A Secretaria-Geral do Ministério da Educação assinala o Dia Mundial da População com a realização da presente Exposição Virtual.
2011/07/11
Dia Mundial da População - 11 de julho"
Postado por
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação e Ciência pretende divulgar
às
08:54
0
comentários
Links para esta postagem
Marcadores:
"Dia Mundial",
"Exposição Virtual",
"População"
2011/07/07
3.º Colóquio Internacional Manuais Escolares
Postado por
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação e Ciência pretende divulgar
às
16:03
0
comentários
Links para esta postagem
Marcadores:
"Colóquio",
"Educação",
"Manuais Escolares"
2011/06/28
Peça do Mês
Ninho e conjunto de
ovos
Ninho
e conjunto de ovos pertencentes à Escola Secundária Martins Sarmento,
inventariados respectivamente com os números ME/402187/175, ME/402187/176 e
ME/402187/182.
A
maior parte das aves constrói ninhos em árvores ou arbustos, mas podem também
optar por zonas rochosas, dependendo da espécie. Cada pássaro tem um padrão de
construção do seu ninho.
Ninho
e conjunto de ovos pertencentes à Escola Secundária Martins Sarmento,
inventariados respectivamente com os números ME/402187/175, ME/402187/176 e
ME/402187/182.
A
escola dispõe de uma colecção de ovos de várias espécies de aves, utilizados no
estudo e observação em contexto pedagógico nas aulas de Ciências Naturais.
Estão colocados em caixas de madeira de formato rectangular.
O
ninho, também utilizado no estudo e observação de espécies animais, é
constituído por um conjunto de pequenos ramos e encontra-se colocado sobre um galho
em forma de poleiro, fixo a uma base de madeira quadrada.
Um
ninho é uma estrutura construída por aves, neste caso, ou outro tipo de
animais, onde são colocados os ovos. Elaborados com ramos de árvores, ervas ou penas,
fornecem protecção às crias, onde são alimentadas até poderem encontrar os seus
próprios alimentos.
A
maior parte das aves constrói ninhos em árvores ou arbustos, mas podem também
optar por zonas rochosas, dependendo da espécie. Cada pássaro tem um padrão de
construção do seu ninho.
Os
ovos, de diferentes formatos e cores, variam segundo a espécie e o local do
ninho. Na colecção pertencente à escola existem vários ovos de espécies
portuguesas, permitindo um conhecimento mais profundo das suas diferentes
tipologias.
Postado por
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação e Ciência pretende divulgar
às
13:36
0
comentários
Links para esta postagem
Marcadores:
"Aves",
"Escola Secundária Martins Sarmento",
"Ninhos"
2011/06/15
3.º COLÓQUIO INTERNACIONAL MANUAIS ESCOLARES: PARTICIPAÇÃO DA SG-ME
Vai realizar-se nos próximos dias 30 de Junho e 1 de Julho de 2011, na Universidade Lusófona, em Lisboa, o 3º Colóquio Internacional sobre Manuais Escolares, subordinado ao tema «Manuais e Novas Práticas».
Este evento conta com a participação de especialistas internacionais, nomeadamente os investigadores ligados aos dois grandes projectos nesta área: o projecto MANES, com sede na Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED) de Madrid, focalizado na investigação sobre manuais escolares da Europa e América Latinas, de 1820 à actualidade; e o projecto Eckert, coordenado a partir do Institute for International Textbook Research, na Alemanha.
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação irá estar representada neste Colóquio, com a apresentação de uma comunicação intitulada «Contributos para um Roteiro dos Manuais Escolares: Metodologias e Etapas de Projectos em Património da Educação». Nesta ocasião serão apresentadas as estratégias e acções relacionadas com manuais escolares que têm sido desenvolvidas no âmbito da política de preservação e divulgação do Património Cultural da Educação, designadamente o projecto BAME (Bibliotecas, Arquivos e Museus da Educação) e o Repositório de História da Educação, que se encontra em curso.
