A exposição virtual "O clima para si" A meteorologia através do património museológico escolar associa-se à celebração do "Dia Metereológico Mundial" que tem lugar a 23 de Março.
2011/03/23
23 de Março: Dia Metereológico Mundial
Postado por
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação e Ciência pretende divulgar
às
08:02
0
comentários
Links para esta postagem
Marcadores:
"Dia Mundial",
"Metereológico",
"Património Museológico Escolar"
2011/03/07
As representações da mulher no património museológico escolar
Esta exposição virtual associa-se à celebração do "Dia Internacional da Mulher" que tem lugar a 8 de Março.
Postado por
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação e Ciência pretende divulgar
às
13:24
0
comentários
Links para esta postagem
2011/03/02
Exposição Virtual
"A Colecção Brendel na Escola Secundária de Camões"
A presente exposição é uma mostra de modelos anatómicos de plantas e flores.
Postado por
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação e Ciência pretende divulgar
às
09:46
0
comentários
Links para esta postagem
Marcadores:
"Exposição Virtual",
"Flores",
"Modelo Anatómico",
"Plantas"
2011/03/01
«MUITOS ANOS DE ESCOLAS.»
Na passada terça-feira, dia 22/2, a Secretaria-Geral do Ministério da Educação organizou, na recém-intervencionada Escola Secundária D. Filipa de Lencastre, a apresentação pública do terceiro livro da série "Muitos anos de escolas". Saber mais.
Postado por
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação e Ciência pretende divulgar
às
11:51
0
comentários
Links para esta postagem
Marcadores:
"Muitos Anos de Escola"
Peça do Mês

Modelo anatómico de espécie vegetal
O modelo pertence à Escola Secundária de Camões, com o número de inventário
ME/401109/56
Este modelo pertence à colecção Brendel, companhia produtora
de modelos de botânica e zoologia, fundada em Breslau, Alemanha, por Robert
Brendel (ca. 1860-1898). Transferida para Berlim em 1896 e posteriormente, em
1902, para Grunewald por Reinhold Brendel (c. 1861-1927) esta fábrica produziu modelos,
muito aumentados e desmontáveis, em papier-maché, madeira, algodão, rattan,
contas de vidro, penas ou gelatina. Ao nível científico, os Brendel contaram
com alguns colaboradores e especialistas, como é o caso dos professores Cohn,
Eduard Eidam, Alexander Tschirch (1856–1939), Leopold Kny (1841-1916), Carl
Müller (1855-1907) ou Emerich Ratháy (1845-1900). Aliando beleza e rigor
científico, estes modelos não tinham uma função meramente educativa, sendo
verdadeiras obras de arte, muito ao estilo do conceito de ciência e de arte do
século XIX, reflectindo o entusiasmo pelo conhecimento e o apelo da perfeição
artística.
Postado por
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação e Ciência pretende divulgar
às
11:26
0
comentários
Links para esta postagem
Marcadores:
"Escola Secundária de Camões",
"Modelo Anatómico",
"Peça do Mês"
2011/02/25
Peça do mês
Corte de cabeça humana
Modelo de anatomia apresentando a cabeça humana e o pescoço, em corte
transversal, disposto em alto-relevo numa base de madeira. Era utilizado para
ilustrar o estudo dos órgãos que, com graus de aprofundamento diferentes, se
fazia na disciplina de Ciências Naturais. Representa um corte longitudinal da
cabeça e pescoço, deixando ver o cérebro, espinal medula, encéfalo, bolbo
raquidiano, boca, nariz, fossas nasais, faringe e laringe.
O modelo pertence à
Escola Básica e Secundária Anselmo de Andrade, com o número de inventário
ME/400877/1
Anatomia é uma palavra
que deriva do grego antigo νατομή [anatome], que significa
"seccionar". É uma das áreas de Biologia que tem por objeto o estudo
da estrutura interna e externa dos seres vivos, bem como das suas funções
vitais. Em termos práticos, o estudo anatómico concretiza-se através da
dissecação de seres vivos ou da observação de modelos anatómicos como o que se
apresenta.
Existiu desde sempre
uma necessidade de conhecer e sobretudo compreender o funcionamento do corpo
humano, nomeadamente do cérebro. Pode referir-se a importância dos primeiros
estudos realizados no século IV a. C. por Herófilo que, através da
dissecação de cadáveres humanos, apontou o cérebro como a fonte de inteligência e do comando do sistema nervoso.
O estudo da anatomia
da cabeça e pescoço abrange cérebro, ossos, músculos, vasos
sanguíneos, nervos, glândulas, nariz, boca, dentes, língua e garganta. No topo da cabeça humana encontra-se o
crânio, a estrutura óssea que protege o encéfalo. A maior parte dos órgãos sensoriais
(visão, audição, olfato e gosto) localizam-se nesta zona, em cavidades que se
ligam através do sistema nervoso ao cérebro. A parte anterior da cabeça é a face e a parte posterior a
nuca. Os ossos e músculos que compõem o pescoço permitem
que a cabeça se mantenha direita.
Postado por
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação e Ciência pretende divulgar
às
16:31
0
comentários
Links para esta postagem
2011/02/23
Arquitectura escolar: percursos e obras (cont.)
