2014/12/17

Peça do mês de dezembro

Jogo didático
Jogo didático denominado "Jogo da Pesca". Trata-se de uma caixa que contém peixes de papel numerados, com um anzol, canas de pesca de madeira e uma estrutura em cartão. O objetivo é apanhar os peixes com a cana de pesca, desenvolvendo capacidades de motricidade. Está inventariado com o número ME/IAACF/190 e pertence ao espólio museológico do Instituto António Aurélio da Costa Ferreira.
A palavra jogo é de origem latina e significa brinquedo/ passatempo sujeito a regras específicas. Os jogos didáticos/ educativos, para além da óbvia função lúdica, estimulam a aprendizagem. Interagindo com os participantes, o jogo pretende a resolução de problemas, desenvolvendo o raciocínio, a lógica e as capacidades cognitivas. Mobilizando esquemas mentais, favorecem não só o desenvolvimento cognitivo, mas também o social ou mesmo as capacidades motoras.
Este brinquedo foi fabricado pela conhecida empresa portuguesa com sede no Porto, a Majora – Mário J. Oliveira e Irmão. Fundada em 1939, concebeu cerca de 300 brinquedos e jogos infantis e juvenis e produziu mais de 1 milhão de brinquedos por ano. Foi encerrada em 2013.




MJS

2014/12/10

"Diário da Grande Guerra - Testemunhos Portugueses"

No âmbito da celebração do centenário da Primeira Grande Guerra, a Biblioteca Nacional disponibiliza uma exposição on line com páginas de jornais diários, postais, cartazes e testemunhos. Parara aceder à exposição clique aqui

2014/12/03

"Do manuscrito ao espetáculo: a coleção de teatro de António José de Oliveira"

Está patente ao público até 31 de dezembro, na Biblioteca Nacional, a exposição "Do manuscrito ao espetáculo: a coleção de teatro de António José de Oliveira". António José de Oliveira foi uma figura de destaque no panorama cultural português, tendo copiado mais de 200 textos teatrais entre 1780 e 1797. Para saber mais clique aqui.

2014/11/05

Tardes no Thália - 11 de Novembro

No dia 11 de novembro, a partir das 18 horas, venha passar o seu fim de tarde no Teatro Thália (Estrada das Laranjeiras, 205). O tema para esta tarde será Do Teatro na Paisagem ao Teatro de Jardim, por Ana Duarte Rodrigues, seguido do momento musical a cargo do Coro Edu(can)tare, dirigido pelo Maestro Victor Roque Amaro

Inscrições obrigatórias, sujeitas à capacidade da sala, através do email: teatro.thalia@sec-geral.mec.pt

2014/10/29

Instrumentos de Medida no Museu Virtual da Educação- II


Instrumentos de medida no Museu Virtual da Educação – peso e tempo



O tempo é uma grandeza física que se pode medir. Implica a existência de um mecanismo físico que repita de maneira uniforme e simétrica um determinado evento. Isto quer dizer que para medir o tempo é necessário possuir um aparelho que produza eventos repetitivos regularmente.

Relógio

A medição exata do tempo é relativamente recente, embora o homem se tenha baseado em fatos regulares – fenómenos naturais – para estabelecer padrões de mensurabilidade temporal. As unidades de tempo que usamos são o dia, dividido em horas, estas em minutos, e estes em segundos.
O relógio é o aparelho mais comum para a medição e indicação das horas, tendo surgido devido à necessidade de medir intervalos de tempo mais curtos do que os intervalos naturais, como o dia, a noite, os meses ou os anos. A sua evolução fez-se lentamentamente e existem vários tipos de relógios: relógio de sol, relógio de água, relógio de areia, relógio de bolso, relógio de pulso, entre outros.

Ampulheta
ME/ESDMF/352
A ampulheta, ou relógio de areia, é um dos objetos mais antigos utilizados na mediação do tempo. É constituída por duas âmbulas transparentes que comunicam entre si por um pequeno orifício que deixa passar uma quantidade determinada de areia de uma para a outra. O tempo que decorre entre a passagem da areia de um recipiente para o outro é sempre igual.

Cronómetro
ME/152481/80
Também o cronómetro é utilizado para medir fracções de tempo, geralmente bastante curtas, e com grande precisão. Os seus dois ponteiros permitem medir simultaneamente segundos e centésimas de segundo.