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação possui um riquíssimo espólio bibliográfico de manuais escolares dos mais variados autores, épocas e âmbitos disciplinares, que inclui obras desde o século XVIII até à actualidade, e ainda projectos de manuais que não chegaram a ser editados, apresentados a concurso durante o Estado Novo, como é o caso de exemplares manuscritos por autores como Rómulo de Carvalho. Podemos, portanto, falar dos manuais escolares sob diversos pontos de vista: não apenas bibliográfico, mas também arquivístico e museológico.
Instrumento pedagógico central do processo de escolarização, o manual é um dos objectos mais ricos para a compreensão da prática pedagógica. Nele são espelhados os saberes consagrados em cada época, os valores dominantes transmitidos a par com as matérias, e as concepções pedagógicas e orientações práticas defendidas pelos educadores e especialistas nas diversas áreas curriculares.
Nesta comunicação pretende-se contribuir para a divulgação do importante espólio de manuais escolares da SG-ME e realçar as suas potencialidades para o estudo da evolução das práticas pedagógicas e dos saberes curriculares, abordando a temática dos manuais nas suas vertentes bibliográfica, arquivística e museológica.
O contacto com especialistas e representantes de projectos de dimensão internacional será, para a Secretaria-Geral do Ministério da Educação, uma mais-valia e uma oportunidade de aferição e discussão sobre os projectos em curso, numa lógica de melhoria contínua e de aperfeiçoamento das metodologias e estratégias de trabalho.
Este evento conta com a participação de especialistas internacionais, nomeadamente os investigadores ligados aos dois grandes projectos nesta área: o projecto MANES, com sede na Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED) de Madrid, focalizado na investigação sobre manuais escolares da Europa e América Latinas, de 1820 à actualidade; e o projecto Eckert, coordenado a partir do Institute for International Textbook Research, na Alemanha.
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação irá estar representada neste Colóquio, com a apresentação de uma comunicação intitulada «Contributos para um Roteiro dos Manuais Escolares: Metodologias e Etapas de Projectos em Património da Educação». Nesta ocasião serão apresentadas as estratégias e acções relacionadas com manuais escolares que têm sido desenvolvidas no âmbito da política de preservação e divulgação do Património Cultural da Educação, designadamente o projecto BAME (Bibliotecas, Arquivos e Museus da Educação) e o Repositório de História da Educação, que se encontra em curso.
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação possui um riquíssimo espólio bibliográfico de manuais escolares dos mais variados autores, épocas e âmbitos disciplinares, que inclui obras desde o século XVIII até à actualidade, e ainda projectos de manuais que não chegaram a ser editados, apresentados a concurso durante o Estado Novo, como é o caso de exemplares manuscritos por autores como Rómulo de Carvalho. Podemos, portanto, falar dos manuais escolares sob diversos pontos de vista: não apenas bibliográfico, mas também arquivístico e museológico.
Instrumento pedagógico central do processo de escolarização, o manual é um dos objectos mais ricos para a compreensão da prática pedagógica. Nele são espelhados os saberes consagrados em cada época, os valores dominantes transmitidos a par com as matérias, e as concepções pedagógicas e orientações práticas defendidas pelos educadores e especialistas nas diversas áreas curriculares.
Nesta comunicação pretende-se contribuir para a divulgação do importante espólio de manuais escolares da SG-ME e realçar as suas potencialidades para o estudo da evolução das práticas pedagógicas e dos saberes curriculares, abordando a temática dos manuais nas suas vertentes bibliográfica, arquivística e museológica.
O contacto com especialistas e representantes de projectos de dimensão internacional será, para a Secretaria-Geral do Ministério da Educação, uma mais-valia e uma oportunidade de aferição e discussão sobre os projectos em curso, numa lógica de melhoria contínua e de aperfeiçoamento das metodologias e estratégias de trabalho.