Continuamos, neste espaço a prestar homenagem a arquitectos que, ao longo dos anos, foram enriquecendo o património escolar português.
José Sobral Blanco (1905-1990) nasce numa pequena povoação da Galiza, mas desenvolve toda a sua formação em Lisboa, completando o curso de arquitectura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa na década de 1920.
No início dos anos 1930 faz parte das equipas de projectistas da JCETS – Junta das Construções para o Ensino Técnico e Secundário, no âmbito da qual participa no Plano de novas Construções, Ampliações e Melhoramentos de Edifícios Liceais aprovado em 1938.
Esta, vulgarmente conhecido por 'Plano de 38', é um projecto emblemático do Estado Novo, marcado pela ideia de 'ressurgimento material e espiritual da nação', que pretende construir 10 liceus novos e intervir em 13 existentes, e cuja execução irá estender-se por duas décadas. No seio desta equipe, José Sobral Blanco projecta e acompanha a execução de diversos liceus: Setúbal (1945), Carolina Michaelis, no Porto (1951), Oeiras (1953) e Portimão (1965).
É ainda no âmbito da Junta que se inicia o Plano das Construções para o Ensino Técnico, a partir de 1947. Sobral Blanco assina, nesta altura, os projectos de diversas escolas comerciais e industriais: Setúbal (1951), Portalegre (1953), Marquesa de Alorna, em Lisboa (1955), Torres Novas (1956) e Oliveira de Azeméis (1959). Na construção destas escolas técnicas são experimentados novos processos construtivos, embora haja uma maior simplificação e uniformização tipológica, relativamente aos projectos dos Liceus.
Em 1969, a JCETS é transformada em Direcção-Geral das Construções Escolares. Sobral Blanco mantém-se nela até à sua aposentação, em 1975. Nesta fase final, as orientações da tutela são menos apertadas que haviam sido as da JCETS, sendo permitida uma menor uniformidade tipológica. Para além disso, as inovações pedagógicas do final do Estado Novo reflectem-se numa outra concepção do edifício escolar, mais flexível, polivalente, e articulado. Em termos estruturais, esta fase é marcada pela criação do Ciclo Preparatório do Ensino Secundário, e pela necessidade de projectar edifícios para esta nova unidade escolar.
A par com o trabalho nas construções escolares, que domina praticamente toda a sua vida profissional, Sobral Blanco mantém alguma actividade privada, nomeadamente na Galiza, sua terra natal. Dedica-se ainda à docência no Instituto Espanhol, actividade que mantém para além da sua aposentação como projectista da Direcção-Geral das Construções Escolares.
No início dos anos 1930 faz parte das equipas de projectistas da JCETS – Junta das Construções para o Ensino Técnico e Secundário, no âmbito da qual participa no Plano de novas Construções, Ampliações e Melhoramentos de Edifícios Liceais aprovado em 1938.
Esta, vulgarmente conhecido por 'Plano de 38', é um projecto emblemático do Estado Novo, marcado pela ideia de 'ressurgimento material e espiritual da nação', que pretende construir 10 liceus novos e intervir em 13 existentes, e cuja execução irá estender-se por duas décadas. No seio desta equipe, José Sobral Blanco projecta e acompanha a execução de diversos liceus: Setúbal (1945), Carolina Michaelis, no Porto (1951), Oeiras (1953) e Portimão (1965).
É ainda no âmbito da Junta que se inicia o Plano das Construções para o Ensino Técnico, a partir de 1947. Sobral Blanco assina, nesta altura, os projectos de diversas escolas comerciais e industriais: Setúbal (1951), Portalegre (1953), Marquesa de Alorna, em Lisboa (1955), Torres Novas (1956) e Oliveira de Azeméis (1959). Na construção destas escolas técnicas são experimentados novos processos construtivos, embora haja uma maior simplificação e uniformização tipológica, relativamente aos projectos dos Liceus.
Em 1969, a JCETS é transformada em Direcção-Geral das Construções Escolares. Sobral Blanco mantém-se nela até à sua aposentação, em 1975. Nesta fase final, as orientações da tutela são menos apertadas que haviam sido as da JCETS, sendo permitida uma menor uniformidade tipológica. Para além disso, as inovações pedagógicas do final do Estado Novo reflectem-se numa outra concepção do edifício escolar, mais flexível, polivalente, e articulado. Em termos estruturais, esta fase é marcada pela criação do Ciclo Preparatório do Ensino Secundário, e pela necessidade de projectar edifícios para esta nova unidade escolar.
A par com o trabalho nas construções escolares, que domina praticamente toda a sua vida profissional, Sobral Blanco mantém alguma actividade privada, nomeadamente na Galiza, sua terra natal. Dedica-se ainda à docência no Instituto Espanhol, actividade que mantém para além da sua aposentação como projectista da Direcção-Geral das Construções Escolares.
Postado por
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação e Ciência pretende divulgar
às
13:10
0
comentários
Links para esta postagem
Marcadores:
"Arquitecto",
"José Sobral Blanco"
Subscrever:
Mensagens (Atom)
