No dia internacional dos museus propomos-lhe que visite a nossa exposição
2011/05/18
Dia Internacional dos Museus
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2011/05/09
Galeria de Ministros
"A vida e a história de uma instituição pública pode ser conhecida, e dar-se a conhecer, através daqueles que, ao longo dos tempos, exercem as responsabilidades de serem o seu primeiro e principal responsável."
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2011/04/29
Peça do mês de abril
Pintura
Aguarela da autoria de Seomara da Costa Primo,
representando um elemento de botânica, Impaticus, datado de 1977.
A pintura pertence à Escola Secundária Seomara da
Costa Primo, com o número de inventário ME/402760/04
Seomara da Costa Primo (1895 – 1986) nasceu em
Lisboa, filha de Maria Luísa Buttuler e Manuel da Costa Primo
Estudou no Liceu Passos Manuel, onde terminou o
Curso Complementar de Ciências em 1913. Posteriormente ingressou na Faculdade
de Ciências da Universidade de Lisboa tendo concluído o Curso de Ciências
Histórico-Naturais em 1919. Frequentou o Curso do Magistério Liceal e concluiu
o Exame de Estado em 1922. No período decorrente entre 1921 e 1942 foi
professora do ensino liceal, a par da docência universitária, tendo leccionado
no antigo Liceu Almeida Garrett e no Liceu Maria Amália Vaz de Carvalho.
A sua actividade desenvolveu-se ao nível do
ensino liceal, tendo sido autora de numerosos compêndios de Ciências Naturais,
ilustrados com as suas aguarelas
e carvões.
Seomara da Costa Primo esteve igualmente ligada à
Federação das Associações dos Professores dos Liceus Portugueses (1926), tendo
feito parte dos corpos dirigentes.
A sua visão da educação foi verdadeiramente
inovadora. Promoveu o cinema educativo que se estreou em 1929 no Liceu Maria
Amália, a par de um artigo publicado n’”O Século”, da sua autoria, chamando a
atenção para as vantagens do cinema na tarefa educativa. Para Seomara da Costa
Primo a educação deve não só preparar o aluno para a vida, mas também adoptar
novas metodologias mais activas. Em relação à mulher defende que a sua educação
e nível cultural “é pedra de toque de um país verdadeiramente civilizado".
Em 1942 defendeu a sua tese de doutoramento,
sendo a primeira mulher a obter este grau na área das Ciências. Foi autora de vários
artigos de natureza científica, publicados na imprensa da especialidade, tendo
efectuado diversas viagens de estudo a países europeus.
A aguarela que apresentamos faz parte do “Núcleo
Seomara da Costa Primo”, existente na Escola Secundária Seomara da Costa Primo,
antiga Escola Secundária da Venteira, na Amadora. Em 1989, a escola tornou-se
um pólo agregador do espólio de Seomara, a partir de doações feitas por
diversas entidades e particulares (Escola Secundária Maria Amália Vaz de
Carvalho, Museu-Escola Jardim Botânico ou pela Drª. Maria Luísa Azevedo Neves).
O espólio é constituído por cerca de 600 peças, entre as quais publicações,
apontamentos, fotografias, objectos pessoais e parte da sua biblioteca pessoal.
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2011/04/27
Escola Básica 2,3 Marquesa de Alorna
Breve historial sobre a Escola Básica 2,3 Marquesa de Alorna, ao nível museológico,arquitectónico e bibliográfico
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Dia Mundial do Livro
Dia 23 de Abril comemorou-se o Dia Mundial do Livro – data assinalada desde 1996 por iniciativa da Unesco e escolhida para honrar a velha tradição catalã.
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2011/04/21
Exposição Virtual
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2011/03/30
Peça do mês
Almofada de Bilros
Almofada utilizada em contexto das práticas pedagógicas nas aulas de
Lavores. A almofada de renda de bilros, denominada de rebolo, assenta sobre um
suporte de madeira, ajustável, com conjunto de pequenas peças de madeira
torneada, os bilros. A almofada consiste num cilindro de pano grosso, cheio de
algodão.
O modelo pertence à Escola Secundária com 3.º Ciclo Clara de Resende, com o
número de inventário ME/346779/13
A renda de bilros é realizada sobre
uma almofada cilíndrica de grande espessura, o rebolo, tal como é possível
observar na imagem. Elaborada em pano grosso, tem no seu interior palha ou
algodão, e possui dimensões variáveis, dependendo do tipo de peça que se
pretende realizar. A almofada é colocada num suporte de madeira ajustável que
deve ser colocado à altura da artesã– a rendilheira.
Para realizar a peça, é colocado um
cartão perfurado no rebolo – o pique – onde está o desenho, feito com pequenos
furos, onde são espetados diversos alfinetes à medida que o trabalho vai sendo
desenvolvido. Para dispor os fios, a rendilheira utiliza os bilros, uma pequena
peça com forma de pêra ou esfera, em madeira ou outro material, através de um
movimento alternado e rotativo, com o auxílio dos alfinetes, em que os fios são
cruzados sucessivamente. O número de bilros utilizados também pode variar,
dependendo da complexidade do desenho executado. A temática presente nestes
desenhos diz respeito aos elementos naturais estilizados, como a fauna e a
flora locais.
A origem da renda de bilros não é consensual, mas as primeiras
referências a esta arte, em Portugal, datam do reinado de D. Sebastião. Testemunha
da arte popular, a renda de bilros é executada em várias regiões, com
particular relevo para a zona litoral do país, nomeadamente Peniche e Vila do
Conde, devido à sua originalidade, qualidade e perfeição.
A renda de bilros de Peniche pode ser dividida em duas categorias, as
rendas eruditas (desenho e técnica) e as rendas populares (renda antiga). As
rendas desta localidade destacam-se pela técnica de urdidura e pelo facto de
não se distinguir o direito do avesso das peças executadas. Em meados do século
XIX, pensa-se que existiriam cerca de mil rendilheiras e oito oficinas em
Peniche. Numa tentativa de impulsionar a produção nacional foi criada em 1887 a
Escola Industrial D. Maria Pia com uma secção de rendeira, permitindo o
apuramento das técnicas utilizadas e aumentando a qualidade do trabalho
produzido.
Em Vila do Conde existe actualmente
uma escola que dá continuidade a esta arte e o “Museu das Rendas”, onde podem
ser admirados os trabalhos realizados com esta técnica, conhecendo um pouco
mais da história, das diferentes formas de execução e dos instrumentos
utilizados.
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