Postado por
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação e Ciência pretende divulgar
às
10:25
0
comentários
Links para esta postagem
Marcadores:
"Colóquio",
"Manuais Escolares",
"Património da Educação"
2011/06/14
PUPILOS DO EXÉRCITO: 100 ANOS DE ENSINO E DE CIDADANIA
No
Palácio Valadares, ao Chiado, está patente ao público uma exposição que evoca o
centenário da criação do Instituto dos Pupilos do Exército. Esta iniciativa
conta com o apoio da Secretaria-Geral, que emprestou, para o efeito, alguns
livros pertencentes à Biblioteca Histórica do Ministério da Educação.
Esta
exposição foi instalada num espaço contíguo àquele em que se encontra a
exposição «EDUCAR: Educação para todos. O Ensino na Primeira República». Esta
proximidade justifica-se pelo facto deste Instituto, criado em Maio de 1911,
ser um expressivo exemplo do investimento dos republicanos na Educação e do seu
empenhamento na criação de instituições escolares que traduzissem, na prática,
o ideário e os valores da República.
Uma das áreas
governativas que mereceu maior preocupação por parte dos republicanos, na sequência
da Revolução de 1910, foi, como é sabido, a Educação. De facto, 1911 foi um ano
muito fértil em trabalho legislativo, tendo sido promulgados vários documentos
legais que reorganizam praticamente todo o sistema de ensino português.
As reformas do Ensino
Superior e do Ensino Primário, dois sectores prioritários do sistema educativo,
são estabelecidas em março desse ano. E pouco depois, no mês de maio, será a
vez das áreas mais técnicas. São então criados o Instituto Superior Técnico e o
Instituto Superior do Comércio (atual ISEG) por decreto de 23 de maio, a que se
segue a reforma de todo o ensino agrícola e da investigação agronómica, consignada
em decreto de 26 de maio.
Por estes dias, entre
estas duas reformas, é criado, a 25 de maio, o «Instituto Profissional dos Pupilos
do Exército». O contexto cronológico desta criação dá bem conta do
enquadramento e dos objetivos com que é fundado este Instituto, que mais tarde
perderá a designação de «Profissional» e fixará definitivamente o seu nome em
«Instituto Militar dos Pupilos do Exército».
De facto, os Pupilos do
Exército nascem como um instrumento modelar para a concretização dos ideais
republicanos. O propósito consignado no decreto fundador de nele se formarem «cidadãos
úteis à pátria» traduz bem a intenção de praticar, nesta escola, um ensino profissionalizante,
de forte pendor prático, orientado para a promoção da autonomia dos alunos,
através da aquisição de competências e conhecimentos em áreas técnicas
estratégicas e de vanguarda.
O fundador dos Pupilos
é o General António Xavier Correia Barreto, um militar com forte intervenção
política, que virá a ser Presidente do Senado entre 1915 e 1918 e entre 1919 e 1926,
além de ser, por duas vezes, candidato à Presidência da República. Mas este
militar e político é também um homem de ciência, especializado na área da
Química. Com um importante currículo ligado à invenção e produção de um tipo
especial de pólvora, que tão importante virá a ser para o conflito Mundial de
1914/18, ele é um dos fundadores, em 1911, da Sociedade portuguesa de Química.
O espírito e a marca do
fundador estão ligados à criação, nos Pupilos, de «Aulas de Indústria» e «Aulas
de Comércio». O Instituto é, desde cedo, apetrechado com instalações
laboratoriais e equipamento técnico que permite um ensino prático nestas áreas.
Mas há também, uma preocupação muito forte em proporcionar aos alunos uma
‘educação integral’, com uma componente cultural e artística muito expressiva
desde os primeiros anos. Muito importante, neste contexto, é a presença, no
Instituto, de professores que virão a constar entre os mais importantes
pedagogos da História da Educação portuguesa. Destaque, acima de tudo, para
Álvaro Viana de Lemos (1881-1972) uma das figuras mais marcantes da Educação
Nova, movimento pedagógico inovador que valorizava a autonomia dos alunos e preconizava
um modelo de ensino assente em ‘métodos ativos’, entendendo a escola como um
local de trabalho e experimentação prática. Outro pedagogo que deixou forte
marca como professor dos Pupilos foi João Soares (1878-1970) que viria, mais
tarde, a fundar o Colégio Moderno, e deixaria diversos materiais didáticos na
área da História e da Geografia, como um monumental Novo Atlas Escolar Português
adotado oficialmente para o ensino, em cuja capa figura como «Professor dos Pupilos
do Exército» ou os Quadros da História de Portugal, com ilustrações de Roque
Gameiro e Alberto de Sousa, recentemente reeditados pela Gradiva.
