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2011/07/29
Espólio museológico da Professora Maria Margarida Lucas Leal
Encontra-se em fase de tratamento uma selecção do espólio museológico da Professora Maria Margarida Lucas Leal, doado à Secretaria-Geral do Ministério da Educação.
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2011/06/15
3.º COLÓQUIO INTERNACIONAL MANUAIS ESCOLARES: PARTICIPAÇÃO DA SG-ME
Vai realizar-se nos próximos dias 30 de Junho e 1 de Julho de 2011, na Universidade Lusófona, em Lisboa, o 3º Colóquio Internacional sobre Manuais Escolares, subordinado ao tema «Manuais e Novas Práticas».
Este evento conta com a participação de especialistas internacionais, nomeadamente os investigadores ligados aos dois grandes projectos nesta área: o projecto MANES, com sede na Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED) de Madrid, focalizado na investigação sobre manuais escolares da Europa e América Latinas, de 1820 à actualidade; e o projecto Eckert, coordenado a partir do Institute for International Textbook Research, na Alemanha.
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação irá estar representada neste Colóquio, com a apresentação de uma comunicação intitulada «Contributos para um Roteiro dos Manuais Escolares: Metodologias e Etapas de Projectos em Património da Educação». Nesta ocasião serão apresentadas as estratégias e acções relacionadas com manuais escolares que têm sido desenvolvidas no âmbito da política de preservação e divulgação do Património Cultural da Educação, designadamente o projecto BAME (Bibliotecas, Arquivos e Museus da Educação) e o Repositório de História da Educação, que se encontra em curso.
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação possui um riquíssimo espólio bibliográfico de manuais escolares dos mais variados autores, épocas e âmbitos disciplinares, que inclui obras desde o século XVIII até à actualidade, e ainda projectos de manuais que não chegaram a ser editados, apresentados a concurso durante o Estado Novo, como é o caso de exemplares manuscritos por autores como Rómulo de Carvalho. Podemos, portanto, falar dos manuais escolares sob diversos pontos de vista: não apenas bibliográfico, mas também arquivístico e museológico.
Instrumento pedagógico central do processo de escolarização, o manual é um dos objectos mais ricos para a compreensão da prática pedagógica. Nele são espelhados os saberes consagrados em cada época, os valores dominantes transmitidos a par com as matérias, e as concepções pedagógicas e orientações práticas defendidas pelos educadores e especialistas nas diversas áreas curriculares.
Nesta comunicação pretende-se contribuir para a divulgação do importante espólio de manuais escolares da SG-ME e realçar as suas potencialidades para o estudo da evolução das práticas pedagógicas e dos saberes curriculares, abordando a temática dos manuais nas suas vertentes bibliográfica, arquivística e museológica.
O contacto com especialistas e representantes de projectos de dimensão internacional será, para a Secretaria-Geral do Ministério da Educação, uma mais-valia e uma oportunidade de aferição e discussão sobre os projectos em curso, numa lógica de melhoria contínua e de aperfeiçoamento das metodologias e estratégias de trabalho.
Este evento conta com a participação de especialistas internacionais, nomeadamente os investigadores ligados aos dois grandes projectos nesta área: o projecto MANES, com sede na Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED) de Madrid, focalizado na investigação sobre manuais escolares da Europa e América Latinas, de 1820 à actualidade; e o projecto Eckert, coordenado a partir do Institute for International Textbook Research, na Alemanha.
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação irá estar representada neste Colóquio, com a apresentação de uma comunicação intitulada «Contributos para um Roteiro dos Manuais Escolares: Metodologias e Etapas de Projectos em Património da Educação». Nesta ocasião serão apresentadas as estratégias e acções relacionadas com manuais escolares que têm sido desenvolvidas no âmbito da política de preservação e divulgação do Património Cultural da Educação, designadamente o projecto BAME (Bibliotecas, Arquivos e Museus da Educação) e o Repositório de História da Educação, que se encontra em curso.