Metrónomo
ME/400177/1
A par destes instrumentos, pode referir o metrónomo, um aparelho que serve para medir o tempo musical. Inventado em 1812 por Dietrich Nikolaus Winkel, um relojoeiro de Amesterdão, a patente acabaria por ser concedida em 1816 a Johann Mälzel depois deste ter copiado algumas das ideias do seu precursor. O metrónomo consiste num pêndulo oscilante capaz de produzir, através da força exercida por um peso na sua haste, pulsações regulares de duração mais longa ou mais curta. A cada oscilação corresponde um tempo do compasso musical. O metrónomo é utilizado quer para manter um tempo regular ao longo de toda a composição musical (ou numa das suas partes), quer para indicar o tempo em torno do qual são efectuadas as variações.



O peso é outra grandeza de força física e a unidade comumente utilizada para representá-lo é o Kg. O instrumento que mais comumente se utiliza para a realização deste tipo de medições é a balança. A balança mede a massa de um corpo, existindo vários tipos, consoante a precisão de resultados que pretendemos.

O dinamómetro permite igualmente fazer medições de peso, podendo o valor da força ser medido através do deslocamento de um parafuso, fixo ao cilindro de menor diâmetro, que desliza numa ranhura, existente no cilindro de maior diâmetro, onde se encontra gravada uma escala.
 


Dinamómetro
ME/400270/46
 








Bibliografia:  
Museu Virtual da Educação (2014) [em linha].
[Consulta: 26 de junho de 2014]

Museu da Física da Escola Secundária Alexandre Herculano (2014) [em linha].
[Consulta: 26 de junho de 2014]

Baú da Física e Química. Instrumentos antigos de Física e Química de escolas secundárias em Portugal (2014) [em linha]
[Consulta: 26 de junho de 2014]



MJS

2014/10/22

Instrumentos de medida no Museu Virtual da Educação - I


Instrumentos de medida no Museu Virtual da Educação: comprimentos e distâncias


Um instrumento de medida é um dispositivo que possui um sistema capaz de fornecer dados relativamente a quantidades e grandezas físicas ou registar informações. Dependendo do tamanho do objeto a ser medido, são necessários aparelhos ou métodos diferentes: comprimento, temperatura, volume ou peso.
O ato de medir implica que o instrumento converta determinada grandeza física num sinal, mecânico ou elétrico, e que seja possível que o utilizador interprete esse sinal, quer através de um ponteiro ou de um visor, quer através de uma indicação numérica.

Régua
ME/400956/337
No Museu Virtual da Educação encontram-se diferentes tipos de objetos que permitem medir grandezas distintas. Nesta pequena abordagem, divulgaremos alguns instrumentos que medem distâncias e ângulos.Os mais comuns são a régua, o transferidor e a craveira.
A régua, é um instrumento utilizado em geometria, próprio para traçar segmentos de reta e medir distâncias pequenas. É composta por uma lâmina de madeira, plástico ou metal, contendo uma escala, geralmente centimétrica e milimétrica.


O transferidor é composto por uma escala circular, ou de seções de círculo, dividida e marcada em ângulos espaçados regularmente. A sua utilização é diversificada em diversas atividades que requeiram o uso e a medição de ângulos com

Craveira
ME/400130/16
precisão.

A craveira consiste numa régua graduada e dentada, sobre a qual desliza um cursor (ou haste dentada) com uma abertura, no bordo da qual está um nónio. A escala varia e deslizando o cursor ou haste dentada pode medir-se com precisão espessuras, diâmetros internos e externos e alturas interiores.

Astrolábio
ME/400749/100
Por outro lado, existem instrumentos que medem distâncias mais longas e calculam ângulos, permitindo uma orientação precisa. É o caso do astrolábio e do sextante. O astrolábio, antigo instrumento naval, era utilizado para medir a altura dos astros acima do horizonte. Também permitia a resolução de problemas geométricos, como calcular a altura de um edifício ou a profundidade de um poço. Era usado para determinar a posição dos astros no céu e foi por muito tempo utilizado como instrumento para a navegação marítima com base na determinação da posição das estrelas.

Sextante
ME/400002/190
Mais tarde foi simplificado e substituído pelo sextante que media a distância angular na vertical entre um astro e a linha do horizonte para fins de cálculo da posição e para corrigir os eventuais erros da navegação estimada.
Também se pode referir o teodolito, instrumento de precisão óptico que mensura ângulos verticais e horizontais, aplicado em diversos setores como na navegação, na construção civil, na agricultura e na meteorologia.

Teodolito
ME/400002/104
 

Bibliografia:  
Museu Virtual da Educação (2014) [em linha].
[Consulta: 26 de junho de 2014]

Museu da Física da Escola Secundária Alexandre Herculano (2014) [em linha].
[Consulta: 26 de junho de 2014]


Baú da Física e Química. Instrumentos antigos de Física e Química de escolas secundárias em Portugal (2014) [em linha]
[Consulta: 26 de junho de 2014]



MJS