A orientação patente
desde os primeiros tempos irá manter-se e revelar-se, por vezes com alguns
constrangimentos, ao longo das décadas seguintes. A escolha, em 1936, de D.
João de Castro como Patrono da escola corresponde ao mesmo simbolismo de
assumir por referência uma figura da ciência e do saber, movido pela
curiosidade e espírito de descoberta.
A segunda Guerra
Mundial virá a acentuar a investimento no ensino técnico e tecnológico. O desenvolvimento
industrial do pós-guerra incentiva a formação de quadros especializados, sendo
dada especial atenção às tecnologias de ponta, como é o caso da indústria dos
moldes, em que Portugal virá a ser líder.
A partir dos anos 1960
assiste-se a uma preocupação mais forte com a instrução física. Todo o contexto
de guerra colonial faz redobrar o investimento nas atividades gímnicas e desportivas.
O ideal de «serviço à pátria», que vem desde a fundação do Instituto, orienta muitos
ex-alunos a seguir a carreira das armas e o carácter profissional do ensino
praticado permite a preparação de quadros militares com formação técnica
especializada. Mas esse mesmo ideal fará com que um grupo largo, de várias
dezenas de ex-alunos militares, venha a participar nas conspirações conducentes
à Revolução de 1974: primeiro na revolta de Beja, depois na Intentona das
Caldas e finalmente no 25 de Abril.
Os novos ventos dos
anos 1970 chegam aos Pupilos do Exército por diversas vias. Em 1977 o Instituto
dá um salto qualitativo importante que é abrir-se ao Ensino Superior. Os cursos
então criados, mais uma vez, são fiéis à linha da formação Técnica e
Tecnológica e os seus nomes são disso a melhor expressão: Engenharia de Eletrónica
e Telecomunicações; Engenharia de Energias e Sistemas de Potência; Engenharia de
Máquinas; e Contabilidade e Administração. Esta é uma iniciativa de vanguarda
no âmbito das escolas militares de ensino. A saída dos primeiros bacharéis para
o mercado de trabalho, neste final dos anos 1970, reflete a mesma preocupação
de sempre com uma educação orientada para habilitar os alunos a um desempenho
profissional autónomo, mas agora subindo o nível de qualificações.
Outro aspeto não menos
relevador da abertura a novos tempos é o facto de, no contexto da criação do
Ensino Superior - naturalmente em regime de frequência externa e não de
internato– o Instituto passar a ter uma frequência mista, sendo então admitidas
as primeiras alunas. Ao mesmo tempo, é por esta altura que as primeiras
professoras integram o quadro docente dos Pupilos, até então reservado, como os
alunos, ao universo masculino.
Este processo tem a sua
extensão natural já nos dias de hoje com a decisão de tornar, igualmente, o
Ensino Básico e Secundário, de frequência mista, sendo as primeiras alunas destas
faixas etárias admitidas em 2009. Entretanto, a orientação profissional dos
cursos superiores avançou para áreas relacionadas com ecologia, com novas
energias e sustentabilidade, sendo atualmente oferecidos os cursos de Técnico
de Gestão; Técnico de Manutenção Industrial (vertentes Mecatrónica e Eletromecânica);
Técnico de Gestão do Ambiente; Técnico de Energias Renováveis (vertentes: Sistemas
Solares e Sistemas Eólicos). Estando neste momento aberto à frequência externa,
o Instituto conserva ainda a possibilidade de internato, que vem da sua
fundação. Mais do que uma escola, esta acaba por ser uma Casa para os alunos
que nela vivem, regularmente, entre domingo à noite e sexta-feira à tarde. Por
outro lado, o regime de internato e as instalações que foi necessário erigir para
lhe corresponder, permitem facultar aos alunos uma oferta diversificada para
além do tempo letivo, desde um apoio ao estudo com maior proximidade, até às atividades
extracurriculares, designadamente algumas práticas desportivas pouco frequentes
em estabelecimentos de ensino, como equitação, esgrima ou remo.