A Secretaria-Geral do Ministério da Educação possui um riquíssimo espólio bibliográfico de manuais escolares dos mais variados autores, épocas e âmbitos disciplinares, que inclui obras desde o século XVIII até à actualidade, e ainda projectos de manuais que não chegaram a ser editados, apresentados a concurso durante o Estado Novo, como é o caso de exemplares manuscritos por autores como Rómulo de Carvalho. Podemos, portanto, falar dos manuais escolares sob diversos pontos de vista: não apenas bibliográfico, mas também arquivístico e museológico.
Instrumento pedagógico central do processo de escolarização, o manual é um dos objectos mais ricos para a compreensão da prática pedagógica. Nele são espelhados os saberes consagrados em cada época, os valores dominantes transmitidos a par com as matérias, e as concepções pedagógicas e orientações práticas defendidas pelos educadores e especialistas nas diversas áreas curriculares.
Nesta comunicação pretende-se contribuir para a divulgação do importante espólio de manuais escolares da SG-ME e realçar as suas potencialidades para o estudo da evolução das práticas pedagógicas e dos saberes curriculares, abordando a temática dos manuais nas suas vertentes bibliográfica, arquivística e museológica.
O contacto com especialistas e representantes de projectos de dimensão internacional será, para a Secretaria-Geral do Ministério da Educação, uma mais-valia e uma oportunidade de aferição e discussão sobre os projectos em curso, numa lógica de melhoria contínua e de aperfeiçoamento das metodologias e estratégias de trabalho.
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2011/06/14
PUPILOS DO EXÉRCITO: 100 ANOS DE ENSINO E DE CIDADANIA
No
Palácio Valadares, ao Chiado, está patente ao público uma exposição que evoca o
centenário da criação do Instituto dos Pupilos do Exército. Esta iniciativa
conta com o apoio da Secretaria-Geral, que emprestou, para o efeito, alguns
livros pertencentes à Biblioteca Histórica do Ministério da Educação.
Esta
exposição foi instalada num espaço contíguo àquele em que se encontra a
exposição «EDUCAR: Educação para todos. O Ensino na Primeira República». Esta
proximidade justifica-se pelo facto deste Instituto, criado em Maio de 1911,
ser um expressivo exemplo do investimento dos republicanos na Educação e do seu
empenhamento na criação de instituições escolares que traduzissem, na prática,
o ideário e os valores da República.
Uma das áreas
governativas que mereceu maior preocupação por parte dos republicanos, na sequência
da Revolução de 1910, foi, como é sabido, a Educação. De facto, 1911 foi um ano
muito fértil em trabalho legislativo, tendo sido promulgados vários documentos
legais que reorganizam praticamente todo o sistema de ensino português.
As reformas do Ensino
Superior e do Ensino Primário, dois sectores prioritários do sistema educativo,
são estabelecidas em março desse ano. E pouco depois, no mês de maio, será a
vez das áreas mais técnicas. São então criados o Instituto Superior Técnico e o
Instituto Superior do Comércio (atual ISEG) por decreto de 23 de maio, a que se
segue a reforma de todo o ensino agrícola e da investigação agronómica, consignada
em decreto de 26 de maio.
Por estes dias, entre
estas duas reformas, é criado, a 25 de maio, o «Instituto Profissional dos Pupilos
do Exército». O contexto cronológico desta criação dá bem conta do
enquadramento e dos objetivos com que é fundado este Instituto, que mais tarde
perderá a designação de «Profissional» e fixará definitivamente o seu nome em
«Instituto Militar dos Pupilos do Exército».
De facto, os Pupilos do
Exército nascem como um instrumento modelar para a concretização dos ideais
republicanos. O propósito consignado no decreto fundador de nele se formarem «cidadãos
úteis à pátria» traduz bem a intenção de praticar, nesta escola, um ensino profissionalizante,
de forte pendor prático, orientado para a promoção da autonomia dos alunos,
através da aquisição de competências e conhecimentos em áreas técnicas
estratégicas e de vanguarda.
