
A Escola Industrial e Comercial foi o 70.º edifício
destinado ao ensino técnico profissional construído pelo Ministério das Obras Públicas e o 111.º
edifício escolar entregue
ao Ministério da Educação Nacional.
A
Escola Industrial e Comercial foi inaugurada em 28 de setembro
de 1969, com
a presença do Presidente
da República Contra-Almirante Américo
Deus Rodrigues Thomaz e os Ministro das Obras Públicas Engenheiro Rui Alves da Silva Sanches
e o Ministro da Educação Nacional
Doutor José Hermano Saraiva.
As obras de construção civil foram iniciadas em 23 de maio de 1967, tendo ficado concluídas em 23 de junho de 1969. O custo total da obra foi de 21800 contos, cabendo aos edifícios 17.00 contos e 4.800 contos ao seu equipamento.
A área do terreno é de 16.000 m2, sendo a superfície coberta de 5080 m2 e de pavimento 12.450 m2. A empreitada de construção dos edifícios
foi entregue à EDIFER-Construção Pires Coelho
e Fernandes, S.A.R.L.
Atualmente, a escola industrial passou a Agrupamento de Escolas Dr. Ginestal Machado
e situa-se na cidade de Santarém. Criado
em 2010, resulta da agregação do Agrupamento de Escolas de Mem Ramires
com a Escola Secundária que dá o nome à nova unidade orgânica. É constituído pelos jardins de infância
da Feira (em instalações provisórias desde 1997) e Sacapeito;
Escola Básica
do Pereiro (1.º ciclo e
educação pré-escolar); Escola Básica dos
Leões (1.ºciclo); Escola Básica Mem Ramires (2.º e 3.º ciclos)
e Escola Secundária Dr. Ginestal
Machado (sede)
que oferece o 3.º ciclo e o ensino secundário.
O agrupamento conta
também com uma unidade
de ensino estruturado (UEE) e duas unidades de apoio especializado à educação de alunos com multideficiência
(UAM). Refira-se que a Escola Secundária não foi alvo de avaliação no 1.º ciclo de avaliação
externa e que o Agrupamento de Escolas de Mem Ramires foi avaliado, na fase piloto, no ano letivo de 2005-2006.
Segundo a Inspeção-Geral da Educação
e Ciência (2014) o agrupamento conta com 187 docentes,
dos quais 88,8% pertencem
aos quadros e apenas 12,8% lecionam há menos de 10 anos. A estes,
acresce 76 trabalhadores não docentes, dos quais 59,2% têm 10, ou mais, anos de serviço.
1 António Ginestal Machado (Almeida, 3 de maio de 1874 — Santarém, 28 de junho de 1940) foi um advogado, professor liceal e político português. Entre outras
funções, foi
deputado, ministro da Instrução Pública e Presidente do Ministério (primeiro-ministro) durante
a Primeira República Portuguesa. Republicano moderado, iniciou
a sua actividade política como companheiro de Álvaro de Castro,
sendo em 1909 eleito presidente da Junta Distrital de Santarém. Após a implantação da República Portuguesa passou a liderar
o movimento republicano no distrito de Santarém, presidindo à comissão republicana
que assumiu o poder a 6 de outubro de 1910 naquela
cidade.
P. M.
BIBLIOGRAFIA:
CARVALHO, Rómulo de (1996). História
do Ensino em Portugal. Desde a Fundação da Nacionalidade até ao fim do Regime de Salazar-Caetano. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2.ª edição.
DIAS, Luís Pereira (1998). As outras Escolas. O Ensino
Particular das Primeiras Letras entre 1859 e 1881. Lisboa:
Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação.
ESCOLA SECUNDÁRIA JERÓNIMO EMILIANO
DE EMILIANO (2018). Um pouco de
história… [em linha]. Angra do Heroísmo: Governo dos Açores. [Consult. 16 de abr 2019]. Disponível: http://esjea.edu.azores.gov.pt/um-pouco-de-historia
INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO
E
CIÊNCIA
(2014).
Avaliação externa
das escolas,
Relatório, Agrupamento de Escolas
Dr. Ginestal Machado
[em linha]. [Consult. 16 de abr. 2019]. Disponível: https://www.igec.mec.pt/upload/AEE_2014_Sul/AEE_2014_AE- DrGinestalMachado_R.pdf
NOTÍCIAS DO RIBATEJO (2016). Encontro
anual dos antigos
alunos, em 27 fev. 2016, comemoração dos 60 anos da fundação da escola [Escola Industrial e Comercial
de Santarém, 1956-2016]. [em linha].
Santarém: Notícias do
Ribatejo. [Consult. 16 de abr. de 2019]. Disponível: https://noticiasdoribatejo.blogs.sapo.pt/encontro-anual-dos-antigos-alunos- em-27-3784513
NÓVOA, António, 2003 (dir.) – Dicionário de Educadores Portugueses. Porto: Asa.
SILVA, Carlos Manique da (2002).
Escolas belas ou espaços
sãos? Uma análise histórica sobre a arquitectura escolar portuguesa (1860-1920). Lisboa:
IIE.
TENGARRINHA, José
Manuel (dir.) (2002). História do Governo
Civil de Lisboa. Lisboa: Governo Civil.
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