A orientação e os objetivos
que nortearam a criação deste Instituto são característicos de uma época sendo,
a esse nível, um caso de estudo interessante. Mas parecem, também, ter sido
suficientemente válidos para lhe garantir continuidade e mérito. O espírito de
coesão e de camaradagem que é apanágio das instituições com regime de
internato, tem vindo, neste caso, a ser articulado com uma permeabilidade ao
ambiente exterior e uma capacidade de adaptação às mudanças, essenciais nas
instituições de ensino dos tempos que vivemos.
Postado por
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação e Ciência pretende divulgar
às
14:22
0
comentários
Links para esta postagem
Marcadores:
"Exposição",
"Património da Educação",
"Pupilos do Exército"
2011/06/09
Exposição virtual: Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades - 10 de Junho de 2011
O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, celebra-se a 10 de Junho, assinalando a data da morte de Camões e lembrando a importância de Portugal. O património da educação reflecte a importância destas celebrações, associadas na sua grande maioria à época dos Descobrimentos e às figuras que lhe são inerentes.
Pode aceder a esta exposição, aqui.
Pode aceder a esta exposição, aqui.
A exposição integra representações de figuras históricas como Luís de Camões ou o Infante D. Henrique e de símbolos emblemáticos dos Descobrimentos como o Padrão, as caravelas, as naus e os mapas.
Postado por
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação e Ciência pretende divulgar
às
11:18
0
comentários
Links para esta postagem
Marcadores:
"Camões",
"Comunidades",
"Dia de Portugal",
"Exposição Virtual"
2011/05/30
Peça do mês

Traje de cena
Traje de cena, criado por alunos e professores, utilizado na peça de teatro
"Pedro e Inês".
O traje pertence à Escola Secundária Quinta do Marquês, com o número de
inventário ME/ 402606/88
O traje de cena é o tipo de indumentária utilizada nas artes cénicas, dança,
mímica, circo, entre outros. O exemplo apresentado, constituído por um vestido
longo de cor vermelha e um toucado, integra um núcleo notável, variado e rico
de trajes de cena, que tentam reproduzir com exactidão os trajes da época da
personagem a que se destinam
As representações teatrais promovidas por alunos e professores têm sido uma
presença constante nesta escola, como forma de aprofundar e interiorizar os
conhecimentos adquiridos nas aulas. Os temas são variados, consoante os
conteúdos programáticos.
Este
tipo de trajes tem como base o figurino, um desenho a cores ou a preto e
branco, que constitui o modelo da indumentária e que caracteriza a personagem a
que se destina. O traje de cena, “a verdadeira pele do actor”, contém em si
mesmo um pouco da história da arte dramática. Até ao início do século XX era
utilizado como um simples disfarce, com elementos que permitiam identificar as
personagens. A partir de então assume uma verdadeira função cénica e
dinamizadora da peça teatral, influenciado pela moda e pelo design.
Um
dos nomes importantes no traje de cena em Portugal é António Francisco, criador
deste tipo de vestes em finais do século XVIII. Cerca de 1850, com o impulso
criativo de Almeida Garrett, figuras como Manuel Bordalo Pinheiro e Braz
Martins destacam-se no panorama teatral português. Em 1880, a cenografia e o
guarda-roupa ganham um novo fôlego com a criação da Companhia Rosas &
Brasão. Carlos Cohen, Manuel Castelo Branco e Augusto Pina introduzem uma
corrente “naturalista” em que se pretende reproduzir os ambientes de época de
forma tão rigorosa e fiel quanto possível.
Postado por
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação e Ciência pretende divulgar
às
10:55
0
comentários
Links para esta postagem
Marcadores:
"Escola Secundária Quinta do Marquês",
"Teatro",
"Traje de cena"
Subscrever:
Mensagens (Atom)