O fundador dos Pupilos
é o General António Xavier Correia Barreto, um militar com forte intervenção
política, que virá a ser Presidente do Senado entre 1915 e 1918 e entre 1919 e 1926,
além de ser, por duas vezes, candidato à Presidência da República. Mas este
militar e político é também um homem de ciência, especializado na área da
Química. Com um importante currículo ligado à invenção e produção de um tipo
especial de pólvora, que tão importante virá a ser para o conflito Mundial de
1914/18, ele é um dos fundadores, em 1911, da Sociedade portuguesa de Química.
O espírito e a marca do
fundador estão ligados à criação, nos Pupilos, de «Aulas de Indústria» e «Aulas
de Comércio». O Instituto é, desde cedo, apetrechado com instalações
laboratoriais e equipamento técnico que permite um ensino prático nestas áreas.
Mas há também, uma preocupação muito forte em proporcionar aos alunos uma
‘educação integral’, com uma componente cultural e artística muito expressiva
desde os primeiros anos. Muito importante, neste contexto, é a presença, no
Instituto, de professores que virão a constar entre os mais importantes
pedagogos da História da Educação portuguesa. Destaque, acima de tudo, para
Álvaro Viana de Lemos (1881-1972) uma das figuras mais marcantes da Educação
Nova, movimento pedagógico inovador que valorizava a autonomia dos alunos e preconizava
um modelo de ensino assente em ‘métodos ativos’, entendendo a escola como um
local de trabalho e experimentação prática. Outro pedagogo que deixou forte
marca como professor dos Pupilos foi João Soares (1878-1970) que viria, mais
tarde, a fundar o Colégio Moderno, e deixaria diversos materiais didáticos na
área da História e da Geografia, como um monumental Novo Atlas Escolar Português
adotado oficialmente para o ensino, em cuja capa figura como «Professor dos Pupilos
do Exército» ou os Quadros da História de Portugal, com ilustrações de Roque
Gameiro e Alberto de Sousa, recentemente reeditados pela Gradiva.
A orientação patente
desde os primeiros tempos irá manter-se e revelar-se, por vezes com alguns
constrangimentos, ao longo das décadas seguintes. A escolha, em 1936, de D.
João de Castro como Patrono da escola corresponde ao mesmo simbolismo de
assumir por referência uma figura da ciência e do saber, movido pela
curiosidade e espírito de descoberta.
A segunda Guerra
Mundial virá a acentuar a investimento no ensino técnico e tecnológico. O desenvolvimento
industrial do pós-guerra incentiva a formação de quadros especializados, sendo
dada especial atenção às tecnologias de ponta, como é o caso da indústria dos
moldes, em que Portugal virá a ser líder.
A partir dos anos 1960
assiste-se a uma preocupação mais forte com a instrução física. Todo o contexto
de guerra colonial faz redobrar o investimento nas atividades gímnicas e desportivas.
O ideal de «serviço à pátria», que vem desde a fundação do Instituto, orienta muitos
ex-alunos a seguir a carreira das armas e o carácter profissional do ensino
praticado permite a preparação de quadros militares com formação técnica
especializada. Mas esse mesmo ideal fará com que um grupo largo, de várias
dezenas de ex-alunos militares, venha a participar nas conspirações conducentes
à Revolução de 1974: primeiro na revolta de Beja, depois na Intentona das
Caldas e finalmente no 25 de Abril.
Os novos ventos dos
anos 1970 chegam aos Pupilos do Exército por diversas vias. Em 1977 o Instituto
dá um salto qualitativo importante que é abrir-se ao Ensino Superior. Os cursos
então criados, mais uma vez, são fiéis à linha da formação Técnica e
Tecnológica e os seus nomes são disso a melhor expressão: Engenharia de Eletrónica
e Telecomunicações; Engenharia de Energias e Sistemas de Potência; Engenharia de
Máquinas; e Contabilidade e Administração. Esta é uma iniciativa de vanguarda
no âmbito das escolas militares de ensino. A saída dos primeiros bacharéis para
o mercado de trabalho, neste final dos anos 1970, reflete a mesma preocupação
de sempre com uma educação orientada para habilitar os alunos a um desempenho
profissional autónomo, mas agora subindo o nível de qualificações.
Outro aspeto não menos
relevador da abertura a novos tempos é o facto de, no contexto da criação do
Ensino Superior - naturalmente em regime de frequência externa e não de
internato– o Instituto passar a ter uma frequência mista, sendo então admitidas
as primeiras alunas. Ao mesmo tempo, é por esta altura que as primeiras
professoras integram o quadro docente dos Pupilos, até então reservado, como os
alunos, ao universo masculino.
Este processo tem a sua
extensão natural já nos dias de hoje com a decisão de tornar, igualmente, o
Ensino Básico e Secundário, de frequência mista, sendo as primeiras alunas destas
faixas etárias admitidas em 2009. Entretanto, a orientação profissional dos
cursos superiores avançou para áreas relacionadas com ecologia, com novas
energias e sustentabilidade, sendo atualmente oferecidos os cursos de Técnico
de Gestão; Técnico de Manutenção Industrial (vertentes Mecatrónica e Eletromecânica);
Técnico de Gestão do Ambiente; Técnico de Energias Renováveis (vertentes: Sistemas
Solares e Sistemas Eólicos). Estando neste momento aberto à frequência externa,
o Instituto conserva ainda a possibilidade de internato, que vem da sua
fundação. Mais do que uma escola, esta acaba por ser uma Casa para os alunos
que nela vivem, regularmente, entre domingo à noite e sexta-feira à tarde. Por
outro lado, o regime de internato e as instalações que foi necessário erigir para
lhe corresponder, permitem facultar aos alunos uma oferta diversificada para
além do tempo letivo, desde um apoio ao estudo com maior proximidade, até às atividades
extracurriculares, designadamente algumas práticas desportivas pouco frequentes
em estabelecimentos de ensino, como equitação, esgrima ou remo.
A orientação e os objetivos
que nortearam a criação deste Instituto são característicos de uma época sendo,
a esse nível, um caso de estudo interessante. Mas parecem, também, ter sido
suficientemente válidos para lhe garantir continuidade e mérito. O espírito de
coesão e de camaradagem que é apanágio das instituições com regime de
internato, tem vindo, neste caso, a ser articulado com uma permeabilidade ao
ambiente exterior e uma capacidade de adaptação às mudanças, essenciais nas
instituições de ensino dos tempos que vivemos.
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2011/05/09
Galeria de Ministros
"A vida e a história de uma instituição pública pode ser conhecida, e dar-se a conhecer, através daqueles que, ao longo dos tempos, exercem as responsabilidades de serem o seu primeiro e principal responsável."
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2011/04/27
Escola Básica 2,3 Marquesa de Alorna
Breve historial sobre a Escola Básica 2,3 Marquesa de Alorna, ao nível museológico,arquitectónico e bibliográfico
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2010/05/18
18 de Maio -Dia Internacional dos Museus
Museus e escolas – harmonia social
O Projecto B.A.M.E. (Bibliotecas, Arquivos e Museus da Educação) na sua vertente museológica, tem como objectivo promover o estudo, a conservação e a divulgação do património artístico, histórico, científico e tecnológico no domínio da Educação. Isto seguindo as linhas orientadoras de um museu: a preservação física das peças; a conservação de testemunhos e a divulgação do espólio didáctico ou de carácter histórico das escolas secundárias de Portugal.
Para os profissionais dos museus, o Dia Internacional dos Museus é uma ocasião única para estar em contacto com o seu público. As instituições museológicas, assim como as define o ICOM (International Council of Museums), estão ao serviço da sociedade e do seu desenvolvimento e, como tal, têm um papel fundamental a desempenhar na sociedade.
O objectivo do Dia Internacional dos Museus (comemorado a 18 de Maio) é reunir os espaços museológicos em torno do lema «os museus são um meio importante de intercâmbio cultural, do enriquecimento das culturas, do conhecimento mútuo, da cooperação e da paz entre os povos».
«Museus para a harmonia social» foi o tema proposto este ano pelo ICOM. Uma vez que o Projecto B.A.M.E. está ligado às escolas - pólo dinamizador no seio da sociedade-, faz sentido reflectir sobre o papel da harmonia social em contexto escolar, através dos seus acervos. A harmonia deve ser entendida no sentido em que nos remete para o diálogo, a tolerância, a coabitação e o desenvolvimento baseado no pluralismo, na diferença, na competência e na criatividade. O trabalho desenvolvido pelo Projecto B.A.M.E., na vertente museológica, centra-se no inventário e na valorização das colecções. Isto porque se procura conhecer e investigar o vasto património escolar, para que uma colecção representativa da história da educação em Portugal possa ser partilhada com a comunidade. A única forma de enaltecer e abrir o espólio escolar à sociedade e aos seus contributos é conhecer a fundo as colecções que as escolas têm à sua guarda.
«Museus para a harmonia social» foi o tema proposto este ano pelo ICOM. Uma vez que o Projecto B.A.M.E. está ligado às escolas - pólo dinamizador no seio da sociedade-, faz sentido reflectir sobre o papel da harmonia social em contexto escolar, através dos seus acervos. A harmonia deve ser entendida no sentido em que nos remete para o diálogo, a tolerância, a coabitação e o desenvolvimento baseado no pluralismo, na diferença, na competência e na criatividade. O trabalho desenvolvido pelo Projecto B.A.M.E., na vertente museológica, centra-se no inventário e na valorização das colecções. Isto porque se procura conhecer e investigar o vasto património escolar, para que uma colecção representativa da história da educação em Portugal possa ser partilhada com a comunidade. A única forma de enaltecer e abrir o espólio escolar à sociedade e aos seus contributos é conhecer a fundo as colecções que as escolas têm à sua guarda.
Para além da valorização do espólio museológico junto das escolas, o projecto B.A.M.E. utiliza como plataforma de divulgação o Museu Virtual. Este pode ser entendido como uma unidade pré-museológica permanente, gratuita e aberta ao público, tutelada pelo Ministério da Educação, que tem por missão a valorização dos testemunhos, quer do material de apoio didáctico, quer do espólio representativo da história das instituições escolares públicas.
O Museu Virtual, através dos milhares de peças inventariadas, assume o carácter transdisciplinar presente nas colecções inventariadas e proporciona aos visitantes uma memória viva da história do ensino em Portugal. Pela diversidade do património de interesse histórico, artístico, documental, etnográfico e antropológico relacionado com o ensino em Portugal, o conhecimento deste vasto acervo torna-se fundamental para uma caracterização fundamentada de uma realidade social. A harmonia social que as escolas e as suas colecções reflectem procura compreender a realidade comum, mas mantendo a singularidade de cada estabelecimento. Este é também o papel cultural e social dos museus, promotores activos da harmonia social e do intercâmbio de conhecimentos, virtudes partilhadas com as escolas.
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2010/04/30
Na rota dos manuais escolares
BAME nas escolas
Património bibliográfico
Encontra-se disponível para leitura o estudo bibliométrico realizado no âmbito do primeiro trimestre de 2010 em 9 escolas.
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2010/04/21
Colecção de Carimbos Didácticos
A exposição do espólio museológico do Instituto António Aurélio da Costa Ferreira apresenta uma colecção de carimbos didácticos.
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